Não será mais em 2010, mas sim 2013, o ano em que os subsídios à exportação de produtos agrícolas serão eliminados. Após dura negociação envolvendo Peter Mandelson, o comissário europeu para o Comércio, o ministro brasileiro Celso Amorim, o chefe do comércio externo norte-americano, Robert Portman, e o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, Pascal Lamy, entre outros negociadores, definiu-se que, em 2010, haverá uma "substancial" redução inicial, como queriam o Brasil, com muita ênfase, e os EUA, com um surpreendente perfil baixo na reunião de Hong Kong.
Além do fim dos subsídios agrícolas às exportações, ficou acordado na Ministerial, entre outras medidas, que os países ricos devem eliminar tarifas e cotas de 97% de suas importações provenientes dos 50 países mais pobres do mundo.
Fonte: Folha de S.Paulo (por Clóvis Rossi), adaptado por Equipe MilkPoint
Além do fim dos subsídios agrícolas às exportações, ficou acordado na Ministerial, entre outras medidas, que os países ricos devem eliminar tarifas e cotas de 97% de suas importações provenientes dos 50 países mais pobres do mundo.
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PAULO FERNANDO ANDRADE CORREA DA SILVA
VALENÇA - RIO DE JANEIRO - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 22/12/2005
Até quando vamos continuar permitindo a importação de lácteos da Comunidade Européia e dos Estados Unidos?
Esperamos que o Ministro Amorim, que, diga-se de passagem, merece todo o nosso respeito pelo brilhante trabalho que tem feito em defesa da eliminação dos subsídios dos países ricos na OMC, volte de Hong Kong disposto a influenciar a administração de Lula no sentido de preservar a nossa produção de leite da ação predatória dessas chamadas "economias centrais".
Paulo Fernando
Aplisi
Esperamos que o Ministro Amorim, que, diga-se de passagem, merece todo o nosso respeito pelo brilhante trabalho que tem feito em defesa da eliminação dos subsídios dos países ricos na OMC, volte de Hong Kong disposto a influenciar a administração de Lula no sentido de preservar a nossa produção de leite da ação predatória dessas chamadas "economias centrais".
Paulo Fernando
Aplisi