Logo do site MilkPoint
Entrar
  • NOTÍCIAS & MERCADO
    GIRO DE NOTÍCIASPANORAMA DE MERCADOCONCEITOS DE MERCADOMILK EXPRESS
  • PREÇOS & PRODUÇÃO
  • COLUNAS
  • MILKPLAY
  • ARTIGOS
    PRODUÇÃO DE LEITEINDÚSTRIA DE LATICÍNIOSESPAÇO ABERTOE-BOOKSCRUZADINHA
  • EVENTOS
    MILK PRO SUMMITINTERLEITE BRASILDAIRY VISIONFÓRUM MILKPOINT MERCADOPRÓXIMOS EVENTOS
  • TOP 100
  • EMPRESAS
    CEVA: JUNTOS, ALÉM DA SAÚDE ANIMALDELAVAL - PRODUÇÃO DE LEITE EFICIENTEMSD SAÚDE ANIMAL - MAXI-LEITENOVIDADES DOS PARCEIROS
  • MILKIA
  • CONTATO
    NEWSLETTERANUNCIEENVIAR UM ARTIGOFALE CONOSCOTRABALHE CONOSCOQUEM SOMOS
Acesse sua conta Ou cadastre-se
INÍCIO
NOTÍCIAS & MERCADO
GIRO DE NOTÍCIASPANORAMA DE MERCADOCONCEITOS DE MERCADOMILK EXPRESS
PREÇOS & PRODUÇÃO
COLUNAS
MILKPLAY
ARTIGOS
PRODUÇÃO DE LEITEINDÚSTRIA DE LATICÍNIOSESPAÇO ABERTOE-BOOKSCRUZADINHA
EVENTOS
MILK PRO SUMMITINTERLEITE BRASILDAIRY VISIONFÓRUM MILKPOINT MERCADOPRÓXIMOS EVENTOS
TOP 100
EMPRESAS
CEVA: JUNTOS, ALÉM DA SAÚDE ANIMALDELAVAL - PRODUÇÃO DE LEITE EFICIENTEMSD SAÚDE ANIMAL - MAXI-LEITENOVIDADES DOS PARCEIROS
MILKIA
CONTATO
NEWSLETTERANUNCIEENVIAR UM ARTIGOFALE CONOSCOTRABALHE CONOSCOQUEM SOMOS
  • Acesse o MilkPoint Ventures MilkPoint Ventures
  • Acesse o CaféPointCaféPoint
  • Acesse o MilkPoint Mercado MilkPoint Mercado
  • Acesse o Milk Pro Master Milk Pro Master
  • Acesse o Milk Monitor Milk Monitor
  • Acesse o MapLeite MapLeite
Agener
  1. Início >
  2. Giro de Notícias

FAO: índice de preços de alimentos sobe com o fim do acordo de grãos

O índice de preços de alimentos subiu 1,3% em julho com o fim do acordo de grãos. Saiba mais.

Publicado por: MilkPoint

Publicado em: 07/08/2023 - 4 minutos de leitura

Ícone para ver comentários 0
Ícone para curtir artigo 0

O Índice de Preços de Alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) subiu em julho, alcançando média de 123,9 pontos, avanço de 1,5 pontos (1,3%) ante o mês anterior, mas recuo de 16,6 pontos (11,8%) em relação ao mesmo mês do ano passado. A alta ocorreu pelo aumento no preço de óleos vegetais com o fim do acordo de grãos entre Rússia e Ucrânia e com a escalada de conflitos entre os dois países e pelas novas restrições comerciais ao arroz.

O subíndice de preços dos cereais registrou média de 125,9 pontos em julho, 0,7 pontos (0,5%) a menos em relação a junho e 21,3 pontos (14,5%) abaixo de um ano atrás. O milho manteve a tendência de queda, por causa do aumento no fornecimento sazonal das colheitas da Argentina e do Brasil, além da possível produção mais alta do que o esperado nos Estados Unidos.

Continua depois da publicidade O futuro do campo Cresce com a gente!

Já o trigo subiu 1,6%, primeiro aumento em nove meses, em virtude das incertezas com as exportações ucranianas após o fim do acordo de grãos e aos danos contra infraestruturas portuárias da Ucrânia. As condições de seca no Canadá e nos EUA também exerceram pressão.

