A especialista do Datamonitor, Louisa Sabin, informou ao site DairyReporter quais são, na sua opinião, as principais tendências para o mercado de produtos lácteos saudáveis e funcionais.
Iogurte grego
Com o crescimento do iogurte grego desacelerando nos Estados Unidos, os processadores estão buscando novos veículos para continuar “capitalizando sobre esse produto saudável”, associado com o gosto dos consumidores por produtos com baixo teor de gordura e alto nível de proteína.
“O iogurte grego está se movendo para outras categorias e esse é um fenômeno crescente observado em molhos e até manteiga. Para companhias que já estão fabricando iogurte grego, é uma fonte de novos fluxos de receitas”.
A divisão de iogurtes dos Estados Unidos da Danone, a Dannon, que tem o maior portfólio de iogurte grego no país, está entre as empresas que diversificaram a gama de produtos feitos à base de iogurte grego. Em junho de 2013, a empresa lançou o OikosGreekDips, que afirmou conter 80% menos gordura do que os molhos tradicionais à base de lácteos.

Alternativas aos leite de vaca
Sabin citou outra tendência, que são as alternativas ao leite de vaca, como o leite de camela ou de cabra. Tradicionalmente consumido no Oriente Médio, Ásia e Norte da África, o leite de camela agora está se tornando popular entre consumidores conscientes com sua saúde no ocidente. No começo desse ano, o fundador da firma de leite de camela dos Estados Unidos, DesertFarms, disse que esse leite seria o próximo “superalimento” do país.
Embora destaque o crescente interesse comercial em alternativas ao leite de vaca, Sabin reconheceu que eles permanecerão sendo produtos nicho. “O leite de cabra ganhou ímpeto devido a seus benefícios para a saúde, como digestão mais fácil”, disse ele. No entanto, ela disse que os produtos de leite de cabra “continuarão sendo um mercado nicho e posicionados como alimentos especiais”.
“Os produtos de leite de camela foram lançados no mercado dos Estados Unidos, mas acho que continuarão sendo um mercado nicho devido a seu preço alto”, disse ela.

Sorvetes funcionais
Em junho, publiquei no blog sobre o lançamento de um sorvete com componente da maconha, lançado pela RelaxationSolutions, subsidiária da Bebida BeverageCompany (BeBevCo). A companhia se uniu à dupla de comediantes dos anos 80, Cheech e Chong para lançar o sorvete relaxante contendo componentes da maconha nos Estados Unidos.
Usando esse exemplo, Sabin disse que os desenvolvimentos dessa natureza “são uma forma de conter o aumento” no iogurte congelado (ou sorvete de iogurte), que é visto como “mais saudável pelos consumidores”.

Proteína
A escolha final de Sabin não precisa de muita explicação. O alto teor proteico é agora promovido em tudo, desde iogurte até leite com sabor. O mercado para proteínas lácteas em pó, anteriormente direcionado pela demanda de atletas e pessoas que queriam ganhar músculos, chegou ao público geral e agora, vão de idosos a atletas.
Sabin também previu que a atual tendência de alto teor de proteína veio para ficar. “Os produtos à base de proteínas ainda são populares, independentemente do segmento lácteo”.
Mais um dos inúmeros exemplos disso é o recente lançamento do leite TruMooProtein Plus, pela companhia de lácteos Dean Foods. Lançado nos sabores de chocolate e baunilha, o leite contém 25 gramas de proteína por porção.
Iogurte grego
Com o crescimento do iogurte grego desacelerando nos Estados Unidos, os processadores estão buscando novos veículos para continuar “capitalizando sobre esse produto saudável”, associado com o gosto dos consumidores por produtos com baixo teor de gordura e alto nível de proteína.
“O iogurte grego está se movendo para outras categorias e esse é um fenômeno crescente observado em molhos e até manteiga. Para companhias que já estão fabricando iogurte grego, é uma fonte de novos fluxos de receitas”.
A divisão de iogurtes dos Estados Unidos da Danone, a Dannon, que tem o maior portfólio de iogurte grego no país, está entre as empresas que diversificaram a gama de produtos feitos à base de iogurte grego. Em junho de 2013, a empresa lançou o OikosGreekDips, que afirmou conter 80% menos gordura do que os molhos tradicionais à base de lácteos.
Alternativas aos leite de vaca
Sabin citou outra tendência, que são as alternativas ao leite de vaca, como o leite de camela ou de cabra. Tradicionalmente consumido no Oriente Médio, Ásia e Norte da África, o leite de camela agora está se tornando popular entre consumidores conscientes com sua saúde no ocidente. No começo desse ano, o fundador da firma de leite de camela dos Estados Unidos, DesertFarms, disse que esse leite seria o próximo “superalimento” do país.
Embora destaque o crescente interesse comercial em alternativas ao leite de vaca, Sabin reconheceu que eles permanecerão sendo produtos nicho. “O leite de cabra ganhou ímpeto devido a seus benefícios para a saúde, como digestão mais fácil”, disse ele. No entanto, ela disse que os produtos de leite de cabra “continuarão sendo um mercado nicho e posicionados como alimentos especiais”.
“Os produtos de leite de camela foram lançados no mercado dos Estados Unidos, mas acho que continuarão sendo um mercado nicho devido a seu preço alto”, disse ela.
Sorvetes funcionais
Em junho, publiquei no blog sobre o lançamento de um sorvete com componente da maconha, lançado pela RelaxationSolutions, subsidiária da Bebida BeverageCompany (BeBevCo). A companhia se uniu à dupla de comediantes dos anos 80, Cheech e Chong para lançar o sorvete relaxante contendo componentes da maconha nos Estados Unidos.
Usando esse exemplo, Sabin disse que os desenvolvimentos dessa natureza “são uma forma de conter o aumento” no iogurte congelado (ou sorvete de iogurte), que é visto como “mais saudável pelos consumidores”.
Proteína
Sabin também previu que a atual tendência de alto teor de proteína veio para ficar. “Os produtos à base de proteínas ainda são populares, independentemente do segmento lácteo”.
Mais um dos inúmeros exemplos disso é o recente lançamento do leite TruMooProtein Plus, pela companhia de lácteos Dean Foods. Lançado nos sabores de chocolate e baunilha, o leite contém 25 gramas de proteína por porção.