Pasto ou Confinamento - A polêmica continua...

Tenho acompanhado as discussões fervorosas e calorosas, como sempre, a respeito do tema, após publicação de polêmica carta do nosso colega produtor, Guilherme Alves de Mello Franco, a começar pelo título do artigo um tanto quanto "provocativo" (...o que os técnicos nunca dizem...)

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Tenho acompanhado as discussões fervorosas e calorosas, como sempre, a respeito do tema, após publicação de polêmica carta do nosso colega produtor, Guilherme Alves de Mello Franco, a começar pelo título do artigo um tanto quanto “provocativo” (...o que os técnicos nunca dizem...) que, de certa forma, “rotula” e passa a idéia generalizada de que toda a classe daqueles que atuam na área técnica são verdadeiros incompetentes e incapazes de “visualizar” uma propriedade leiteira e suas respectivas dificuldades com a mesma percepção que um produtor experiente.

Primeiramente, gostaria de esclarecer que existem técnicos e “técnicos”. Existem profissionais capacitados no mercado e profissionais desqualificados. Seja no setor agropecuário bem como em todo o mercado, mundial. Cabe ao produtor ter a competência suficiente para fazer uma boa pesquisa no mercado e investir seu capital numa consultoria de qualidade. Acredito que os técnicos quando são chamados para um trabalho em conjunto com o produtor não devem ser incumbidos de dizer: “o que deve ser feito” ou “o que não deve ser feito”, bem como não são juízes para “julgar” o que é o “certo” e o que é o “errado”. Consultores competentes se associam aos produtores de maneira inteligente, compreendendo a demanda de cada um e “sugerindo” alternativas para cada produtor conduzir sua atividade. Em post anterior comentei muito sobre isso (papel da assistência técnica numa propriedade) – para acessá-lo clique:

http://www.milkpoint.com.br/mypoint/11521/p_o_papel_do_consultor_tecnico_especializado_quando_devemos_procuralo_215.aspx.

A decisão sobre o caminho a ser seguido e a condução do “negócio” como um todo, na minha opinião particular, é de responsabilidade do produtor/capitalista.

Acredito que o tema por ser complexo e extenso, acaba gerando discussões e dissertações muitas vezes desfocadas. Precisamos, antes de tudo, saber distinguir o que é: paixão (aspecto emocional) e o que é: razão (aspecto prático, econômico-financeiro e técnico).

Em poucas palavras: não há um sistema de produção único e perfeito. Bem como, não há meios de se introduzir uma técnica ou sistema que consiga suprir e resolver os desafios em se produzir leite competitivamente. O que existe é trabalho. E são dois os “tipos de trabalho” possíveis de se encontrar (como tudo na vida): o bem feito e o mal feito.

A meu ver, cada pecuarista/produtor de leite deve fazer uma análise fria: qual é o melhor sistema para o meu caso (a minha propriedade), em particular? De acordo com as condições climáticas, topográficas, fertilidade do solo, mão de obra disponível, qualidade da mão de obra, assistência técnica disponível, etc, haverá, de modo racional, sempre uma melhor alternativa/escolha.

Muitas vezes o aspecto emocional, acaba atrapalhando. Diversas propriedades têm enorme potencial para produção a pasto e não aproveitam a oportunidade. O contrário também ocorre, ou seja, determinada área é infinitamente propícia a implantação de um sistema de produção confinado e o mesmo acaba sendo preterido ao pastejo.

É importante destacar que, certamente, não existe um um sistema melhor ou pior que outro. O que existe é um sistema bem conduzido e um mal conduzido, seja ele a pasto ou confinamento. Discutir os casos de fracasso ou sucesso de cada um deles é uma verdadeira perda de tempo. Digo isso porque a produção de leite não é somente um caso de técnica (racionalidade) xs oportunidade e escolha mais indicada de um determinado sistema de produção para se obter a “chave do sucesso”. A produção de leite é uma atividade ímpar no setor agropecuário, que exige por parte do produtor muita dedicação e, principalmente aptidão ao negócio. Definitivamente, não é uma atividade para qualquer um.

