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Desafios e possíveis soluções para os produtores de leite no Brasil

A atividade leiteira é multifacetada e desafiadora, exige expertise em várias áreas, desde atividades biológicas da natureza, até econômica e gerencial. Confira

Publicado por: MilkPoint

Publicado em: 21/06/2024 - 8 minutos de leitura

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A produção de leite é uma atividade multifacetada e desafiadora, exigindo expertise em várias áreas, desde atividades biológicas de diversas naturezas, econômicas e gerenciais bastante intensas. Este setor requer um equilíbrio delicado entre as complexidades da biologia animal, as dinâmicas do mercado e as habilidades de gestão, tornando-o uma empreitada intensiva e altamente exigente. É preciso dominar técnicas de manejo alimentar, sanitário de reprodutivo dos bovinos e ser um competente agricultor para produzir alimento para os animais.

Além disso, uma gestão não trivial, envolvendo gestão de pessoas, de finanças, planificação e execução de diferentes tarefas. É uma atividade que requer trabalho e esforço 365 dias por ano. Além das dificuldades inerentes à natureza da produção de leite, no caso do Brasil, soma-se diversos questões que desafiam a capacidade intelectual, gerencial, física e mental do produtor de leite. Esse artigo discute alguns desses desafios e ao final, aponta algumas alternativas para os produtores vocacionados e determinados.

Os muitos desafios que vamos abordar, nesse artigo, diz respeito aos pequenos e médios produtores de leite. Isto por que, os grandes empreendimentos produtores de leite estão crescendo em número, em escala de produção, em eficiência, em qualidade e em importância no abastecimento do mercado, significando que estão obtendo sucesso em seus empreendimentos. Enquanto isto, os pequenos e médios produtores estão sendo excluídos do mercado, conforme se vê na figura abaixo, que mostra que de 2006 a 2017, mais de 174 mil estabelecimentos produtores de leite deixaram a atividade.

Estabelecimento dos produtores de leite no Brasil

Mas por que isto se dá? A resposta não é simples, pois envolve uma complexa matriz de desafios enfrentados no dia a dia da produção de leite, a saber:

(i) Baixo volume de produção – Uma das características da pequena e média produção é exatamente o pequeno volume produzido diariamente. Esse pequeno volume impacta em sua capacidade de negociação de seu produto, recebendo valores que podem chegar a até 30% a menos do valor mais alto recebido, notadamente, para aqueles que tem grande escala de produção. Recebendo menos e com baixo volume, a renda mensal pode ficar muito pequena e pode ser menor do que o custo de oportunidade da mão-de-obra do produtor e dos membros de sua família. O baixo volume dificulta a diluição dos custos fixos da atividade leiteira, reduzindo sobremaneira a margem líquida e o resultado do negócio;

(ii) Alto investimento requerido para aumentar a escala de produção – Para aumentar a escala de produção de forma a obter melhor renda o produtor tem três caminhos. O primeiro aumentar a produtividade das vacas, o segundo aumentar o plantel de vacas e o terceiro é a combinação dessas duas alternativas simultaneamente. Todavia, para qualquer dos cursos de ação, será requerido investimentos em animais, em instalações, manejos e equipamentos. Esses investimentos, embora substanciais, podem ser realizados via capital próprio ou financiamentos. No entanto, é comum que os produtores normalmente não disponham de capital próprio para investir e, muitas vezes, enfrentam dificuldades para ter acesso a financiamento por conta das exigências do sistema bancário que ele não consegue satisfazer;

(iii) Dificuldade de dominar tecnologias modernas – Tecnologias modernas e mais eficientes, normalmente, são intensivas de conhecimentos técnicos que muitas das vezes o produtor não consegue dominar. Sim, para ser capaz de compor sistemas de produção com tecnologias eficientes e rentáveis é preciso dominar, não somente conhecer, mas dominar todo o ciclo da tecnologia para transformá-la em fator gerador de riqueza. Sem domínio, peca-se nos detalhes, que podem significar a diferença entre ser economicamente viável, ou não;

(iv) Baixa escolaridade – A maioria dos pequenos e médios produtores possuem baixa escolaridade. Considerando que as tecnologias mais produtivas são também intensivas de conhecimentos técnicos e científicos. A baixa escolaridade prejudica sobremaneira o desenvolvimento do pequeno produtor. A produção de leite caminha, cada vez mais, para a profissionalização da atividade, requerimento imposto pela dinâmica das modernas condições de produção;

