O mercado de rações para gado leiteiro começa a reagir, impulsionado pela queda na cotação do milho e pela pequena melhoria do preço do leite. Embalado pelo aumento do rebanho e pelo processo de avanço tecnológico, o setor vinha em crescimento contínuo desde o começo da década de 90, com ligeiras retrações. É o que informa reportagem de Marly Paiva, publicada no O Popular.
Diferente do que ocorre com o alimento industrializado para gado de corte, que tem seu valor no comércio altamente condicionado ao comportamento das chuvas, a demanda de ração para vacas leiteiras é quase uniforme durante todo o ano, explica um empresário do setor, o zootecnista Luiz Antônio Monteiro.
Naturalmente que esse comércio sofre alguma queda no começo das chuvas, como ocorreu por volta de novembro. Mas o preço do leite despencou e, em conseqüência, o produtor comprou ainda menos que o esperado. Para sorte das indústrias, dos comerciantes do ramo e, por extensão, dos criadores, o milho também ficou mais barato, puxando para baixo o custo da ração.
Monteiro diz que a queda do preço milho possibilitou redução de 10% a 15% na importância que o pecuarista desembolsa pelo quilo do produto. Mas só agora, com a recuperação do preço do leite, é que ficaram mais evidentes os sinais de melhoria das vendas de ração.
Ainda não houve a retomada do patamar anterior, diz o empresário, mas há boas perspectivas, até porque a pecuária leiteira goiana está em franca evolução e, sem esquecer a qualidade genética, vaca leiteira produtiva é, necessariamente, vaca bem nutrida.
É com a certeza de que o mercado de rações bovinas continuará em expansão que os fabricantes têm oferecido aos produtores novas opções de compostos concentrados para quem prefere fazer a mistura na própria fazenda. E o sal também é apresentado em versão mais rica.
Além do mineral, que deve conter todos os macronutrientes (cálcio, fósforo, enxofre e magnésio) e os micronutrientes (zinco, cobre, cobalto, iodo, manganês e selênio), o sal proteinado tem em sua fórmula uma fonte de proteína, que pode ser uréia acrescida de proteína verdadeira (farelos de soja, de algodão ou alguma outra) ou apenas a verdadeira, com resultado ainda melhor.
Ele atesta que ao fazer as contas, o criador chega a resultado vantajoso. O sal proteinado sai ao custo de R$ 0,25 por vaca e o leite aumenta em, aproximadamente, R$ 20,00. Vaca com produção de 8 litros daria 1,6 litro a mais por ordenha. E haveria também ligeira queda no consumo de ração.
(Por Marly Paiva, para O Popular/GO, 12/03/01)
Venda de ração para gado de leite tem crescimento
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CARLOS ROGERIO ALVES CARDOSO
EM 01/10/2018
boa tarde.
gostaria de saber qual ração bom pra vaca de leite e qual tipo de sal mineral e bom vocês tem alguma loja em são paulo para em dica,
Carlos dardos
gostaria de saber qual ração bom pra vaca de leite e qual tipo de sal mineral e bom vocês tem alguma loja em são paulo para em dica,
Carlos dardos