O Conselho de Lácteos do Reino Unido (Dairy Council) informou que não há risco de faltar leite à população devido aos problemas com a febre aftosa. A indústria continuará a produzir leite para suprir a demanda dos consumidores.
A maioria dos rebanhos infectados com a aftosa são de corte, e não de leite. Mesmo se o número de rebanhos com a doença aumentar significativamente, a indústria será capaz de produzir leite suficiente para o consumo. Nenhum leite está sendo coletado de propriedades onde existem animais infectados. De outras propriedades, em zonas de exclusão, o leite está sendo coletado em camihões-tanques, que são desinfetados na porteira da propriedade. Também como medida de precaução, os transportadores estão vestindo roupas impermeáveis, que são lavadas a cada coleta de leite.
Uma vez coletado o leite, ele é pasteurizado por pelo menos 15 segundos, a 72o C. Dessa forma, mesmo que por qualquer descuido o leite fosse coletado de animais infectados com a febre aftosa, o vírus seria eliminado com a pasteurização.
Até o dia 4 de abril continuam proibidas as importações de carne, animais domésticos, leite cru ou pasteurizado, e queijos não pasteurizados do Reino Unido. Outros produtos, como queijos, manteiga e iogurte, não estão incluídos na barreira.
A indústria de lácteos apoiou o anúncio feito pela Food Standards Agency, que diz que a cadeia de alimentos não foi afetada pelo surto de aftosa, uma vez que esse não traz riscos aos humanos. A aftosa afeta somente animais bi-ungulados, como bovinos, caprinos, ovinos, suínos e cervos.
fonte: The Dairy Council, por Equipe MilkPoint
Aftosa não afetará produção de leite
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