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Estudo mostra que maior consumo de lácteos pode ajudar a prevenir fraturas de quadril

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 19/11/2012

2 MIN DE LEITURA

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O aumento do consumo de cálcio pode ajudar a prevenir fraturas de quadril após os 50 anos, de acordo com descobertas de um novo estudo. O professor de medicina e chefe da Divisão de Doenças do Hospital da Universidade de Genebra, René Rizzoli, e colaboradores, construíram um modelo para quantificar o potencial efeito da ingestão adicional de cálcio de alimentos lácteos no risco de fraturas osteoporóticas. Eles também relacionaram isso aos custos potencialmente evitados relacionados aos cuidados das fraturas de quadril e do consumo adicional de lácteos.

Foram feitas análises na Holanda, França e Suécia, três países com níveis de consumo de produtos lácteos diferentes. Os pesquisadores notaram diferenças entre os países que podem afetar a ocorrência de osteoporose, como estilo de vida, disponibilidade e qualidade dos cuidados de saúde, clima, predisposição genética e tratamentos, custos dos cuidados de saúde e dos produtos lácteos.

A baixa ingestão dietética de cálcio foi associada com a menor densidade óssea e o aumento do risco de osteoporose, uma doença onde os ossos se tornam menos densos e mais propensos a sofrerem fraturas.

Eles calcularam a Fração Atribuível Populacional (PAF, em inglês), que representa a porcentagem de todas as fraturas de quadril que podem ser atribuídas à menor ingestão de cálcio e, então, a quantidade absoluta de fraturas de quadril que potencialmente podem ser prevenidas com a ingestão adicional de cálcio.

Um modelo foi construído, gerando o número de fraturas no quadril que potencialmente podem ser prevenidas com a ingestão de alimentos lácteos e, então, calculou-se os custos evitados, considerando cuidados das fraturas e os custos dos alimentos lácteos adicionais, bem como o indicador DALY (disability adjusted life years - anos de vida perdidos ajustados por incapacidade).

O número de fraturas de quadril que podem potencialmente ser prevenidas por ano com mais produtos lácteos foi maior na França (2.023), seguida por Suécia (455) e Holanda (132). O número anual de DALYs perdidos foi 6.263 para a França, 1.246 para a Suécia e 374 para a Holanda, o que equivale aos custos totais que poderiam ser evitados de cerca de €129 milhões , €34 milhões e €6milhões (US$ 164,05 milhões, US$ 43,23 milhões, US$ 7,63 milhões), respectivamente.

O estudo focou em grupos com 50 anos ou mais, e não incluiu outras fraturas osteoporóticas devido à indisponibilidade de dados suficientes.

"Apesar dos efeitos dos alimentos na saúde serem reconhecidos, não existem metodologias aceitas e provadas para avaliar os impactos econômicos e para a saúde na população em geral. Nosso estudo provavelmente subestima as potenciais economias da maior ingestão de cálcio na dieta, uma vez que avalia os dados existentes para a população sênior e não leva em consideração os benefícios de longo prazo para a população mais jovem".

A pesquisa, apoiada por um financiamento da Danone Research, foi publicada no jornal Osteoporosis International. A reportagem é do Dairy Reporter, traduzida e adaptada pela Equipe MilkPoint.

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