(v) Insuficiência de assistência técnica – A falta de assistência técnica de caráter profissional, integral e continuada é um dos maiores gargalos que o pequeno e o médio produtor enfrenta. O que se vê, quando existe, são atividades de assistência técnica genérica, pouco especializada ou mesmo “curativa”, aquela que vem quando invocada para resolver um problema específico e pontual;

(vi) Falta de mão-de-obra – A falta de mão de obra no campo é um grande desafio para a produção de leite. Para as grandes estâncias produtoras de leite, gerenciadas como empresas, pode-se prover condições de trabalho, benefícios e salários atrativos que ajudam a minimizar a falta da mão-de-obra. Para além disso, os grandes produtores possuem capacidade técnica e financeira para adotar tecnologias poupadoras de mão-de-obra, facilitando a atividade. Todavia, o médio produtor não tem essa capacidade e o pequeno, por trabalhar mais com a mão de obra familiar, tem mais limitações à expansão do que dificuldades na produção. Hoje, a academia discute o que seria um “apagão da mão-de-obra rural”, notadamente a qualificada para agropecuária em geral e a produção de leite em particular;

(vii) Requerimentos de qualidade e de impacto ambiental – Qualidade da matéria prima e a questão dos impactos ambientais advindos da produção são uma exigência cada vez mais relevante da sociedade. Ela impacta nos manejos do sistema e nos custos de produção. Muitas exigências, incluindo as legais, podem estar além da capacidade gerencial e ou financeira dos pequenos e médios produtores;

(viii) Frágil governança da cadeia produtiva – A grande quantidade de produtores e também a proliferação de pequenos e médios laticínios/cooperativas, contribui para um elevado número de estabelecimentos industriais de leite. Esse cenário gera um custo elevado de transação no âmbito da cadeia produtiva. Isto promove uma governança frágil que impede ou minimiza as possibilidades de estabelecimentos de alianças estratégicas de longo prazo entre os dois mais importantes elos da cadeia produtiva do leite, o produtor e as cooperativas/agroindústrias.

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(ix) Inadequada infraestrutura de produção – Se por um lado o imobilizado na produção de leite, em terras, animais, máquinas e instalações é alto, por outro a infraestruturas moderna como energia elétrica, internet, esgoto, água tratada e estradas vicinais, são precárias. A questão da energia e da internet está no cerne do processo de modernização da agropecuária brasileira e precisa estar ao alcance dos produtores para que tecnologias modernas possam ser utilizadas.

A questão da exclusão de produtores de pequena e média escala de produção de leite é de conhecimento geral. Trata-se de um fenômeno que acontece em diferentes partes do mundo, em diferentes cadeias produtivas e no Brasil não é diferente.

Mas, quais seriam as possíveis soluções para a situação que se encontram os inúmeros produtores de leite que queiram permanecer na atividade? Elencado desafios, a indicação de solução é complexa na medida que problemas dessa magnitude não são afeitos somente a questões técnicas, mas também de mercado, cultura e de mentalidade do produtor e sua capacidade de resiliência e de desejo de prosperar.

Com essas ressalvas indica-se as seguintes portas, para os produtores vocacionados:

(i) Contratar assistência técnica – A assistência técnica a ser contratada precisa ser de caráter profissional, integral e continuada. Deve ser iniciada com um diagnóstico, para se conhecer o ponto de partida, e traçar um plano de negócio que considere aonde se quer chegar nos próximos 5 a 10 anos. A missão precípua do técnico é orientar e auxiliar na tomada de decisão do conjunto de tecnologias que deve ser utilizada para organizar sistemas de produção eficientes, rentáveis e que coadunem com os paradigmas de aumento da produção, da produtividade e da sustentabilidade. Sem profissionalização e visão de futuro, futuro não há;

(ii) Constituir grupo de produtores – Como a maioria dos pequenos e médios produtores não tem condições financeiras para arcar com uma assistência técnica do porte acima mencionada, deve-se organizar grupo de produtores para fazer frente às despesas do técnico. Além disso, o grupo precisa se organizar para comprar insumos em conjunto e vender o produto de forma coletiva, aumentando a escala de compra e venda, aumentando com isto, o poder de barganha do grupo;

(iii) Melhorar a governança da cadeia produtiva – Fortalecimento da governança requer a participação individual e do grupo de produtores em uma cooperativa que agregue valor à sua matéria prima, dê suporte ao técnico contratado para assistência técnica, promova serviços de interesse mútuo e estabeleça uma parceria estratégica de longo prazo que garanta organicidade, governança e lucratividade da cadeia produtiva.

