Cooperativa nordestina avança para mercado do Sudeste
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O desenvolvimento desses novos produtos só foi possível, segundo ele, por causa dos financiamentos do Banco do Nordeste, que nos últimos oito anos já liberou R$ 2 milhões para a cooperativa, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).
Com qualidade garantida pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF), o presidente da cooperativa, José Mariano Neto, diz que até meados do próximo ano quer dobrar a produção. Para isso, conta ainda com a ampliação da oferta para Recife e João Pessoa e a entrada em Fortaleza.
A Cersel, que deve fechar este ano com um faturamento de R$ 10 milhões só na área de derivados de leite, quer crescer cerca de 10% em 2003. A cooperativa conta com 4,8 mil associados e adquire uma média de 50 mil litros por dia de 480 produtores.
Caso a demanda para os novos mercados que pretende explorar seja maior que o estimado, Mariano diz que a Cersel está preparada para transformar em derivados cerca de 100 mil litros de leite/dia. Além de queijo coalho, ela fabrica manteiga regional (de garrafa), queijos mussarela, minas frescal e ricota em menores quantidades que o coalho, além de iogurtes de vários sabores.
Uma das metas é abastecer a colônia nordestina que mora no sudeste.
Fonte: Gazeta Mercantil (por Carlos André Carvalho), adaptado por Equipe MilkPoint
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