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  2. Produção de leite

Gestão eficiente da propriedade leiteira: quais ferramentas utilizar?

Uma gestão eficiente deve se basear em registrar as informações, aplicá-las em ferramentas inteligentes, para assim tomar decisões. Confira algumas ferramentas.

Publicado por: LiBovis - UFRRJ

Publicado em: 02/01/2024 - 10 minutos de leitura

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Para uma gestão eficiente dentro de uma fazenda, o primeiro a se pensar é no registro de toda informação. O produtor ou gestor da propriedade rural deve iniciar sua pesquisa conhecendo a região onde está inserido e em qual mercado pretende atuar, para assim traçar a melhor estratégia para sua propriedade.

Em seguida, é necessário avaliar a capacidade de tecnificação, por isso uma avaliação financeira também deve compor a análise, reconhecendo hoje que muitas propriedades com padrões elevados de competitividade apresentam taxas maiores de recursos tecnológicos e de informação.

Considerando a pecuária leiteira, informações zootécnicas são indispensáveis para essa gestão. Um bom registro de informações permite o desenvolvimento de estratégias de curto a longo prazo, garantindo confiabilidade às mudanças que se almeja, para se pensar onde estarão os recursos para inovação de técnicas que melhorarão a comercialização de produtos. Mas só o registro para o gerenciamento de informações, não se adequa a todas as realidades e não é suficiente, é necessário saber aplicar o que foi registrado.

Muitos pesquisadores falam sobre a importância de análises de rentabilidade, eficiência técnica, gestão de pessoas, custos e qualidade de leite para produção e de ferramentas eficientes para todas as fazendas, incluindo as menos tecnificadas.

Uma gestão eficiente deve se basear em registrar as informações, aplicá-las em ferramentas inteligentes, para assim prever ou prospectar comportamentos futuros, sabendo-se que se as informações não tiverem confiabilidade e boas ferramentas não forem aplicadas, as estratégias criadas não serão eficientes para manutenção da propriedade a longo prazo.

Para iniciar uma gestão eficiente, é necessário que primeiramente a escrituração zootécnica, que são anotações em fichas individuais por animal das técnicas e práticas executadas ou observadas sobre toda a estrutura da produção. Assim, é possível obter dados importantes que auxiliarão no planejamento da produção, pois os índices zootécnicos serão os indicadores que refletirão a produtividade do sistema de produção. Os dados mais importantes e que devem ser registrados são:

  1. Identificação e registro individual: cada animal deve ser identificado de maneira única para facilitar o acompanhamento individual. O registros detalhados devem incluir data de nascimento, origem, raça, sexo e histórico genealógico, entre outros.
     
  2. Controle reprodutivo: a escrituração zootécnica deve abranger informações sobre o ciclo reprodutivo dos animais, como datas de cobertura ou inseminação artificial, e qual touro ou sêmen foi utilizado, diagnóstico de gestação, previsão e dia correto do parto. Anotações sobre problemas reprodutivos e medidas corretivas adotadas também devem ser registradas.
     
  3. Desempenho produtivo: registro do ganho de peso diário ou semanal, bem como registros de produção de leite diário ou por lactação e duração da mesma, dados fundamentais para avaliar a eficácia da alimentação e identificar problemas de saúde.
     
  4. Controle sanitário: registro das vacinações, tratamentos preventivos e curativos. A detecção precoce de doenças e a manutenção de um programa de vacinação eficiente são essenciais para a saúde do rebanho e consequente lucratividade.
     
  5. Manejo alimentar: anotações sobre o tipo de alimentação fornecida, incluindo tipo, quantidade e frequência. O consumo diário por animal e ajustes necessários que eventualmente são feitos devem ser registrados, pois são úteis para avaliação do desempenho em relação à eficiência alimentar.
     
  6. Monitoramento genético: acompanhamento de características genéticas relevantes para a produção, como taxa de reprodução, resistência a doenças e características de qualidade de carne ou leite.
     
  7. Monitoramento do comportamento animal: observações sobre o comportamento dos animais, indicando sinais de estresse, agressividade ou outros aspectos relevantes, úteis na seleção de animais que devem ou não permanecer no rebanho.
     
