Soja: sem demanda da China nos EUA, mercado recua em Chicago nesta 3ª feira

Os preços da sojarecuam na Bolsa de Chicago nesta terça-feira (21) na retomada dos negócios após o feriado desta segunda (20) nos EUA. Por volta de 7h40 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa perdiam entre 3,75 e 4 pontos nos principais contratos.

Publicado por: MilkPoint

Publicado em: - 1 minuto de leitura

Ícone para ver comentários 0
Ícone para curtir artigo 0

Os preços da soja recuam na Bolsa de Chicago nesta terça-feira (21) na retomada dos negócios após o feriado desta segunda (20) nos EUA. Por volta de 7h40 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa perdiam entre 3,75 e 4 pontos nos principais contratos.

Assim, o vencimento março tinha US$ 9,26, o maio US$ 9,39 e o julho, US$ 9,51 por bushel. O mercado seguem esperando por compras efetivas de soja pela China nos EUA, o que ainda não aconteceu de forma significativa depois da assinatura da fase um do acordo comercial entre os dois países na semana passada. 

Continua depois da publicidade

"Uma semana como poucas novidades fundamentais pode ser influenciada também por possíveis compras de soja americana pela China", diz o consultor Steve Cachia, da AgroConsult e da Cerealpar.

Mais do que isso, a nação asiática já deu início às comemorações do Ano Novo e assim, "poucos acreditam que grandes volumes possam ser negociados nestes próximos dias, somente na próxima semana em diante", diz Vlamir Brandalizze, consultor da Brandalizze Consulting. 

Enquanto isso, no Brasil, as exportações continuam caminhando em ritmo forte e começam 2020 com números que impressionam, segundo analistas e consultores. 

De acordo com a Secex (Secretaria de Comércio Exterior), o acumulado das vendas brasileiras em janeiro chega a 761,2 mil toneladas. "E ainda há duas semanais inteiras (de dados) para fechar o mês, o que pode levar as compras a superarem 1,3 milhão de toneladas, com sinais de potencial para chegar a 1,5 milhão", diz Brandalizze. 

Ainda como explica o executivo da Cerealpar, frente a esta falta de novidades - também no horizonte geopolítico - o mercado internacional sente ainda alguma pressão do avanço da colheita no Brasil. Os trabalhos de campo já estão concluídos em 2% da área, com o Mato Grosso liderando o avanço. 

"E por enquanto, o mercado ainda ignora comentários de perdas provocadas pela seca no RS e Argentina", complementa Cachia.

As informações são do Notícias Agrícolas.

Ícone para ver comentários 0
Ícone para curtir artigo 0

Publicado por:

Foto MilkPoint

MilkPoint

O MilkPoint é maior portal sobre mercado lácteo do Brasil. Especialista em informações do agronegócio, cadeia leiteira, indústria de laticínios e outros.

Deixe sua opinião!

Foto do usuário

Todos os comentários são moderados pela equipe MilkPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração.

Qual a sua dúvida hoje?