Em uma casa pequena na Rua da Consolação, discreta fora as filas que costumam se formar em frente, fica a sorveteria Hokka Cream, aberta em novembro pelos empresários Thiago Armentano e Geraldo Mattar, junto a sócios da área do entretenimento. Com apenas um banco na área externa e outro na calçada, a loja abriga um totem para realizar os pedidos e um balcão, de onde saem as especialidades.
Foto: Ligia SkowronskI/Veja SP
Os sorvetes são no estilo soft, aerados e menos densos que os tradicionais gelatos italianos, extraídos na forma de espiral diretamente de uma máquina. Os da casa são inspirados, em especial, naqueles produzidos em Hokkaido, no extremo norte do Japão, região conhecida pelos laticínios de alta qualidade. Do equipamento saem quatro variedades (leite, cacau, melone e yuzu), todas com uma base de leite comprada pronta. São servidos na casquinha ou no copo, com ou sem coberturas.
O sabor de yuzu se destaca como novidade na sorveteria. Trata-se de uma fruta cítrica asiática rara e aromática, originária do leste da China e Tibete, mas amplamente cultivada no Japão e Coreia. Conhecido como um "limão japonês", ele se destaca por seu aroma intenso e sabor único, que combina notas de limão, tangerina e toranja. No sorvete, o resultado é uma combinação mais azedinha da massa feita com aromatizante da fruta, calda de abacaxi, pedacinhos da fruta liofilizada e gergelim preto torrado.
Foto: Ligia SkowronskI/Veja SP
As informações são da VEJA São Paulo, adaptadas pela equipe MilkPoint.
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