Há pouco tempo estive conversando com representante de uma empresa fabricante de ordenha mecanizada. Perguntei como estava o mercado e o mesmo me disse que estava “reagindo” e que inclusive tinha vendido um projeto em fase de implantação numa fazenda próxima. Verifiquei algumas fotos e perguntei como estava indo a obra. A resposta: “vai indo bem, só que o proprietário mal aparece na obra”. O interessante é que o valor investido, no caso, não foi baixo. Pode ser que o projeto venha a dar certo. Torço. No entanto, esta mentalidade e conduta não são compatíveis com os desafios do setor. Acompanhar de longe, ao meu ver, nem pensar! Mesmo acertando na escolha ou dimensionamento de um dado sistema.

Por quê isso ocorre (implantação de um sistema de produção inadequado)? Por quê o aspecto emocional muitas vezes é mais forte do que o aspecto racional? Segundo Tchecov, “O homem é aquilo que ele acredita!”. Simples. Racionalmente, tudo pode indicar, por exemplo, numa dada circunstância, a adoção de um projeto para produção de leite via pastejo rotacionado ou confinamento. Aí eu é que faço a pergunta: “mas se o produtor acredita no confinamento??!!”. A empatia é um fator muito importante e que todos devem saber lidar e respeitar, por mais difícil que isso seja! Por isso que considero esta discussão de certa forma inócua.

Eis outro exemplo. Trata-se de uma propriedade no mercado área há mais 30 anos. Começou pequena, sem grandes investimentos, situada em área de solo pouco fértil, com enormes desafios. Os animais eram de baixo potencial genético e o sistema adotado foi o pastejo intensivo (rotacionado). Com o passar dos anos, o rebanho foi sendo modificado, a genética melhorou muito e novas demandas e desafios foram surgindo, sendo necessária a mudança do sistema de pastejo para confinamento total. Em ambas as fases da propriedade, os sistemas foram muito bem conduzidos. Posteriormente em função de problemas extemporâneos, o produtor/capitalista/investidor, resolveu novamente voltar ao tradicional sistema a pasto, só que com uso de maior tecnologia (melhor qualidade de forragem), mantendo desta vez o antigo rebanho do sistema confinado (vacas holandesas de elevado potencial de produção). Atualmente os índices de produtividade desta propriedade são bastante interessantes e equiparáveis ao sistema confinado de outrora.

E agora? O que é o certo? O que é errado? Qual é o melhor sistema de produção?

Dicussão eterna...

Tudo depende. Diferentes demandas, diferentes realidades, diferentes capacidades... eu respeito todo sistema de produção bem conduzido. E você?!

PS - concordando ou não com o conteúdo, parabéns ao Guilherme Alves de Mello que tem conduzido um dos maiores debates de todos os tempos do MilkPoint!!
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Ramon Benicio Lima da Silva
RAMON BENICIO LIMA DA SILVA

NITERÓI - RIO DE JANEIRO

EM 25/05/2010

Prezados João Paulo, Fernando e demais debatedores,

O seu texto é bastante claro e objetivo e tenho certeza que suas colocações valem em integral teor para todos que estão envolvidos em produzir leite com qualidade e quantidade e para isso tem que se valer de técnicos competentes e com ampla visão de todos os aspectos da atividade.

O tema confinamento versus pasto não termina e nem se esgotará nos debates que acontecem aqui no Milkpoint, pois ensejam a paixão que todos os produtores têm pela atividade, acredito que ainda por muitos anos ainda estaremos a discutir este assunto. E certamente destes debates ainda surgirão contribuições importantes que façam com que todos os sistemas evoluam.

Como já tive oportunidade de colocar, em alguns fóruns do qual participo, a opção pelo sistema de produção está relacionado com condições pré-existentes que devem ser analisadas em conjunto pelo empreendedor e por técnicos e assim definir o projeto. Da mesma forma que haverá certamente uma tecnificação dos sistemas e processos produtivos buscando a excelência, a agropecuária passará a ser cada vez mais uma atividade multidisciplinar, num futuro não muito distante veremos a engenharia de meio ambiente, hidrologia, engenharia química, matemática, e outras disciplinas começarem a analisar os processos produtivos na agropecuária. Pode ser que chegando neste estágio saibamos por quais caminhos a pecuária de leite irá enveredar na obtenção de resultados maximizados e no uso otimizado dos meios de produção.