Os preços da cevada ficaram praticamente estáveis e os do sorgo apresentaram queda, acompanhando milho e trigo. O arroz aumentou 2,8% em julho, atingindo seu nível mais alto desde setembro de 2011, impulsionado pela proibição da Índia à exportação de boa parte dos tipos do grão.

O levantamento mensal da FAO também mostrou que o subíndice de preços dos Óleos Vegetais registrou média de 129,8 pontos em julho, 14 pontos (12,1%) a mais em relação a junho, a primeira alta em sete meses. Conforme a FAO, o avanço foi impulsionado por cotações mundiais mais altas dos óleos de girassol, palma, soja e colza.

Continua depois da publicidade Interleite Brasil: Capacitando e fortalecendo a produção de leite no Brasil

Os preços do óleo de girassol se recuperaram em mais de 15% em relação ao mês anterior, devido às preocupações em torno do fornecimento após a saída da Rússia do pacto com a Ucrânia para exportações no Mar Negro. Os preços do óleo de palma também subiram, refletindo a perspectiva de crescimento moderado nas regiões produtoras. Quanto aos preços dos óleos de soja e colza, os aumentos ocorreram pela preocupação com a produção de soja nos EUA e da colza no Canadá.

Já o subíndice de preços das carnes apresentou média de 117,8 pontos em julho, 0,4 pontos (0,3%) abaixo de junho, mas permaneceu 6,3 pontos (5,1%) abaixo do mesmo período no ano anterior. “Os preços internacionais da carne bovina caíram, refletindo maiores disponibilidades de exportação na Oceania, coincidindo com uma demanda de importação contida nos mercados asiáticos devido a estoques elevados e vendas internas lentas”, explicou a FAO. Quanto aos preços da carne de aves, houve queda devido ao aumento da oferta dos principais exportadores, apesar dos impactos da influenza aviária em importantes regiões produtoras.

Já os preços da carne ovina continuaram em queda, pelo terceiro mês consecutivo, refletindo as elevadas disponibilidades de oferta na Oceania e a demanda mais baixa dos principais importadores, incluindo China e Europa Ocidental. “Por outro lado, o contínuo aperto de oferta na Europa Ocidental e nos EUA, juntamente com uma demanda sazonal alta, levou a um aumento nos preços da carne suína pelo sexto mês consecutivo”, diz o relatório.

O subíndice de preços de laticínios registrou média de 116,3 pontos em julho, recuo de 0,5 ponto (0,4%) em relação a junho, marcando o sétimo mês seguido de baixas. Em relação ao mesmo mês em 2022, a média caiu 30,2 pontos (20,6%), de acordo com o órgão. O declínio foi liderado pelas cotações mais baixas de leite em pó desnatado e manteiga. Já os preços do leite em pó integral se recuperaram ligeiramente, influenciados pelos movimentos nas taxas de câmbio, apesar do progresso na produção da Nova Zelândia. Os preços do queijo se recuperaram após cinco meses de quedas, refletindo um fortalecimento das vendas de serviços de alimentação e o impacto das altas temperaturas na oferta de leite na Europa.

A FAO registrou, ainda, média de 146,3 pontos em julho para o subíndice de preços do açúcar, queda de 5,9 pontos (3,9%) em relação a junho. As cotações internacionais do açúcar, no entanto, permaneceram 33,4 pontos (29,6%) acima dos níveis registrados em junho de 2022. “O bom progresso da colheita de cana-de-açúcar 2023/24 no Brasil e as chuvas que beneficiaram as condições de umidade do solo em grande parte das áreas de cultivo na Índia exerceram pressão sobre os preços mundiais do açúcar no mês”, explicou a FAO.

A lenta demanda de importação da Indonésia e da China, maiores importadores de açúcar do mundo, também foi um fator de pressão. No entanto, as preocupações com o El Niño limitaram as quedas, segundo o órgão.

As informações são do Broadcast Agro, do Estadão, adaptadas pela equipe MilkPoint.

 

Ícone para ver comentários 0
Ícone para curtir artigo 0

Publicado por:

Foto MilkPoint

MilkPoint

O MilkPoint é maior portal sobre mercado lácteo do Brasil. Especialista em informações do agronegócio, cadeia leiteira, indústria de laticínios e outros.

