As oito cooperativas que fazem parte do sistema Agromilk e entregam 400 mil litros de leite por dia para Batávia, querem garantir a continuidade da empresa, da qual são sócios, mas a Parmalat detém 51% das ações.
O presidente da Agromilk e da Federação das Cooperativas Agropecuárias de Santa Catarina (Fecoagro), Neivor Canton, disse que, no caso de uma falência, as cooperativas devem assumir o controle da matriz situada no Paraná. Nem que para isso seja necessário tomar medidas judiciais.
Canton destacou que os acionistas minoritários não querem a ingerência externa na empresa, por conta da crise da Parmalat. Para ele, a Batávia é uma garantia da continuidade de produção para as cooperativas e produtores. Algumas cooperativas até assumiram dívidas da Parmalat, pagando os produtores.
Fonte: Diário Catarinense (por Darci Debona), adaptado por Equipe MilkPoint
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