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Retenção de placenta e endometrite subclínica: prevalência e relação com o desempenho reprodutivo de vacas leiteiras mestiças

postado em 16/12/2016

2 comentários
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Autores do artigo:
Rodrigo R. Buso, Carla C. Campos, Ricarda M. Santos
Faculdade de Medicina Veterinária – Universidade Federal de Uberlândia


A ocorrência de doenças que afetam o trato reprodutivo da fêmea bovina no pós-parto interfere na lucratividade da pecuária leiteira, uma vez que essas são responsáveis pela elevação dos custos com tratamentos, descarte de fêmeas devido sucessivas falhas na concepção, além da redução na produção de leite (Sheldon & Dobson, 2004; Sheldon et al., 2009).

Após o parto, para que a vaca esteja apta a conceber novamente, é necessário que vários processos ocorram, sendo eles a involução uterina, a regeneração do endométrio, a eliminação do conteúdo bacteriano do útero e a retomada da atividade cíclica ovariana (Sheldon et al., 2008). O risco da ocorrência de doenças uterinas é aumentado quando existem falhas em um ou mais desses processos, reduzindo assim a fertilidade de vacas leiteiras (Djuricic et al., 2012). Além disso, fatores endócrinos, imunológicos, genéticos, de manejo e suas interações contribuem para o aumento na incidência de infecções uterinas.

O desempenho reprodutivo das vacas leiteiras da raça Holandesa é comprometido pela ocorrência das doenças uterinas devido à menor taxa de concepção ao primeiro serviço, maior duração do intervalo parto-concepção, aumento do número de serviços por concepção e consequentemente aumento da taxa de descarte.

Objetivou-se avaliar os efeitos do tipo de parto (eutócico vs. distócico) e do período do ano (chuvoso vs. seco) sobre a prevalência de retenção de placenta e de endometrite subclínica, verificar a relação entre as duas patologias, bem como os efeitos dessas sobre a taxa de descarte, duração do período de serviço (PS) e número de inseminações artificiais (IA) por concepção em vacas leiteiras mestiças.

O experimento foi realizado em nove fazendas comerciais leiteiras localizadas na região do Triângulo Mineiro, Minas Gerais. O período de coleta de dados foi de novembro de 2013 a outubro de 2014. Dados referentes a 462 partos de vacas da raça Girolando com composição genética variando entre 1/2 a 7/8 Holandês x Gir foram registrados. Somados, os rebanhos das propriedades eram compostos por 695 vacas em idade adulta, sendo 554 vacas em lactação, ordenhadas mecanicamente duas vezes ao dia sem bezerro ao pé, com produção média diária de 17,3 Kg de leite por vaca.

O manejo nutricional adotado era semelhante entre as fazendas. No período chuvoso (novembro a abril) consistia em pastejo rotacionado em gramíneas tropicais e no período seco (maio a setembro), silagem de milho ou de cana era fornecida no cocho aos animais. A suplementação com concentrado era feita durante todo o ano, de acordo com a produção de leite, além do fornecimento de sal mineral e acesso ad libitum a água. Trinta dias antes da data prevista do parto, as vacas eram transferidas para o lote pré-parto. A área destinada às vacas no pré-parto permitia fácil observação, possuía sombreamento natural e em cochos separados era fornecido aos animais o mesmo volumoso das vacas em lactação, o suplemento mineral e o concentrado específico para esta fase. O ambiente no qual as vacas eram mantidas não dispunha de nenhum método de controle da temperatura e umidade.

O calendário sanitário adotado considerava as vacinações obrigatórias contra febre aftosa e brucelose, e as vacinas reprodutivas contra rinotraqueíte infecciosa bovina, diarreia viral bovina e leptospirose. A vermifugação dos animais era realizada duas vezes ao ano com alternância dos princípios ativos. As vacas recebiam somatotropina bovina (bST) a partir dos 60 DPP a cada 14 dias, até atingirem 150 dias de gestação.

