O pecuarista mineiro quer aumentar a participação nas exportações de carne bovina in natura, estimada em apenas 10% do total brasileiro, apesar de o Estado deter o segundo maior rebanho bovino do País, com 21,2 milhões de cabeças.
De acordo com o presidente da Comissão de Gado de Corte da Federação da Agricultura do Estado de Minas Gerais (Faemg), Paulo Roberto Gomes de Almeida, representantes de entidades mineiras estão discutindo propostas para incrementar o setor. O documento será encaminhado ao governo estadual no prazo máximo de 60 dias.
Segundo ele, é fundamental que sejam criadas políticas diferenciadas para o gado de corte e de leite. "Colocar as duas coisas juntas é impossível. Temos em Minas regiões onde o gado é bom. Mas ainda somos carentes do boi de primeiro escalão, com qualidade de cobertura de gordura. Quando se trabalha com raças mestiças, por exemplo, a qualidade não é a mesma", explicou.
Na opinião do dirigente da Faemg, é preciso também que o setor enfatize a necessidade do rastreamento do gado. Os compradores de países estrangeiros dão importância a informações como procedência do boi, como ele foi criado e relatório das doenças e medicamentos usados. Para Almeida, o Governo de Minas precisa dar mais incentivos fiscais, como em outros estados.
De acordo com o ex-diretor geral do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e atual presidente da Casemg, Célio Gomes Floriani, o empecilho principal é a falta de frigoríficos com estrutura para vender para fora. "Não temos sido competitivos em termos de incentivos fiscais. Existem boas intenções nesse sentido, mas nada de concreto foi feito por enquanto".
Fonte: Hoje em Dia/MG (por João Alberto Aguiar), adaptado por Equipe MilkPoint
De acordo com o presidente da Comissão de Gado de Corte da Federação da Agricultura do Estado de Minas Gerais (Faemg), Paulo Roberto Gomes de Almeida, representantes de entidades mineiras estão discutindo propostas para incrementar o setor. O documento será encaminhado ao governo estadual no prazo máximo de 60 dias.
Segundo ele, é fundamental que sejam criadas políticas diferenciadas para o gado de corte e de leite. "Colocar as duas coisas juntas é impossível. Temos em Minas regiões onde o gado é bom. Mas ainda somos carentes do boi de primeiro escalão, com qualidade de cobertura de gordura. Quando se trabalha com raças mestiças, por exemplo, a qualidade não é a mesma", explicou.
Na opinião do dirigente da Faemg, é preciso também que o setor enfatize a necessidade do rastreamento do gado. Os compradores de países estrangeiros dão importância a informações como procedência do boi, como ele foi criado e relatório das doenças e medicamentos usados. Para Almeida, o Governo de Minas precisa dar mais incentivos fiscais, como em outros estados.
De acordo com o ex-diretor geral do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e atual presidente da Casemg, Célio Gomes Floriani, o empecilho principal é a falta de frigoríficos com estrutura para vender para fora. "Não temos sido competitivos em termos de incentivos fiscais. Existem boas intenções nesse sentido, mas nada de concreto foi feito por enquanto".
Fonte: Hoje em Dia/MG (por João Alberto Aguiar), adaptado por Equipe MilkPoint
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MilkPoint
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