FAZER LOGIN COM O FACEBOOK ESQUECI MINHA SENHA SOU UM NOVO USUÁRIO
Buscar

Campo espera impactos do auxílio emergencial

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 08/04/2021

2 MIN DE LEITURA

0
1

Com o retorno do pagamento do auxílio emergencial nesta terça-feira, é esperado que repercussões ocorram no campo.

Mesmo que o valor esteja na média de R$250,00 por família, inferior ao ano passado, o benefício é considerado importante. O auxílio estimula o consumo durante a pandemia e deve aquecer a demanda por produtos agropecuários

“O auxílio emergencial foi a grande mola do consumo interno no ano passado e teve um papel muito importante no consumo de alimentos”, resume o economista-chefe do Sistema Farsul, Antônio da Luz.

Antônio observa que, para a  agropecuária, o auxílio emergencial favoreceu principalmente o consumo de itens produzidos quase em sua totalidade para o mercado interno, como é o caso dos lácteos e do feijão. No arroz e nas carnes, o impacto foi considerado “médio”. Apesar disso, conforme o economista, o efeito da suspensão do auxílio, no último trimestre de 2020, não foi maior porque os estoques destes produtos estavam baixos.

Quanto ao valor concedido nesta nova etapa, da Luz observa que, quanto maior o recurso, maior será a demanda, mas ressalva que a medida também provoca efeitos na inflação.

A agricultura familiar espera um aumento na demanda por seus produtos. Carlos Joel da Silva, presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag/RS), confirmou que a suspensão da ajuda desde dezembro afetou a produção de suínos, frangos, leite e frutas e verduras. Famílias têm que reduzir gastos com alimentação .

“Quem comprava cinco litros de leite passou a comprar dois ou três e isso impactou diretamente na produção”, observa o dirigente. Por isso, Silva vê com otimismo a retomada dos pagamentos, embora avalie que o valor poderia ter continuado em R$ 600,00. O dirigente sustenta que os recursos injetados na economia favorecem não apenas os agricultores e a indústria, mas à sociedade em geral.

No setor de lácteos, a expectativa é de que o auxílio emergencial beneficie o setor, que enfrentou dificuldades no primeiro trimestre devido à queda no consumo.

Segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat), Guilherme Portella, o desempenho foi influenciado por questões sazonais, mas também pela interrupção no pagamento do auxílio emergencial.

“Com a retomada, as pessoas vão ter maior poder de compra”, aposta o dirigente. Portella considera o auxílio emergencial  “imprescindível” neste momento e acredita que ele vai se refletir na aquisição de produtos básicos, nos quais está incluído o leite.

As informações são do Correio do Povo, adaptadas pela equipe MilkPoint. 

0

DEIXE SUA OPINIÃO SOBRE ESSE ARTIGO! SEGUIR COMENTÁRIOS

5000 caracteres restantes
ANEXAR IMAGEM
ANEXAR IMAGEM

Selecione a imagem

INSERIR VÍDEO
INSERIR VÍDEO

Copie o endereço (URL) do vídeo, direto da barra de endereços de seu navegador, e cole-a abaixo:

Todos os comentários são moderados pela equipe MilkPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração. Obrigado.

SEU COMENTÁRIO FOI ENVIADO COM SUCESSO!

Você pode fazer mais comentários se desejar. Eles serão publicados após a analise da nossa equipe.

MilkPoint AgriPoint