Para identificar os casos de retenção de placenta (RP), as vacas foram observadas durante e/ou logo após o parto. Foram considerados positivos os casos em que a placenta não foi eliminada na sua totalidade, permanecendo retida por mais de 12 horas após a expulsão do feto. O tratamento da RP consistiu em duas aplicações I.M. de 50 mL de oxitetraciclina de longa ação com intervalo de 48 horas entre as injeções.

As vacas entre 30 e 80 DPP (média de 44,32 DPP) tiveram sua secreção vaginal avaliada utilizando um vaginoscópio, segundo a classificação proposta por McDougall et al. (2007) de acordo com a cor e a proporção de pus contido na secreção, para diagnosticar a endometrite clínica. O muco foi classificado em graus, sendo:

grau 0 – ausente
grau 1 - muco cristalino
grau 2 - muco com flocos de pus
grau 3 - descarga mucopurulenta
grau 4 - descarga purulenta
grau 5 - descarga purulenta com odor fétido.


Somente animais classificados nas categorias grau 0 ou 1, considerados negativos para endometrite clínica, foram submetidos a citologia endometrial conforme a metodologia descrita por Kasimanickam et al. (2004) para o diagnóstico da endometrite subclínica (ES). A coleta consistiu na introdução pela vagina de uma escova ginecológica guiada via retal até o corpo do útero e, posteriormente, a escova foi girada no sentido horário completando aproximadamente uma volta para obtenção do material celular do endométrio.

Após a coleta das amostras de endométrio, as escovas foram roladas sobre lâminas de microscopia novas, limpas e previamente identificadas com o número do animal, data da coleta e nome da propriedade. As lâminas foram transportadas em caixas apropriadas, onde secaram naturalmente e, em seguida, foram encaminhadas ao laboratório de Patologia Clínica Veterinária da Universidade Federal de Uberlândia para serem coradas pelo método de May-Grunwald Giemsa (Vallada, 1999).

As lâminas coradas foram avaliadas em microscopia de luz (Olympus®, CHT-2, Optical CO. LT, Japão) com aumento de 40X. O avaliador contou 100 células presentes em cada lâmina e as classificou em: células epiteliais de descamação, células polimorfonucleares (neutrófilos), células mononucleares grandes (macrófagos) e pequenas (linfócitos). Os casos positivos para ES foram considerados quando o percentual de neutrófilos foi ≥ 5% do total das células contabilizadas (Gilbert et al., 2005).

Uma vez avaliadas para RP e para ES, as vacas foram submetidas à IA após a detecção do comportamento natural de estro ou à inseminação artificial em tempo fixo (IATF) caso não fossem detectadas em estro até os 90 DPP. Sêmen de touros provados provenientes de centrais de inseminação comerciais foram utilizados tanto para IA convencional quanto para IATF. As vacas que foram inseminadas três vezes e não ficaram gestantes foram submetidas à monta natural. O diagnóstico de gestação foi realizado por palpação retal entre 40 e 70 dias após a IA ou monta.

O efeito da ocorrência de RP e DPP sobre a prevalência de ES, os efeitos de fazenda, tipo de parto (eutócico vs. distócico) e período do ano (chuvoso vs. seco) sobre a prevalência de RP e de ES, e os efeitos da ocorrência de RP e de ES sobre a taxa de descarte foram analisados por regressão logística no programa Minitab. Já os efeitos da RP e da ES sobre a duração do período de serviço e o número de IA por concepção foram submetidos a análise de variância (ANOVA) pelo programa MINITAB. A significância estatística foi estabelecida como P ≤ 0,05 e a tendência estatística como 0,05 < P ≤ 0,10.

A prevalência de RP foi de 14,5% (67/462) e de ES de 27,49% (127/462), sendo que não foi detectado efeito de fazenda sobre a prevalência dessas duas patologias e também não foi detectado efeito de DPP sobre a prevalência de ES (P > 0,05). Alguns autores reportaram que a prevalência de RP pode variar entre 12,8% a 15,7% considerando vacas Girolando, Holandesas e mestiças (Fernandes et al., 2012; Nobre et al., 2012; Rezende et al., 2013). O valor obtido no presente estudo para ES se assemelhou ao encontrado por Carneiro et al. (2014), que reportaram 26% de ES em vacas leiteiras mestiças entre 32 e 70 DPP. 