  8. Análise econômica: discutida mais detalhadamente a seguir.

Quando possível, deve-se ter alguma tecnologia da informação com utilização de sistemas informatizados para facilitar a escrituração zootécnica, permitindo análises mais rápidas e precisas. A coleta de dados deve ser regular, e a análise dessas informações é crucial para identificar áreas de melhoria, ajustar estratégias de manejo e, consequentemente, otimizar a produtividade e a lucratividade da fazenda. Além disso, a capacitação da equipe envolvida na coleta e interpretação dos dados é fundamental para garantir a precisão e relevância das informações registradas.

O planejamento da produção depende da análise econômica que também deve fazer parte da escrituração zootécnica. A partir das informações de custos e receitas, pode-se aferir qual a renda bruta, lucro e a rentabilidade do sistema produtivo, estimando assim a sua viabilidade ao longo dos anos. Essa avaliação econômica em uma fazenda de gado leiteiro é um elemento crucial para a gestão eficiente e lucrativa. Ela fornece informações essenciais para os produtores tomarem decisões, otimizarem recursos e maximizarem os resultados financeiros. Os principais pontos que devem compor essa avaliação:

  1. Custo de produção: levantamento detalhado dos custos associados à produção de leite, incluindo os gastos provenientes da escrituração como alimentação, medicamentos, mão de obra, instalações, equipamentos e demais gastos, para chegar ao cálculo do custo por litro de leite produzido.
     
  2. Receitas: registro das receitas provenientes da venda de leite e, se aplicável, de subprodutos como carne ou esterco, considerando o acompanhamento das variações sazonais das receitas.
     
  3. Gestão do rebanho: monitoramento do tamanho do rebanho em relação à capacidade da fazenda. Avaliação da necessidade de expansão ou redução do rebanho com base na demanda de mercado e capacidade produtiva.
     
  4. Investimentos em tecnologia e infraestrutura: análise dos investimentos em tecnologias que possam melhorar a eficiência, como sistemas de ordenha automatizados. Avaliação da infraestrutura constantemente, incluindo instalações e equipamentos, para garantir que estejam alinhados com as necessidades da produção.
     
  5. Gestão financeira e controle de fluxo de caixa: manutenção de registros financeiros precisos com análise do fluxo de caixa para garantir a liquidez necessária para as operações diárias e investimentos futuros. Nesse ponto, fazemos também a análise de rentabilidade por animal (com os indicadores de desempenho - produção média diária por vaca e eficiência na conversão alimentar), identificando os mais produtivos e rentáveis, para tomada de decisões sobre a permanência ou venda de animais com base na sua contribuição para os resultados econômicos.

Com os índices zootécnicos em mãos, é possível compará-los com os parâmetros de produtividade esperados em uma boa propriedade e assim averiguar se ela está atendendo a esses padrões. Caso esteja, então pode-se inferir que a propriedade é rentável; caso não esteja, é possível que ela trará prejuízos ao produtor e quais fatores podem ser melhorados.

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É muito importante que o gestor considere os indicadores econômicos e a escrituração zootécnica como um todo, uma vez que só dessa forma é possível traçar o melhor planejamento para aquela propriedade. Trabalhar tais parâmetros em conjunto permite a seleção das ferramentas de gestão mais adequadas para a situação. Algumas das ferramentas mais utilizadas são a análise SWOT, a matriz GUT, o diagrama de Ishikawa e a matriz 5W2H.

A análise SWOT que indica Strengths (forças), Weaknesses (fraquezas), Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças),  avalia os aspectos internos da propriedade (forças e fraquezas) e externos que influenciam a propriedade (oportunidades e ameaças), possibilitando uma ampla gestão do empreendimento. Como exemplo podemos fazer uma matriz SWOT pensando nos seguintes pontos:

análise swot

Os produtores de leite podem identificar estrategicamente áreas que precisam ser fortalecidas, ameaças que requerem mitigação e oportunidades que podem ser exploradas. Essa abordagem de matriz ajuda na formulação de estratégias que visam otimizar a produção e promover a sustentabilidade econômica da fazenda de gado leiteiro.

