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Instruções normativas: "o fantasminha camarada"

O assunto do momento nas conversas entre produtores são as tais instruções normativas. Alguns acham bom, outros acham ruim, acham difícil ou até mesmo impossível atingir os níveis exigidos.

Este nome instrução normativa me soa familiar, pois desde 2001 eu escuto ele, na época era a IN 51, para alguns era um tormento, para outros era uma necessidade. 

Eu me enquadrava nos que achavam um tormento, porém na época não fiquei esperando um milagre, fui ver o que eu poderia fazer para me enquadrar. Alguns ajustes aqui e ali, quando vi já estava dentro dos padrões exigidos.

Aí veio a prorrogação, muitos que estavam nos padrões acabaram por se acomodar um pouco, voltando à níveis anteriores. Hoje quando vejo falar nas IN76 e IN77, vejo com bons olhos, elas vem a contribuir para nós produtores, para indústria e principalmente para o consumidor. 

E convenhamos que os limites impostos não são impossíveis de se alcançar, são números altos ainda se formos pensar por o lado da tão sonhada exportação.  O produtor teve tempo para se preparar e para se enquadrar na normativa, porém o "jeitinho brasileiro" fez com que ninguém acreditasse que elas entrariam em vigor.  Os que não acreditavam hoje estão vendo a corda apertar, mas não vamos nos apavorar. 

Nunca é tarde para se tomar iniciativa e fazer alguma coisa. Os produtores que ainda não se enquadraram tem poucos dias para fazer algo. Em todo o canto do Brasil  temos técnicos dispostos a ajudar o produtor a mudar o perfil e se ajustar na normativa. 

Procure um técnico capacitado, visite outros produtores que estejam já nos padrões e façam perguntas, se inspirem nos colegas produtores que estão bem e copiem o que for possível.

Tenha humildade de dizer EU PRECISO DE AJUDA, você vai ver que não é tão difícil assim, mais tarde ao olhar para trás verão que valeu a pena mudar e entrar no grupo dos que estão dentro da normativa. 

Você que já está há tempos se preparando para esse dia e que tem um leite dentro do padrão da IN, não se acomode, considere estes números altos e procure sempre ter resultados bem superiores aos exigidos na normativa.

FABRÍCIO NASCIMENTO

Produtor de leite em Jóia, Rio Grande do Sul, e palestrante.

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JAIR DA SILVA MELLO

IJUÍ - RIO GRANDE DO SUL - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 16/05/2019

Belo artigo Fabrício. Toda a cadeia láctea e as entidades, precisam assumir o compromisso e fazerem a sua parte. É plenamente possível.
.
FABRÍCIO NASCIMENTO

CRUZ ALTA - RIO GRANDE DO SUL - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 17/05/2019

Muito obrigado Jair!
Gostei do "plenamente possível", não se enquadra quem não quer .
JAQUELINE PAIM CERETTA

IJUÍ - RIO GRANDE DO SUL - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 16/05/2019

?????????????? precisamos de produtores como você.
FABRÍCIO NASCIMENTO

CRUZ ALTA - RIO GRANDE DO SUL - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 17/05/2019

Obrigado por o comentário Jaqueline!
ACIVALDO JOSÉ DE FREITAS

AMORINÓPOLIS - GOIÁS

EM 16/05/2019

Isso aí. Vamos procurar nos adequar as normas, para nos equiparar aos países com sucesso na atividade. Já que nossas condições são parecidas. Nossos custos, nossa infraestrutura, nossos impostos, nossos subsídios etc.... Ai sim.
FABRÍCIO NASCIMENTO

CRUZ ALTA - RIO GRANDE DO SUL - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 17/05/2019

Acivaldo obrigado por comentar!
Na verdade estas normativas ainda estão muito a baixo de outros países , mas já é um primeiro passo, o que não podemos é continuar vendendo um leite sem qualidade e querendo terceirizar a culpa.