Segundo Gilbert et al. (2005) a prevalência de ES em rebanhos de vacas Holandesas entre 40 e 60 DPP variou de 37 a 74%. Ambos trabalhos consideraram positivos os casos com ≥ 5% de neutrófilos. Dubuc et al. (2010) avaliaram 1295 vacas Holandesas aos 35 DPP e obtiveram incidência de 18,7% de ES, considerando ≥ 6% de neutrófilos.

Foi detectada tendência de efeito (P = 0,100) da ocorrência de RP sobre a prevalência de ES, nas vacas que apresentaram RP a prevalência de ES foi de 35,82% e nas vacas sem RP foi de 26,07%. De acordo com Kasimanickam et al. (2004), vacas leiteiras Holandesas que apresentam problemas no periparto, tais como RP, parto gemelar, distocia ou parto auxiliado, possuem 3,15 vezes mais chances de desenvolverem ES.

Vacas com partos distócicos apresentaram maior prevalência de RP (P = 0,0001), porém não foi detectado efeito (P = 0,152) do tipo de parto sobre a prevalência de ES (Tabela 1). A distocia está bem estabelecida na literatura como uma das causas da RP (Grohn & Rajala-Schultz, 2000; Han & Kim, 2005; LeBlanc, 2008), mas mesmo que a distocia seja, consequentemente, um fator predisponente ao desenvolvimento de infecções uterinas, este fato não foi confirmado pelos resultados do presente estudo.

Tabela 1. Prevalência de retenção de placenta e de endometrite subclínica em vacas leiteiras mestiças de acordo com o tipo de parto.
retenção de placenta em vacas

O período do ano no qual ocorreu o parto não influenciou a prevalência de RP (P = 0,503), porém foi verificado uma maior prevalência (P = 0,001) de ES nas vacas que pariram durante o período chuvoso (Tabela 2). Entre os meses de novembro a abril na região onde o experimento foi conduzido, o clima caracteriza-se por altas temperatura e umidade relativa do ar, pois é o período de maior concentração de chuvas do ano, além de coincidir com período de maior desafio para as vacas no pós-parto no que diz respeito ao risco de contaminação ambiental, especialmente do ambiente uterino que se encontra neste momento vulnerável às infecções.

Tabela 2. Prevalência de retenção de placenta e de endometrite subclínica em vacas leiteiras mestiças de acordo com o período do ano no qual o parto ocorreu.

retenção de placenta em vacas

Segundo Nobre et al. (2012) a estação do ano é um importante fator de risco para a RP em vacas leiteiras mestiças, visto que esses autores relataram maior incidência de RP no período chuvoso comparado com o seco (17,3% vs. 9,3%). Fernandes et al. (2012) também verificaram maior ocorrência de RP no período chuvoso em relação ao seco (19,9% vs. 13,6%) em vacas das raças Girolando e Holandesa, e apontaram o estresse térmico e a redução na competência imunológica como prováveis causas desta diferença ao longo do ano. Já Rezende et al. (2013) só relataram uma tendência de menor ocorrência de RP em vacas Holandesas durante o inverno (7,41%). Com relação a ES, os resultados do presente estudo diferiram dos reportados por Carneiro et al. (2014), que não detectaram diferença na incidência de ES entre vacas leiteiras mestiças que pariram na primavera-verão e no outono-inverno.