Ao Fernando gostaria de mais uma vez agradecer por sua referência e dizer que continuo trabalhando no IEFP, quem sabe no Interleite 2010 poderei explicar melhor o conceito e torná-lo mais palatável.

Mais uma vez parabéns pelo artigo e um grande abraço a todos.
Ramon Benicio
Fernando Andrade Garcia
FERNANDO ANDRADE GARCIA

ENTRE RIOS DE MINAS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 09/05/2010

Caro João Paulo,
Parabéns pela clareza, na sua exposição.
Concordo com você e acrescento o conceito de vocação, como diferencial para as coisas funcionarem ou não em pecuária de leite. Inclusive nos diferentes sistemas de produção.
Senti como vc a provocação em relação a classe técnica, pois sou veterinário e produtor/empresário então vejo e sinto, sempre os dois lados da moeda... e tb percebi a cultura e a capacidade do Sr. Guilherme, como advogado e além do mais trabalhista, para conduzir essa enorme discussão, sem dúvida a maior que já vi no Milkpoint.
Discordo apenas quando vc diz que ela seja inócua, pois na verdade pela acalorada participação de economistas, técnicos e produtores/empresários, já mostrou que precisamos desse espaço, afinal ninguém ficaria acompanhando uma discussão de 17/09/09 até hoje se não estivesse sendo interessante... apareceram temas como importancia do cooperativismo, várias opiniões sobre cálculos dos custos de produção e retorno sobre capital, etc... e até idéias revolucionárias como a do Sr. Ramón sobre o Indice de Eficácia Financeira Protéica IEFP, senão me engano. Essa troca de idéias e experiências é muito importante e nosso setor pela própria distancia geográfica entre as propriedades, sempre foi muito isolado (consequentemente dominado) pois sempre ficamos preocupados somente da porteira para dentro. Na minha opinião esse espaço gerado e catalizado pela carta com as opiniões pessoais do Sr. Guilherme mostrou que existem pessoas demandando um espaço de discussões e trocas. Mais uma vez Parabéns pelo seu texto.
Um forte abraço
Fernando
Antônio Elias Silva
ANTÔNIO ELIAS SILVA

CAMPO ALEGRE DE GOIÁS - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 26/03/2010

Caro João Paulo,

No último email, queria me dirigir a vc, e acabei errando e colocando Guilherme. Deve ser pq falávamos do texto dele.

Pelas discussões sobre o texto do sr. Guilherme, que parecem estar encerradas lá, infelizmente, depreende-se que o confinamento total parece ser a melhor opção para produtores com plantéis altamente produtivos (acima de 30 litros/dia), o que geralmente acontece com vacas holandesas. Ademais, se a região for de terras caras e com gde disponibilidade de grãos e subprodutos para alimentação artificial do rebanho, o confinamento total torna-se ainda mais atraente. Parece não requerer escala para a viabilidade; no entanto, qto maior a produção, mais viável, pois diluem-se os custos fixos.

Um abraço,

Antônio Elias
João Altair Albertti Jr
JOÃO ALTAIR ALBERTTI JR

CAMPO MOURÃO - PARANÁ - ESTUDANTE

EM 26/03/2010

Prezado João

É imprecionante como você consegue conduzir com propriedade este tema,e concordo plenamente com você, que cada proriedade tem suas particularidades e que, oque da certo na proptiedade do meu visinho, pode não dar certo na minha, por isso acredito que cada produtoe deve anailzar juntamente com seu consultor técnico todas as variáveis ja citadas por você, para conseguir chegar a uma conclusão do que seria mais adequado para sua propriedade, não esqueçendo que o modismo da produção nunca deve ser levado unicamente como parâmetro para a escolha de um sistema de manejo.
João Paulo V. Alves dos Santos
JOÃO PAULO V. ALVES DOS SANTOS

LENÇÓIS PAULISTA - SÃO PAULO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 25/03/2010

Prezado Fabiano,

Agradeço suas palavras e considerações.

