Maiores estados produtores de leite reduzem produção leiteira

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A redução da produção leiteira foi considerada a melhor estratégia para pressionar os laticínios a melhorar os preços pagos ao produtor, já que alegam excesso de oferta como uma das razões para as recentes depreciações do produto, de acordo com o presidente da Comissão de Leite da Federação da Agricultura do Estado de Goiás (Faeg), Maurivan Siqueira.

Hoje o produtor goiano recebe, em média, R$ 0,36 por litro de leite ou R$ 0,10 a menos do que recebia em agosto passado. "O pior é que essa queda não chega ao consumidor final que, pelo contrário, paga a cada dia um preço mais elevado pelo produto", criticou.

Para Siqueira, também não procede o argumento da indústria de laticínio de que suas vendas para São Paulo, o maior comprador do leite do Estado, caíram em decorrência da perda de competitividade do produto goiano, que sofre maior incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). "Somos até favoráveis à luta dos laticínios pela isonomia tributária, mas nossos levantamentos indicam que, ao contrário do que afirmam, as vendas para o mercado paulista aumentaram".

A Comissão de Leite aconselha aos produtores a reduzir a produção de leite apenas retirando o arraçoamento das matrizes em lactação, item que corresponde a 38% dos custos de produção do setor. Siqueira prevê que a produção exclusiva a pasto deve resultar em uma redução entre 10% e 15%, sem que o produtor precise desmantelar seu sistema, resguardando principalmente o plantel.

Segundo ele, levantamento de outubro indica que em 12 meses as rações para vacas em lactação subiram 24,8% e os adubos para a pastagem, cerca de 16%.

Conforme Siqueira, os seis Estados maiores produtores de leite estão simultaneamente adotando a mesma iniciativa de redução. "Se há excesso de oferta, vamos enxugar o mercado, mas vamos ficar de olho nas importações do produto e, no primeiro sinal de aumento, vamos denunciar a ação predatória da indústria contra a pecuária de leite nacional", avisou.

Fonte: O Popular/GO (por Edimilson de Souza Lima), adaptado por Equipe MilkPoint
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Ricardo Rezende Silvestre
RICARDO REZENDE SILVESTRE

UBERLÂNDIA - MINAS GERAIS - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 02/12/2003

As pessoas, antes de fazer qualquer comentário ou dar entrevistas, têm que ter certeza do que será falado, pois não é verdade quando dizem que os preços ao consumidor nao tiveram baixa ou os preços continuam subindo etc.. na verdade qualquer pessoa bem informada sabe que a mussarela estava sendo vendida para o comerciante a 7,30 a 40 dias atrás hoje o preço é de 5,50 o quilo; o leite longa vida estava a 1,18 hoje está sendo vendido a 1,00 o litro; então será que houve uma queda ou não?
Carlos De Simoni Silveira
CARLOS DE SIMONI SILVEIRA

PASSOS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 01/12/2003

É ABSOLUTAMENTE RIDÍCULO, EM UM PAÍS COMO O BRASIL,ONDE O QUE MAIS OUVIMOS É FOME ZERO DENTRE OUTROS, TERMOS QUE REDUZIR A PRODUÇÃO DE LEITE AO INVÉS DE AUMENTARMOS.

MEUS CAROS COLEGAS PRODUTORES DE LEITE,VAMOS NOS UNIR E MOSTRAR PARA OS BRASILEIROS QUE ESTAMOS SENDO MASSACRADOS PELOS LATICÍNIOS, SUPERMERCADOS E ATRAVESSADORES, E QUE O NOSSO PROPÓSITO E PRODUZIRMOS CADA VEZ MAIS, PARA TORNAR REALIDADE O QUE TEMOS EM MENTE, QUE É VER NOSSAS CRIANÇAS SEM FOME.

José Almeida de Oliveira
JOSÉ ALMEIDA DE OLIVEIRA

MAJOR ISIDORO - ALAGOAS - EMPRESÁRIO

EM 01/12/2003

Sou produtor de leite em Alagoas. Li com atenção seu comentário. O que você diz, aqui nós dizemos também. Tal qual aí, ELAS procedem da mesma maneira, Aqui, todas "calçam quarenta"! Mudemos somente as posições geográficas. Abraços, José Almeida
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