O desempenho reprodutivo das vacas leiteiras mestiças foi comprometido pela ocorrência de RP ou ambas as patologias (RP e ES). A taxa de descarte de vacas que apresentaram RP nos rebanhos analisados foi maior nas vacas com RP e nas vacas com ambas as patologias. Além disso, a ocorrência de RP e ambas as patologias prolongou a duração do período de serviço. A mesma influência negativa da RP e ambas as patologias sobre o número de IA por concepção foi observada, pois vacas com RP ou com ambas as patologias precisaram ser inseminadas mais vezes até se tornarem gestantes quando comparadas com vacas sem patologia ou só com ES (Tabela 3). Rezende et al. (2013) verificaram a interferência da RP sobre a duração do período de serviço de vacas Holandesas. Segundo esses autores vacas com RP tiveram um atraso na concepção de 27 dias. Han & Kim (2005) constataram que vacas Holandesas com RP demoraram 18 dias a mais do que as vacas sadias para se tornarem gestantes.

Tabela 3. Efeito da ocorrência de retenção de placenta, endometrite subclínica ou ambas as patologias em vacas leiteiras mestiças sobre o, número de inseminações por concepção, o período de serviço e a taxa de descarte.

retenção de placenta em vacas

No presente estudo a taxa de descarte, a duração do período de serviço e o número de IA por concepção não foram afetados pela ocorrência só de ES entre 30 e 80 DPP (Tabela 3). Como provável explicação para estes resultados, sugere-se que grande parte dos animais diagnosticados apenas com ES apresentaram cura espontânea da inflamação no endométrio, a tempo para que o desempenho reprodutivo das vacas não fosse afetado.

A ES pode afetar de 35 a 50% das vacas da raça Holandesa entre 35 e 60 DPP, além de causar queda significativa nas taxas de prenhez, aumento em torno de 30 a 88 dias no intervalo parto-concepção e aumento de 20% no número de vacas que falham em conceber até os 300 DPP (Kasimanickam et al., 2004; Gilbert et al., 2005; LeBlanc, 2008). Além disso, Kaufmann et al. (2009) relataram que a presença de ES no momento da IA prejudica o ambiente uterino e dificulta a implantação e o desenvolvimento do embrião.

Carneiro et al. (2014), trabalhando com vacas leiteiras mestiças na mesma região do presente estudo, também não encontraram efeitos da ES sobre a taxa de concepção à primeira IA nem sobre a porcentagem de vacas gestantes aos 150 DPP. Santos et al. (2008), avaliaram vacas paridas de corte da raça Angus nos EUA e não observaram efeito da ES sobre o intervalo parto-concepção. Baseado nesses dados, sugere-se que o quadro de ES provavelmente resolve-se de forma rápida sem afetar o desempenho reprodutivo tanto nas leiteiras vacas mestiças e como nas vacas de corte.

Vacas leiteiras mestiças, por apresentarem níveis de produção de leite inferiores às vacas da raça Holandesa, têm um desafio metabólico menor no periparto, portanto não tem a função imune tão comprometida nesse período, como as vacas Holandesas (Martinez et al., 2014), e por isso provavelmente conseguem se curar espontaneamente das doenças uterinas com maior facilidade quando comparadas às vacas de alta produção, o que faz com que o desempenho reprodutivo desse grupo genético não seja comprometido pela endometrite subclínica.

A ocorrência de retenção de placenta em vacas leiteiras mestiças tende a aumentar a prevalência de endometrite subclínica. Partos distócicos aumentaram a prevalência de retenção de placenta. Vacas que pariram no período chuvoso apresentaram maior prevalência de endometrite subclínica. O desempenho reprodutivo das vacas leiteiras mestiças foi prejudicado pela ocorrência de retenção de placenta, porém não foi afetado pela ocorrência de endometrite subclínica.

Referências bibliográficas

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Vallada E.P. Manual de Técnicas Hematológicas. 1999. 2. ed. São Paulo: Editora Atheneu Rio, 424 p.
 

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Comentários

josé lázaro inácio dos santos

Goiânia - Goiás - Instituições governamentais
postado em 19/12/2016

excelente, muito esclarecedor

luiz guilherme

Joanópolis - São Paulo - Estudante
postado em 25/12/2016

Parabéns, ótimo trabalho.

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