Um abraço!
Fabiano Barboza
FABIANO BARBOZA

ARARAS - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 25/03/2010

Caro Joao Paulo,
Primeiramente gostaria de parabeniza-lo pelo artigo.
Concordo plenamente com voce quando diz que nao ha um sistema de producao unico e perfeito. Isso eh obvio, pois todos os sistemas, em meu ponto de vista, possuem seus pros e contras. Qualquer sistema pode ter um otimo gerenciamento e apresentar excelentes resultados, ou ter pessimo gerenciamento e apresentar resultados nem um pouco atraentes. Tambem concordo que esse tipo de discussao sera infinita, mas creio que a mesma seje, de tal modo, benefica, pois ajuda algumas pessoas ampliarem seus conhecimentos a tomarem certos rumos. Porem, creio eu, que tambem eh importante nao se deixar levar por ilusoes e acabar "caindo em armadilhas".
Mais uma vez, concordando com suas palavras em relacao a importancia da escolha de um determinado sistema de producao, devendo-se analisar diversos fatores, principalmente em relacao ao conhecimento tecnico, tanto do produtor quanto do consultor e da mao de obra que sera empregada. Pois nao haveria relevancia alguma, instalar um tipo de sistema "X" em alguma propriedade, sendo que o conhecimento de ambos seja voltado para o sistema "Y" de producao, o que, provavelmente, resultaria em negocio mal conduzido.
Creio tambem, que seria muito importante analisar o montante de capital disponivel para o investimento inicial e a suposta producao a ser atingida, pois esses fatores revelariam se o sistema seria uma boa oportunidade ou nao.
Mais uma vez, parabens pelo artigo.
Atenciosamente,
Fabiano.
João Paulo V. Alves dos Santos
JOÃO PAULO V. ALVES DOS SANTOS

LENÇÓIS PAULISTA - SÃO PAULO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 23/03/2010

Prezado Guilherme,

Sua solicitação será atendida. Em breve, o link com acesso para o Blog: Porteira Adentro e acesso a este post será inserido na seção de comentários do seu artigo.

Um abraço!

Guilherme Alves de Mello Franco
GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO

JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 23/03/2010

Prezado João Paulo: Gostaria que você tivesse colocado seu ponto de vista no debate que se formou em torno de meu artigo, para que todos (tenho a certeza que muitos tiveram a mesma visão que você) pudessem ter acesso ao mesmo e opinar. Afinal, somos todos voltados para um só norte, a paixão pela pecuária leiteira.
Um abraço,

GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO
FAZENDA SESMARIA - OLARIA - MG
Francisco Amaro Mira
FRANCISCO AMARO MIRA

ITUVERAVA - SÃO PAULO - REVENDA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS

EM 23/03/2010

Quero parabenizr a todos os participantes pela maneira saudável e democrática das colocações e esclarecimentos objetivos com tema de tamanha importância para todos os envolvidos nesta tão sofrida e injustiçada cadeia que é a de PRODUÇÃO DE LEITE. Só os governantes não acordam ou melhor não acenam pelo menos com alguma coisa de sua parte que seja louvável ou que justifique dinâmica sòmente na cobrança e recolhimento de tributos. Notem bem T3Ibutos.
João Paulo V. Alves dos Santos
JOÃO PAULO V. ALVES DOS SANTOS

LENÇÓIS PAULISTA - SÃO PAULO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 16/03/2010

Prezado Antônio,

O próprio Guilherme esclareceu que não teve a intenção sequer de ofender os técnicos.

Creio que todos entenderam que este não seria o "foco" principal e o objetivo do texto do Guilherme.

É importante que todos se manifestem. Eu entendi também dessa forma. Não fiquei ofendido (afinal também sou técnico), mas acho que temos sempre tomar cuidado com o "teor" das palavras que podem ser mal-interpretadas, uma vez que bons profissionais podem dizer até mais do que esperamos, por quê não? Enfim, creio que sobre este ponto a manifestação do próprio Guilherme neste espaço foi bem esclarecedora.

