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Cisto ovariano em vacas de leite: incidência, resposta à aplicação de GnRH e desempenho reprodutivo

Por R.M. Santos, D.G.B. Démetrio, J.L.M. Vasconcelos

(artigo publicado no Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, v.61, p.527-532, 2009)

Introdução

Em bovinos, a ocorrência de cisto ovariano é definida como presença de uma estrutura anovulatória de diâmetro maior do que 25 mm que persiste por, no mínimo, 10 dias na ausência de um corpo lúteo (Garverick, 1997).

Os cistos ovarianos são classificados em folicular ou lúteo, dependendo do grau de luteinização da estrutura. A diferenciação por palpação retal é difícil e às vezes impossível (Sprecher et al., 1988; Farin et al., 1990), entretanto a dosagem de progesterona (P4) no plasma ou no leite pode ajudar a diferenciar os dois tipos de cistos. Vacas com cisto folicular apresentaram concentração plasmática de P4 menor que 1ng/mL, e vacas com cisto lúteo, acima de 1ng/mL (Leslie e Bosu, 1983). A ultrassonografia também pode ser usada para fazer essa diferenciação, fato constatado por Farin et al. (1990), que obtiveram com o ultrassom a sensibilidade de 91,5% para diagnosticar cisto lúteo e 70% para cisto folicular.

A ocorrência de cistos relatada em estudos que usavam a palpação retal como forma de diagnóstico foi de 6 a 19% (Kesler e Gaverick, 1982; Gaverick, 1997). Em estudos mais recentes, a incidência da condição anovulatória (detectada por dosagem hormonal ou ultrassonografia) em vacas de leite varia entre 18 a 19% (Cartmill et al., 2001; Gümen et al., 2003). Mais de 70% dos cistos ovarianos ocorrem entre 16 a 50 dias após o parto, com ocorrência mais alta entre 30 a 40 dias (Erb e White, 1981; Kirk et al., 1982). Nanda et al. (1991) observaram a ocorrência de cistos ovarianos em vacas de 20 a 150 dias após o parto. A ocorrência de cistos ovarianos influencia o intervalo de partos, pois causa aumento de 22 a 64 dias no período de serviço (Erb e Martin, 1980; Lee et al., 1988). Savio et al. (1990) relataram que vacas com cistos e vacas normais apresentaram intervalo parto-primeira ovulação de 58 e 12 dias, respectivamente.

A possível causa do cisto ovariano ainda não é bem conhecida. Inúmeros fatores são apontados como fatores de risco, como perda de escore de condição corporal no pós-parto, número de lactações, época do ano e desordens do pós-parto (López-Gatius et al., 2002). O desenvolvimento do cisto parece estar associado a um desequilíbrio endócrino envolvendo o eixo hipotálamo-hipófise-gonadas (Kesler e Garverick, 1982; Bosu e Peter, 1987). Gümen et al. (2002) e Gümen e Wiltbank (2005a) relataram que a formação de um folículo ovariano grande, similar a um cisto folicular, pode ser induzida pela aplicação de estradiol, que induz o pico de GnRH e LH, na ausência da luteinização subsequente, seja por aplicação de estradiol na ausência de um folículo dominante (Gümen et al., 2002) ou por remoção do corpo hemorrágico (Gümen e Wiltbank, 2005a). Assim, indução do novo pico de GnRH e LH pelo estradiol ficaria inibida devido à necessidade da exposição à progesterona para que esse novo pico possa ser induzido pelo estradiol.

O tratamento do cisto depende da classificação em cisto folicular ou lúteo. Se for folicular, o objetivo é luteinizá-lo com tratamento com gonadotrofina coriônica humana (hCG) ou com GnRH, que induz a onda pré-ovulatória de LH, tratamentos que parecem ter sucesso em 80% dos casos (Osawa et al., 1995; Garverick, 1997). A prostagladina F2 (PGF2) causa lise do cisto lúteo ou do cisto folicular luteinizado sete dias após o tratamento com GnRH ou hCG (Cantley et al., 1975).

Estudos sugerem que o tratamento com GnRH mais dispositivo vaginal de P4 durante sete dias, seguido de aplicação de PGF2 ao final do tratamento, é o mais eficaz (Thatcher et al., 1993; Gümen e Wiltbank, 2005b; Kim et al., 2006; Todoroki e Kaneko, 2006), provavelmente devido à etiologia dos cistos relacionada com deficiência de exposição a P4 (Gümen et al., 2002; Gümen e Wiltbank, 2005a) e à baixa concentração de P4 apresentada por vacas de leite de maior produção, devido à alta ingestão de matéria seca (Santos e Vasconcelos, 2006).

É difícil avaliar o sucesso do tratamento, uma vez que pelo menos 20% dos cistos têm recuperação espontânea (Kesler e Garverick, 1982; Dobson e Nanda, 1992; López-Gatius et al., 2002).