A matriz GUT relaciona Gravidade (G), Urgência (U) e Tendência (T) atribuindo índices de 1 a 5 a essas variáveis. A gravidade indica o quão sério é o problema (varia de 1 – pouca gravidade a 5 - extremamente grave), a urgência refere-se à necessidade de resolvê-lo rapidamente (varia de 1 – pouco urgente a 5 - extremamente urgente) e, a tendência indica se a situação está piorando ou melhorando (1: melhorando, 2: estável, 3: inconstante, 4: piorando, 5: piorando rapidamente). Segue um exemplo para propriedades leiteiras em época de estiagem:

análise GUT

Para cada problema ou oportunidade, o valor GUT é calculado multiplicando o valores de Gravidade, Urgência e Tendência (GUT = G x U x T). Neste exemplo, o problema relacionado à "Falta nutrientes na alimentação" recebe a maior prioridade devido ao seu alto valor GUT. Isso indica que é uma situação grave, urgente e com uma tendência a piorar se nada for feito. Os gestores podem, então, desenvolver um plano de ação para abordar essa questão antes de se concentrarem em outros problemas identificados.

Outra ferramenta que pode ser utilizada é o Diagrama de Ishikawa que constitui a construção de uma figura em forma de espinha de peixe que expõe como diversas causas podem se relacionar entre si como diferentes causas de um mesmo problema.

O diagrama pondera que os problemas podem ser distribuídos em seis tipos diferentes de causas, são eles: método, o quanto a forma de trabalho instigou o problema; máquina, conservação e uso correto da mesma; medida, verificação e métricas adequadas para aquele processo; meio ambiente, influência do ambiente na ocorrência do problema; mão de obra, nível de qualificação do executor do processo e o material, qualidade da matéria prima utilizada para a fabricação do produto final. A seguir, o diagrama aplicado para avaliar a alta CCS de um rebanho (Figura 1):

Figura 1. Diagrama de Ishikawa em relação a alta CCS.

Diagrama de Ishikawa

Fonte: Barreto e Piza (2017).

 

No diagrama observa-se que em “máquina” nenhuma possível causa foi detectada, considerando equipamento em condições adequadas de operação.

Há também a matriz 5W2H que proporciona a definição de um plano de ação para determinada situação a partir das perguntas “What?” (o que?), “Who?” (quem?), “When?” (quando?), “Where?” (onde?), “Why?” (por que?), “How?” (como?) e “How much?” (quanto custa?), atribuindo, dessa forma, responsabilidades aos envolvidos no problema. A seguir, um exemplo de matriz 5W2H para melhorar a eficiência da produção leiteira:

matriz 5W2H

Esta matriz ajuda a organizar e esclarecer as etapas necessárias para melhorar a eficiência na produção de leite, fornecendo uma visão clara do que precisa ser feito, por quê, onde, quando, por quem, como e qual será o custo associado. Isso pode ser uma ferramenta valiosa para o planejamento e novos investimentos na produção leiteira.        

Conclusões

Uma gestão eficiente é indispensável quando se pensa em um sistema de produção que se sustente economicamente, englobando desde a esfera da informação até a esfera econômica, passando primeiramente pela escrituração zootécnica, fundamental para o início de qualquer planejamento pecuário e, finalizando com ferramentas que tornem possível o gerenciamento da fazenda.

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Considerando os conceitos e ferramentas aqui discutidos, o produtor pode estabelecer um gerenciamento mais adequado e organizado, a fim de ter maior apoio em suas tomadas de decisão. Dessa forma, espera-se impulsionar a produção de leite, tornando-a sustentável economicamente, o que significa diminuição dos custos e aumento da rentabilidade.

 

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Autores:
Alice Andrade Nóbrega Ferreira - Discente do curso de Medicina Veterinária, UFRRJ, Membros LiBovis; 

Carolina Araujo de Farias - Discentes do curso de Medicina Veterinária, UFRRJ, Membros LiBovis; 

Ana Paula Lopes Marques - Orientadora, LiBovis-UFRRJ

 

Referências

BARRETO, V.; C. S.; DE TOLEDO PIZA, M. W. Aplicação do diagrama de Ishikawa visando a orientação de produtores de leite: estudo de caso no centro oeste paulista. In: VI Jornacitec-Jornada Científica e Tecnológica, 2017.

