De acordo com o trabalho científico, os produtores investiram, em média, R$ 216,00 por vaca com Velactis e a secagem abrupta. Este montante incluiu custos de alimentação (durante os últimos sete dias de lactação) e de mão-de-obra, despesas com infecções intramamárias (IMM) durante o período seco e durante a lactação, o produto e retorno da venda do leite no período. Em contrapartida, os custos dos métodos de alimentação gradual e de ordenha gradual para a secagem foram significativamente maiores: R$ 432,00 e 312,00 por vaca, respectivamente.
Dessa forma, “como parte da secagem abrupta da ordenha, Velactis economizou, em média, R$ 216,00 e R$ 96,00 por vaca, em comparação à redução gradual da alimentação e da frequência de ordenha, respectivamente”, aponta o estudo.
Os pesquisadores ressaltaram a importância do cuidado da vaca no período seco. “Essa fase possibilita que os tecidos mamários se recuperem e sejam reparados. Além disso, tratando com antibióticos no momento da secagem, as infecções existentes podem ser curadas, proporcionando aumento da produtividade e bem-estar animal”.
“Interromper abruptamente a ordenha com o uso simultâneo de Velactis também representa mais leite nos últimos dias de ordenha. O ingurgitamento do úbere, vazamento de leite, infecções intramamárias, dor e desconforto do úbere são problemas comuns observados após a secagem. O medicamento reduz a ingurgitamento do úbere após a secagem em 50%, com consequente redução das infecções pós-vazamento de leite. Além disso, há o ganho no bem-estar, pois é visível que a vaca fica mais confortável”, aponta o trabalho científico.
Em congruência a esse artigo, Cristian Nodari, produtor de leite de Palotina – PR, reporta em seu depoimento o que o estudo comprovou. É a ciência demonstrada na voz do produtor e no trabalho científico. Assista!
Para ler o estudo na íntegra, acesse aqui.