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(iv) Agregar valor à produção – Sendo um modelo bem característico específico e que requer alguma especificidade (ex: queijo artesanal), pode também trazer uma solução individual ou mesmo grupal. De forma individual pode melhorar a condição do pequeno e médio produtor, mas pouco impacta o território. Quando da organização de associação ou cooperativa, além de contornar e ou minimizar as fraquezas da pequena e média produção, espraia solução para mais produtores e pode impactar a renda e a melhoria de vida de dado território.

Os desafios inerentes à produção de leite aqui apresentados, dizem respeito aos sistemas de produção e a organização mínima da cadeia produtiva. Estes desafios podem ser tratados e resolvidos pelos próprios produtores individualmente ou por meio de suas associações, cooperativas. Além dos desafios elencados, soma-se as incertezas do mercado e o chamado “custo Brasil” que estariam fora da capacidade imediata de intervenção dos produtores. As soluções indicadas não são novas e há exemplos de sucesso e fracassos conhecidos. Todavia, elas são altamente dependentes da capacidade do produtor e do grupo de produtores de chamarem para si a responsabilidade e o interesse de deixar a pobreza e a miséria, planejar e construir um futuro desejado para si, para sua família e sua comunidade.
 

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Autores
José Luiz Bellini Leite - Ph.D Economia Rural – Embrapa Gado de Leite
Lorildo Aldo Stock - Ph.D Economia Rural – Embrapa Gado de Leite
Luiz Antonio Aguiar de Oliveira - Contador, especialista em contabilidade empresarial – Embrapa Gado de Leite

 
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Luiz Henrique Matos
LUIZ HENRIQUE MATOS

SALGADO - SERGIPE - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 24/06/2024

Excelente tema para ser abordado. Gostaria apenas de realçar o "saber financeiro" , saber realmente quanto de custa para produzir um litro de leite e quanto litros eu preciso produzir para pelo menos zerar as minhas contas. Com essas informação em mão é possível que o produtor venha a realizar um planejamento de aumento da produção, seja por via de recursos próprios, financiamentos de terceiros ou parcerias por meio de associações ou cooperativas.
Eliezer Furtado de Carvalho
ELIEZER FURTADO DE CARVALHO

SILVÂNIA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 24/06/2024

Ótimo artigo.
Sugiro que abordem esse tema sob a ótica da relação entre o oligopolio cartelizado das indústrias e os militares de pequenos produtores, desinformados, desorganizados e submetidos a uma falsa representação das entidades de classe.
Paulo Tadatoshi Hiroki
PAULO TADATOSHI HIROKI

LONDRINA - PARANÁ - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 24/06/2024

Artigo profundo e complexo, mas a abordagem é muito parecida com a que apresentamos em 1998 no lançamento do Projeto Vitória. Diagnóstico individualizado, assistência técnica intensiva e também personalizada e desafios na profissionalização - compra e venda em conjunto. Grandes sonhos. Grandes ações.
Robertson Valladão de Azeredo
ROBERTSON VALLADÃO DE AZEREDO

CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - ESPÍRITO SANTO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 24/06/2024

Excelente artigo! Uma constatação e um alerta, especialmente para a indústria. A redução do número de estabelecimentos produtores (pequenos emédios) pode não ser compensada na mesma proporção pelos grandes e pode, além do impacto social, comprometer a oferta de matéria prima. As soluções possíveis, creio, dependem mais de uma ação externa (educativa - indústria, instituições públicas e privadas), do que dos próprios produtores.
Gloria Perpétua Braga De Matos
GLORIA PERPÉTUA BRAGA DE MATOS

LAGOA FORMOSA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 21/06/2024

Gosto muito dos assuntos publicados .

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