Saúde do rebanho: a importância de manter a vacinação em dia

Seguir os protocolos de vacinação do gado leiteiro garante saúde do rebanho, mais produtividade e evita prejuízos. Veja como proteger seus animais.

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A vacinação do gado leiteiro é crucial para a saúde do rebanho e para evitar perdas econômicas. A veterinária Sophie Prichard destaca que seguir os protocolos de vacinação, como o da Diarreia Viral Bovina, é vital. A escolha das vacinas deve considerar o histórico da fazenda e requer acompanhamento técnico. Um calendário vacinal atualizado reduz custos com tratamentos e melhora a produtividade, integrando a vacinação com outras práticas de saúde animal.

Seguir corretamente os protocolos de vacinação do gado leiteiro é fundamental para manter a saúde do rebanho e evitar prejuízos econômicos. A vacinação protege contra doenças infecciosas que comprometem a produção de leite, e qualquer atraso no cronograma pode deixar os animais expostos, alerta a veterinária Sophie Prichard, de Pembrokeshire. 

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De acordo com Sophie, seguir as fichas técnicas recomendadas maximiza os investimentos em saúde animal e mão de obra. Um exemplo é a vacina contra a Diarreia Viral Bovina (BVD), essencial para prevenir infecções persistentes em bezerros. As vacinas vivas modificadas contra BVD devem ser aplicadas pelo menos três semanas antes da inseminação, enquanto as vacinas inativadas seguem protocolos diferentes, exigindo atenção redobrada do produtor.

A definição das doenças a serem vacinadas depende de fatores como histórico sanitário da fazenda, status do rebanho e exigências contratuais. No entanto, a vacinação deve ser parte de uma estratégia mais ampla de controle de doenças, que também envolve nutrição balanceada, biossegurança e gestão ambiental.

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Além da prevenção, manter um calendário vacinal atualizado reduz significativamente os custos com tratamentos corretivos, internações e perdas produtivas. Doenças infecciosas podem comprometer a qualidade do leite, reduzir a longevidade das vacas e aumentar a taxa de descarte, impactando diretamente a rentabilidade da fazenda. A prevenção, nesse caso, é sempre mais barata e eficiente do que lidar com surtos.

Outro ponto essencial é o acompanhamento técnico. Contar com a orientação de um médico-veterinário garante que o protocolo adotado seja adequado à realidade do rebanho e da região. Esse suporte também ajuda a escolher os produtos corretos, planejar o manejo e integrar a vacinação com outras práticas de saúde animal, como o controle de parasitas e a análise periódica do status imunológico dos animais.

Manter o calendário em dia garante proteção, aumenta a produtividade e reduz riscos de perdas. Um manejo sanitário eficiente começa com planejamento, orientação veterinária e execução correta de cada etapa.

As informações são do Dairy News Today, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint

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