Este estudo teve como objetivos avaliar: a porcentagem de vacas ciclando, em anestro ou com cisto na sétima semana após o parto; o efeito da época do ano na incidência dos cistos; a resposta das vacas com cisto ao tratamento com uma aplicação de GnRH; a porcentagem de recuperação espontânea dos cistos; a eficiência reprodutiva e a taxa de descarte de vacas que apresentaram cisto.

Material e métodos

No período de abril a janeiro, foram avaliadas 333 vacas, de um rebanho de aproximadamente 600 vacas em lactação, da raça Holandesa, com produção média de 8.700kg de leite por lactação de 305 dias, mantidas em free stalls, alimentadas com dieta total composta de silagem de milho, feno de alfafa, polpa cítrica, grãos de milho, farinha de soja, minerais e vitaminas.

Os ovários das vacas foram submetidos a avaliações ultrassonográficas semanais, a partir da quarta semana após o parto (22 a 28 dias), para a detecção da presença de corpo lúteo (CL) ou folículos com diâmetro superior a 10mm. Após as quatro primeiras avaliações (sétima semana após o parto), as vacas foram assim classificadas: em ciclando (presença de CL em um dos exames ultrassonográficos); em anestro (ausência de CL e de estruturas maiores que 25mm) e em vacas com cisto (ausência de CL e presença de estruturas maiores que 25mm).

Na sétima semana após o parto (43 a 49 dias), as vacas císticas (n=31) foram distribuídas em dois grupos: grupo-controle (n=16), formado por vacas com cisto e que não receberam tratamento, e grupo-tratamento (n=15), formado por vacas com cistos e que receberam uma aplicação de GnRH (100mcg de gonadorelina, Cystorelin®, 2mL, via intramuscular).

Após a divisão dos grupos e a aplicação do GnRH, os animais foram avaliados em mais dois momentos (oitava e nona semana após o parto) para verificar a ocorrência de ovulação ou luteinização e a presença de um novo CL ou de novos folículos.

Posteriormente, foram analisados os dados do intervalo parto-primeira inseminação artificial (IA), do número de serviços por concepção, do intervalo parto-concepção e da taxa de descarte, para avaliar os efeitos da presença do cisto na eficiência reprodutiva.

O efeito da época do ano na incidência de cistos foliculares e o do tratamento na recuperação dos cistos foram analisados pela teoria dos modelos lineares generalizados, que inclui o Modelo de Bernouille para proporções. A influência da ocorrência de cistos no intervalo do parto-primeira-IA, no número de serviços por concepção e no intervalo do parto-concepção foi submetida à análise de variância (SAS/1988).

Resultados e discussão

A incidência de vacas classificadas como ciclando e que apresentavam estruturas ovarianas com mais de 25mm de diâmetro na presença de CL foi de 3.9% (13/333). A porcentagem de vacas com cistos na sétima semana após o parto foi de 9,3% (Tab. 1), o que se assemelha aos resultados apresentados por Garverick (1997) e Lopéz-Gatius et al. (2002) que relataram incidência entre 7 a 13,1% em vacas de leite.

Tabela 1. Classificação de vacas da raça Holandesa na sétima semana após o parto, de acordo com quatro avaliações ovarianas prévias, por ultrassonografia.



Foi detectado efeito (P<0,05) de época do ano na incidência de cistos foliculares (Tab. 2), observando-se que a porcentagem de vacas com cistos foi maior nos meses de abril a julho, provavelmente devido ao fato de as vacas que apresentaram cistos terem parido nos meses mais quentes do ano, quando os problemas relacionados ao parto e o estresse são mais altos. Segundo Bosu e Peter (1987), o aumento do nível de cortisol nas doenças do pós-parto está ligado à ocorrência de cistos. Lopéz-Gatius et al. (2002) também obtiveram dados confirmadores à ideia de que as vacas que parem no verão têm 2,6 vezes mais chances de desenvolver cisto até o dia 49 após o parto do que as vacas que parem no inverno.

Tabela 2. Época do ano sobre a incidência de cistos em vacas da raça Holandesa na sétima semana após o parto.



Depois do tratamento, na sétima semana após o parto, as vacas foram novamente avaliadas na oitava e na nona semana para verificar a resposta dos cistos ao tratamento e a taxa de cura espontânea. Não foi detectado efeito de tratamento. Por conseguinte, a taxa de cura foi de 60,0% (9/15) no grupo das vacas tratadas e de 87,5% (14/16) no grupo-controle.

Os resultados de cura espontânea foram acima dos citados pela literatura. Estudos apontam que 20% dos cistos têm recuperação espontânea (Bierschwal et al., 1975; Kesler e Garverick, 1982; Dobson e Nanda, 1992). Morrow et al. (1966) relataram 50% de taxa de recuperação espontânea em vacas nos primeiros 60 dias pós-parto, e Dinsmore et al. (1989) concluíram que vacas em início de lactação não apresentam alta taxa de cura espontânea dos cistos. López-Gatius et al. (2002) apontaram que a taxa de cura espontânea dos cistos, nos primeiros 60 dias pós-parto, depende do número de lactações e observaram que 80% dos cistos das vacas de primeira lactação tiveram cura espontânea, com uma taxa de 30% nas vacas com mais lactações.