O importante é a discussão e manifestação das opiniões. E as colocações do artigo do Guilherme foram importantes para levantar e promover o debate!

Quando digo que é inócua é quis passar mais a idéia de que é quase que... infinita. Quando um produtor trabalha de modo eficiente em seu sistema de produção, geralmente apresenta dados que justificam a sua permanência na atividade com o sistema escolhido e torna-se difícil a contestação de alguns dados e argumentos. Não existe uma única verdade ou a "verdade verdadeira".

Quanto ao ponto de intersecção, muito bem lembrado e colocado. Realmente este é um aspecto importante e pode ser um "norte" para caminharmos consistentemente!

Obrigado pelas considerações e participação.

Um abraço, até!
Antônio Elias Silva
ANTÔNIO ELIAS SILVA

CAMPO ALEGRE DE GOIÁS - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 16/03/2010

Prezado João Paulo,

Estou participando da discussão sobre produção em confinamento total, e, de nenhuma forma, acho-a inócua. Aprendi muito e mudei minhas concepções.

A meu ver, os técnicos enfatizam mais o aspecto tecnológico, e geralmetne não levam em conta o lado gerencial, da viabilidade econômica. Ir à lua é possível (tecnicamente), mas nem sempre é viável. O produtor tem de operar na intersecção da curva do tecnologicamente possível e do economicamente viável. Não podemos perder de vista esse ponto.

No entanto, concordo que a resistência cultural (em termos de valores, costumes) dos produtores torna difícil mudar a idéia deles em relação à adoção de um sistema mais viável.

Interpretei que no artigo o autor em tela simplesmente quis revelar algo que somente a experiência revela. Não vi nenhuma ofensa aos técnicos.

Att.,
Antônio Elias
João Paulo V. Alves dos Santos
JOÃO PAULO V. ALVES DOS SANTOS

LENÇÓIS PAULISTA - SÃO PAULO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 16/03/2010

Prezado Guilherme,

Note que no meu post escrevo que seu artigo "passa a idéia generalizada..." o que é diferente de dizer que o Sr. "afirmou".

Obrigado pelos seus esclarecimentos e participação. Faça do nosso blog uma extensão e veículo para expressar adequadamente seu ponto de vista sobre o tema.


Um abraço, até!
Guilherme Alves de Mello Franco
GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO

JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 16/03/2010

Prezado João Paulo: Senti-me na obrigação de responder a você para esclarecer um ponto de sua afirmação, que, no meu entendimento, não condiz com a realidade. Em momento algum dissse que os técnicos são "incompetentes", só afirmei que os que defendem o leite a pasto omitem algumas informações que são cruciais e destinam seus tempos numa produção que poderia ser muito maior, se voltada a um sistema realmente eficiente, que é o confinamento total. Respeito muito a todos eles, inclusive ao Sr. Augusto Chinellato, tanto que tenho técnicos a meu serviço e tenho a certeza de que, se assim não o fosse, não teria nenhuma chance de sucesso.
Um abraço,


GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO
FAZENDA SESMARIA - OLARIA - MG
João Paulo V. Alves dos Santos
JOÃO PAULO V. ALVES DOS SANTOS

LENÇÓIS PAULISTA - SÃO PAULO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 16/03/2010

Prezado Marco,

Agradeço muito suas palavras e obrigado por interagir em nosso blog!

Realmente gostamos do que fazemos e procuramos fazer sempre da melhor maneira possível.

Um abraço, até!!
Marco Antonio Parreiras de Carvalho
MARCO ANTONIO PARREIRAS DE CARVALHO

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS

EM 16/03/2010

Caríssimo João Paulo,
Tenho lido no nosso milkpoint muitas opiniões, editoriais, entrevistas etc,etc.
Mas o que voce escreve, em tudo por tudo, é sem retoques (no meu ponto de vista)!
Claro que você com este pensar é muito feliz no que faz!
Parabéns!
Marco Antonio P. Carvalho
Qual a sua dúvida hoje?