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Produtores de leite de SC vendem animais por falta de água e alimento

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 25/11/2020

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A estiagem que atinge o Sul do Brasil, especialmente o Oeste de Santa Catarina, está causando uma das maiores crises na quarta maior bacia leiteira do país, no Oeste catarinense. O presidente da Associação Catarinense de Criadores de Bovinos (ACCB), Félix Muraro Junior, afirma que produtores de leite e de bovinos de corte estão vendendo animais para abate por falta de água e alimentos.

Enquanto aguarda levantamento da Cidasc, sobre o total de Guias de Transporte de Animais (GTAs) emitidas nas últimas semanas, ele estima que houve um aumento de aproximadamente 20% nessas emissões na região de Chapecó, mas a situação é grave em todo o Oeste. Essas guias são as autorizações para transporte de animais para abate.

Muraro conclui que esta é uma das piores secas das últimas décadas no Oeste de SC. Informa que, pela primeira vez, teve que transformar uma lavoura de milho de 60 hectares em silagem porque as espigas não se desenvolveram. Só nessa unidade, as perdas são de aproximadamente R$ 500 mil. Parte dos produtores de Chapecó estão tendo que buscar água de caminhão em outras regiões para os animais e também para uso doméstico - Estamos enfrentando uma situação bem complicada. Esta seca vai gerar milhões de prejuízos para Santa Catarina. O Paraná e o Rio Grande do Sul também estão sofrendo. No ano que vem será um ano desafiador por causa da falta de alimentos para os animais. A silagem que estamos estocando é de péssima qualidade – lamenta o presidente da ACCB.

O vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária (Faesc), Enori Barbieiri, diz que, na agricultura, o maior problema é a quebra na produção de silagem, que deveria chegar a 8,8 milhões de toneladas, mas terá uma quebra superior a 40%. Para o milho em grãos, por enquanto, a estimativa é de uma perda de 700 mil toneladas, de um total estimado pela Epagri em 2,7 milhões de toneladas.

As informações são do NSC Total.

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