Foram detectadas diferenças entre vacas com cisto, em anestro e ciclando nas características reprodutivas avaliadas. As vacas com cistos apresentaram maior (P<0,05) intervalo parto-primeira IA, maior número de serviços por concepção e maior intervalo parto-concepção que vacas ciclando (Tab. 3).

Tabela 3. Intervalo do parto-primeira IA, número de serviços por concepção e intervalo do parto-concepção em vacas Holandesas classificadas como ciclando, em anestro e com cisto, na sétima semana após o parto, de acordo com quatro avaliações ovarianas prévias, por ultrassonografia.



Os resultados de desempenho reprodutivo assemelham-se com os apresentados por outros pesquisadores ao observarem que os cistos influenciam o intervalo de partos por aumentarem de 22 a 64 dias no período de serviço (Erb e Martin, 1980; Lee et al., 1988). Segundo Carroll et al. (1990), o número de dias do parto à primeira IA tende a ser maior, mas a concepção e o intervalo parto-concepção não são afetados pela ocorrência de cistos. Douthwaite e Dobson (2000) reportaram que, após o tratamento, a fertilidade das vacas com cistos foliculares é semelhante à das outras vacas do rebanho, e que as vacas com cisto lúteo apresentam intervalo de parto 40 dias maior.

As vacas com cisto apresentaram taxa de descarte, por problemas diversos, maior (P<0,05) do que as vacas ciclando (41.2 vs. 21.8%). Douthwaite e Dobson (2000) também verificaram taxa de descarte maior para vacas com cistos foliculares (41 vs. 11%).

O desempenho reprodutivo das vacas que apresentaram cisto na sétima semana após o parto ficou comprometido provavelmente devido ao atraso no retorno à ciclicidade, o que aumentou o intervalo parto-primeira IA, o intervalo parto-concepção e a taxa de descarte.

Conclusão

Vacas diagnosticadas com cisto na sétima semana após o parto apresentaram recuperação espontânea, embora o intervalo parto-concepção e a taxa de descarte tenham sido maiores para essas vacas.

Referências Bibliográficas

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ALISSON

GUARDA MOR - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 23/05/2013

Ola

  

Gostaria de  saber sobre anestro e qual o melhor tratamento em vacas recem paridas e qual marca de GRNH.
RICARDA MARIA DOS SANTOS

UBERLÂNDIA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO

EM 25/11/2009

Prezado Rodrigo Nunes de Assis,
Muito obrigada pela participação!
Você pode tentar repetir o tratamento, mas algumas em algumas vacas o cisto fica crônico e mais resistente ao tratamento. Uma possibilidade é fazer a aspiração do conteudo do cisto com ultrassom e por último o descarte.
Até mais,
Ricarda.
RODRIGO NUNES DE ASSIS

IBIÁ/ MG - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 25/11/2009

Primeiramente parabens pelo o artigo.

Se as vacas nao melhorarem com o tratamento de implante, GNRH e prostaglandina, gostaria de saber se existe outro tratamento, repetir o tratamento ou descartar a vaca?
RONALDO MENDONÇA DOS SANTOS

UBERABA - MINAS GERAIS

EM 30/07/2009

Qual a função do GnRH no D0 do implante? A utilização do protocolo em vacas encistadas e seguido de IATF com objetivo de ganhar tempo não poderá comprometer a taxa de prenhês na IATF, principalmente para pecuaristas que vão utilizar sêmen de alto valor.

Att.,
Ronaldo Mendonça dos Santos.
RICARDA MARIA DOS SANTOS

UBERLÂNDIA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO

EM 25/07/2009

Prezado Michel dos Santos Abrahão,
Muito obrigada pela participação!
O tratamento com GnRH mais dispositivo vaginal de P4 durante sete dias, ainda é o mais recomendado, e pode ser feito ao final a aplicação de outra dose de GnrH no dia 9, e a IATF 16 horas depois. Pois assim você ganha tempo.
Até mais,
Ricarda.
MICHEL DOS SANTOS ABRAHÃO

CORONEL VIVIDA - PARANÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 16/07/2009

Primeiramente parabens aos autores pelo artigo,
gostaria de saber entao se o tratamento com GnRH mais dispositivo vaginal de P4 durante sete dias, seguido de aplicação de PGF2 ao final do tratamento ainda é válido ou esperamos a recuperação espontanea dos cistos sendo ele folicular ou luteo? Ou somente fazer a aplicação de gnrh no folicular ou só a pgf 2 no luteo?
obrigado
MilkPoint AgriPoint