José Luiz M.Vasconcelos e Ricarda Maria dos Santos

Incidência da retenção de placenta e as consequências na produção de leite e na eficiência reprodutiva de vacas Holandesas
02/01/2014

Incidência da retenção de placenta e as consequências na produção de leite e na eficiência reprodutiva de vacas Holandesas

A retenção de placenta (RP) se caracteriza pela falha na eliminação das membranas fetais nas primeiras 12 horas após a expulsão do feto, devido à inabilidade de separação da conexão materno-fetal e, quando o quadro se instala, a placenta permanece retida em torno de sete dias. Como consequência, há atraso tanto no processo de involução uterina quanto no reinício da atividade ovariana [...]

Importância de entender a fisiologia, os requisitos nutricionais e o comportamento para obter sucesso durante o período de transição - Parte 1
08/08/2013

Importância de entender a fisiologia, os requisitos nutricionais e o comportamento para obter sucesso durante o período de transição - Parte 1

Reprodução: Este texto sobre período de transição que aborda sobre a fisiologia, requisitos nutricionais e comportamento de vacas leiteiras é parte da palestra apresentada por Barry Bradford, Kansas State University, no XVII Curso Novos Enfoques na Produção e Reprodução de Bovinos, realizado em Uberlândia de 14 e 15 de março de 2013. Por Ricarda Santos e José Luiz Vasconcelos

Manipulação nutricional do balanço energético pós-parto e o impacto sobre a fertilidade
27/05/2013

Manipulação nutricional do balanço energético pós-parto e o impacto sobre a fertilidade

Reprodução: A estratégia mais bem sucedida para minimizar o balanço energético negativo e seus impactos na fertilidade é a manipulação do escore de condição corporal ao parto, que influencia o consumo de ração e a produção de leite durante o restante da lactação. Ricarda Santos e José Luiz Vasconcelos apresentam neste artigo parte da palestra ministrada por Phil Garnsworthy, University of Nottingham, no XVII Curso Novos Enfoques na Produção e Reprodução de Bovinos, realizado em Uberlândia de 14 e 15 de março de 2013.

Como identificar no pré-parto, vacas com maior risco de distúrbios periparto, e como manejá-las? Parte 2
14/11/2012

Como identificar no pré-parto, vacas com maior risco de distúrbios periparto, e como manejá-las? Parte 2

Reprodução: Vacas no período de transição precisam de repouso e nutrição adequados, além de ambiente social relativamente estável, para conservar o estado de saúde. Alguns fatores de risco para enfermidades infecciosas e metabólicas pós-parto e para claudicação nos meses seguintes têm relação com o alojamento e o manejo. Por Ricarda dos Santos (Profa. da UFU) e José Vasconcelos (Prof. da UNESP)

Como identificar no pré-parto, vacas com maior risco de distúrbios periparto e como manejá-las? Parte 1
05/10/2012

Como identificar no pré-parto, vacas com maior risco de distúrbios periparto e como manejá-las? Parte 1

Reprodução: Durante o período de transição, a vaca enfrenta uma gama de fatores de estresse, incluindo alterações dietéticas e reagrupamentos sociais, além das alterações físicas, hormonais e fisiológicas associadas ao parto e ao início da lactação. Um dos principais desafios para as vacas leiteiras em fase de transição é o aumento repentino das necessidades nutricionais para sustentar o início da lactação, sem aumento correspondente da ingestão de MS. Por Ricarda dos Santos (Profa. da UFU) e José Vasconcelos (Prof. da UNESP)

Prevenção e tratamento de doenças reprodutivas pós-parto - Parte 1
02/07/2012

Prevenção e tratamento de doenças reprodutivas pós-parto - Parte 1

Praticamente todas as vacas leiteiras sofrem contaminação bacteriana do útero durante duas a três semanas após o parto e grande parte delas apresenta pelo menos uma patologia do trato reprodutivo. Este artigo apresenta uma breve revisão dos dados e conceitos recentes, relacionados ao desenvolvimento e à atenuação da infecção e da inflamação do trato reprodutivo em vacas leiteiras durante os dois primeiros meses do pós-parto. Por Ricarda dos Santos (Professora da UFU) e José Vasconcelos (Professor da UNESP)

Efeito do intervalo de parto e estação do ano sobre a eficiência reprodutiva
25/10/2011

Efeito do intervalo de parto e estação do ano sobre a eficiência reprodutiva

A exigência de intensificar a produção tem se tornado cada vez maior na atividade leiteira, em contrapartida, em vacas com melhor potencial de produção de leite observa-se declínio da fertilidade (LUCY, 2001). Dessa forma, deve-se buscar intervalo de partos próximos de 12 meses, para isso as vacas devem ser inseminadas e tornarem-se gestantes dentro de um período restrito de tempo. Caso a concepção seja atrasada, a ineficiência reprodutiva pode levar a diminuição da produtividade, comprometendo economicamente a atividade.

Incidência de endometrite subclínica em vacas holandesas secas e vazias
19/09/2011

Incidência de endometrite subclínica em vacas holandesas secas e vazias

Incidência de endometrite subclínica foi de 25,81%. Não foi detectado efeito da presença do corpo lúteo e do ECC na incidência de endometrite subclínica em vacas Holandesas secas e vazias. Dessa forma, pode-se sugerir que por erro no manejo reprodutivo, parte das vacas avaliadas não ficaram gestantes durante a lactação devido à ocorrência de endometrite subclínica, que provavelmente foi consequência de problemas pós-parto não tratados adequadamente.

Acelerando a redução de progesterona após luteólise induzida aumenta a fertilidade de vacas leiteiras tratadas com Ovsynch
19/07/2011

Acelerando a redução de progesterona após luteólise induzida aumenta a fertilidade de vacas leiteiras tratadas com Ovsynch

Luteólise é definida como a perda da função do corpo lúteo (CL) e sua regressão ou involução, que encerra o ciclo estral de vacas (McCracken et al, 1999;. Niswender et al, 2000). Luteólise é caracterizada por dois eventos. No primeiro evento há diminuição da secreção de progesterona (P4) que é conhecida como luteólise funcional. Após a luteólise funcional, ocorre a luteólise estrutural ou morfológica, que é a perda da estrutura celular do corpo lúteo e sua involução gradual em corpus albicans (McCracken et al;. 1999; Niswender et al, 2000).

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