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China renuncia a tarifas contra EUA

Por quase dois anos, muitos bens dos EUA sofreram tarifas punitivas na fronteira chinesa, além dos impostos que já estavam em vigor antes do início da guerra comercial. Durante as negociações para o acordo comercial de primeira fase, os Estados Unidos e a China revogaram uma pequena parte da carga tarifária retaliatória e a China concedeu isenções para certas commodities, incluindo soja e soro de leite. Mas a maioria dos impostos punitivos permanece em vigor. Nesta semana, Pequim anunciou uma abordagem mais sistemática para reduzir seus impostos de fronteira.

O Conselho de Estado da China incentivou os importadores a enviar pedidos de isenção de tarifas para 696 produtos, incluindo sete categorias de produtos lácteos: leite em pó desnatado, soro de leite, lactose, fórmula infantil, alimentos infantis, outras preparações alimentares e concentrado de proteína de soro de leite. O Conselho de Estado também convidou empresas a solicitar isenções tarifárias de produtos que não constaram da lista, acompanhadas de uma explicação sobre como elas afetaram o solicitante e por que a redução tarifária é necessária. A China começará a aceitar pedidos de isenção de tarifas em 2 de março.

Um processo de renúncia mais consistente provavelmente aumentará as exportações americanas de soro de leite, fórmula infantil e leite em pó para a China. Mas a solicitação aberta também poderia beneficiar outros produtos lácteos.

A produção chinesa de carne suína foi devastada pela peste suína africana, resultando em uma escassez de banha. Embora os óleos vegetais sejam o substituto mais óbvio da gordura na cozinha chinesa, essa pode ser uma oportunidade para a indústria global de laticínios promover o consumo de manteiga no vasto mercado da China.

Tarifas mais baixas certamente serão necessárias se a China espera cumprir sua promessa de aumentar agressivamente as importações de produtos agrícolas dos EUA. As tarifas e uma moeda muito forte tornam os produtos dos EUA menos competitivos para compradores estrangeiros. Nesta semana, o dólar subiu ao seu valor mais alto em relação ao euro desde 2017 e está no nível mais alto de todos os tempos em relação ao real brasileiro.

As informações são do Daily Dairy Report, traduzidas pela Equipe MilkPoint.

Avaliando os atuais desafios das exportações de laticínios dos EUA para a China

Acordo EUA-China prevê importação chinesa adicional de US$ 32 bi de produtos agrícolas

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