Produtores gaúchos de leite reúnem-se hoje em frente ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Teutônia para protestar contra a redução nos preços pagos pela indústria e a política do governo para o setor.
A manifestação, promovida pela Fetag, deve reunir em torno de duas mil pessoas e reivindica o fim das importações de produto e soro pela União e Empréstimos do Governo Federal (EGF) para o financiamento de estoques. "Vamos trabalhar para que se possa colocar leite no mercado durante a entressafra e para que o governo compre esse produto que está sobrando nas cooperativas e inclua no Fome Zero", explicou o presidente da federação, Ezídio Pinheiro.
Na oportunidade, entregarão também um documento a laticínios da região propondo a manutenção dos preços. "Quando ganham dinheiro, não dividem, mas quando aperta, descarregam no produtor", acusa.
Pinheiro diz ter informações de que há intenção de reduzir em mais cinco centavos a remuneração pelo litro de leite aos produtores. "O Brasil conseguiu recuperar a condição de superavitário na balança de lácteos porque o produtor está recebendo pelo leite os preços mais baixos dos últimos cinco anos, o que está compensando a defasagem cambial", salientou o presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da CNA, Rodrigo Alvim, referindo-se ao saldo da balança comercial.
Fonte: Correio do Povo/RS, adaptado por Equipe MilkPoint
Produtor gaúcho protesta contra baixos preços
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ANDRE
SERRA - ESPÍRITO SANTO - ESTUDANTE
EM 15/09/2005
Prezados Redatores,
Precisamos que alguém faça uma reivindicação junto as entidades bancárias para que haja prorrogação dos financiamentos de custeio pecuário e investimentos na atividade leite, pois com a queda os produtores não têm e não terão recursos para saldar as prestações, já que para o Soja, Milho etc, foi conseguido prorrogação de custeio e investimento em até cinco anos.
Precisamos que alguém faça uma reivindicação junto as entidades bancárias para que haja prorrogação dos financiamentos de custeio pecuário e investimentos na atividade leite, pois com a queda os produtores não têm e não terão recursos para saldar as prestações, já que para o Soja, Milho etc, foi conseguido prorrogação de custeio e investimento em até cinco anos.