Agener

Deixe sua opinião!

Foto do usuário

Todos os comentários são moderados pela equipe MilkPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração.

Mais visualizadas de Giro de Notícias

24/06/2026

Argentina deve ir à OMC contra o Brasil por medidas antidumping no leite em pó importado

22/06/2026

Rotas de queijo, vinho e café impulsionam turismo de experiência em SP

23/06/2026

Indústria de laticínios em Santa Catarina cresce 59% e impulsiona queijarias artesanais

22/06/2026

Entenda a relação entre importações, exportações e preço do leite ao produtor no Brasil

24/06/2026

Conseleite/PR projeta valor do leite a ser pago em julho com ligeira recuperação de 1,2%

25/06/2026

Conseleite/MG divulga projeção com leve ajuste de 0,5% no valor do leite a ser pago em julho de 2026

BI
GlobalGen

Destaques de hoje

Preço do leite ao produtor apresenta relativa estabilidade em maio, aponta Cepea
Giro de Notícias

Preço do leite ao produtor apresenta relativa estabilidade em maio, aponta Cepea

Europa exige rastreabilidade territorial: o que isso significa para a pecuária brasileira?
Despertar Regenerativo

Europa exige rastreabilidade territorial: o que isso significa para a pecuária brasileira?

Crescimento da demanda por proteína altera dinâmica do mercado de laticínios nos EUA
Giro de Notícias

Crescimento da demanda por proteína altera dinâmica do mercado de laticínios nos EUA

Mudanças climáticas podem reduzir gordura e proteína do leite até 2100
Produção de leite

Mudanças climáticas podem reduzir gordura e proteína do leite até 2100

Além do sushi: conheça curiosidades sobre o leite no Japão
Giro de Notícias

Além do sushi: conheça curiosidades sobre o leite no Japão

Demanda fortalece spot e muçarela, mas GDT perde fôlego na 2ª quinzena de junho
Panorama de Mercado

Demanda fortalece spot e muçarela, mas GDT perde fôlego na 2ª quinzena de junho

MegaLeite ABS

Assine nossa newsletter gratuitamente

E fique por dentro de todas as novidades do MilkPoint diretamente no seu e-mail.

Logo do site MilkPoint Logo do site MilkPoint Ventures

MilkPoint é um produto da rede MilkPoint Ventures

NOTÍCIAS & MERCADOGIRO DE NOTÍCIASPANORAMA DE MERCADOCONCEITOS DE MERCADOMILK EXPRESSPREÇOS & PRODUÇÃOCOLUNASMILKPLAYARTIGOSPRODUÇÃO DE LEITEINDÚSTRIA DE LATICÍNIOSESPAÇO ABERTOE-BOOKSCRUZADINHAEVENTOSMILK PRO SUMMITINTERLEITE BRASILDAIRY VISIONFÓRUM MILKPOINT MERCADOPRÓXIMOS EVENTOSTOP 100EMPRESASCEVA: JUNTOS, ALÉM DA SAÚDE ANIMALDELAVAL - PRODUÇÃO DE LEITE EFICIENTEMSD SAÚDE ANIMAL - MAXI-LEITENOVIDADES DOS PARCEIROSMILKIACONTATONEWSLETTERANUNCIEENVIAR UM ARTIGOFALE CONOSCOTRABALHE CONOSCOQUEM SOMOS

POLÍTICA DE PRIVACIDADE

Copyright © 2026 MilkPoint - Todos os direitos reservados

MilkPoint Ventures Serviços de Inteligência de Mercado LTDA. - CNPJ 08.885.666/0001-86

Avenida Cezira Giovanoni Moretti, nº 905, sala 11A - Loteamento Santa Rosa, Inova Park - Torre A - Piracicaba/SP - CEP: 13.414-157

Interleite Brasil: Capacitando e fortalecendo a produção de leite no Brasil

Usamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência em nossos serviços, personalizar anúncios e oferecer conteúdo relevante. Ao continuar navegando em nosso site, você concorda com o uso dessas tecnologias. Confira nossa Política de Privacidade para mais detalhes sobre como protegemos seus dados.

Qual a sua dúvida hoje?