BASSOTO, L. C.; BENEDICTO, G. D.; PUTTI, F. F. Estratégias de gestão em propriedades leiteiras de Minas Gerais. Revista Eletrônica de Estratégia & Negócios, v. 15, n. 1, p. 60-84. 2023.

FAVORETO, R. L.; SERRA, F. A. R. Ambiente e estratégia: proposições para médias empresas familiares. RPCA, Rio de Janeiro, v. 11, n. 1, p. 159-178, jan./mar. 2017.

LEITE, M. S. R.; GASPAROTTO, A. M. S. ANÁLISE SWOT E SUAS FUNCIONALIDADES: o autoconhecimento da empresa e sua importância. Revista interface tecnológica, v. 15, n. 2, p. 184-195, 2018.

LOPES, M. A.; REIS, E. M. B.; DEMEU, F. A.; MESQUITAS, A. A.; ROCHA, A. G. F.; PELEGRINI, D. F.; FARIA, J. G. K.; TEIXEIRA JUNIOR, F. E. P. Uso de ferramentas de gestão na atividade leiteira: um estudo multicasos em Uberlândia, MG. Revista Agropecuária Técnica, v.39, n.1, p.73-86, 2018.

‌REIS, E. M. B.; VIEIRA, J. A.; LOPES, M. A.; DEMEU, F. A.; BRUHN, F. R. P. Identificação de pontos fracos e fortes associados à qualidade do leite em propriedade leiteira de agricultura familiar. PUBVET, v.11, n.9, p.889-900. 2017.

TEIXEIRA JÚNIOR, F. E. P.; RUAS, J. R. M.; LOPES, M. A.; COSTA, M. D. da; PIRES, D.A. de A.; ROCHA JÚNIOR, V. R. Effect of different alternative roughages on the profitability of milk production systems with F1 Holstein x Zebu cows. Revista Ceres, Viçosa, v. 63, n. 6, p. 807-815, dec. 2016.

TRUCOLO, Ana Cristina et al. Matriz GUT para priorização de problemas–Estudo de caso em empresa do setor elétrico. Revista Tecnológica, v. 5, n. 2, p. 124-134, 2016.

VASCONCELOS, Carlos Wandel Trindade de. Aplicação da ferramenta diagrama de ISHIKAWA em um processo de SMT (Surface Mount Technology). 2021. 36f.  TCC (Graduação em Tecnologia Eletrônica Industrial) – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas, Campus Manaus, Distrito Industrial, 2021.

 

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Material escrito por:

LiBovis - UFRRJ

LiBovis - UFRRJ

A Liga de Bovinos, LiBovis, é um grupo de estudos constituído por alunos de graduação em Medicina Veterinária e áreas afins da UFRRJ. Tem como objetivos estudar, compreender e defender os interesses da bovinocultura contribuindo para sua valorização.

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Marius Cornélis Bronkhorst
MARIUS CORNÉLIS BRONKHORST

ARAPOTI - PARANÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 02/01/2024

Autores do artigo acima .
Concordo que tido tem que ser registrado e anotado e o sistema usado deve mostrar aonde e como estamos .
Mas algo que falta em muitos destes artigos é que se esquece que o rendimento do rebanho entra pela boca .
Sendo este o ponto principal para um bom desempenho de rebanho a pergunta é uma só.
Produzir o melhor volumoso e em volumes suficientes para virar 365 e ter ainda uma reserva de volumoso para mais 120 dias para não afetar o rebanho produtivo e em consequência o seu rendimento .
LiBovis - UFRRJ
LIBOVIS - UFRRJ

SEROPEDICA - RIO DE JANEIRO - PESQUISA/ENSINO

EM 07/02/2024

Marius, colocação perfeita! Por isso citamos o "manejo alimentar" como escrituração importantíssima para a produção: "anotações sobre o tipo de alimentação fornecida, incluindo tipo, quantidade e frequência" e por fim frisamos a importância desse dado compor a planilha de custos de produção e esse custo ser inserido em todas as ferramentas possíveis de análise para melhora e ajustes de produção.

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