Chuvas e mastite: o desafio silencioso do produtor de leite

Com o aumento da umidade e da temperatura no período chuvoso, cresce a pressão de patógenos ambientais como E. coli e Klebsiella, elevando o risco de mastite clínica e subclínica. Manejo higiênico, controle do estresse térmico e protocolos eficazes de tratamento e prevenção são essenciais para proteger a produção, a qualidade do leite e a rentabilidade.

Publicado por: MilkPoint

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Com a chegada das chuvas, o cenário nas fazendas leiteiras muda completamente. O aumento da umidade, aliado à elevação da temperatura, cria condições ideais para a proliferação de microrganismos. Pastos encharcados, currais úmidos e o contato do úbere com lama ou fezes elevam significativamente o risco de mastite clínica e subclínica, uma das doenças mais desafiadoras da pecuária leiteira.

Durante esse período, coliformes fecais, como E. coli e Klebsiella, e outros agentes ambientais encontram ambiente favorável para se multiplicarem. Além disso, o estresse térmico e a menor higiene na ordenha, comuns na época chuvosa, aumentam a vulnerabilidade das vacas. O resultado é o aumento dos casos de mastite, impactando a qualidade do leite, produtividade e rentabilidade.

Os prejuízos vão muito além dos tratamentos e leite descartado. A perda de produção de vacas que apresentaram mastite chega a corresponder 64% do custo médio por caso de mastite clínica (Santos,M. V & Fonseca, L.F.L Controle da Mastite e Qualidade do Leite, 2019). Além disso, o descarte prematuro de vacas e risco de penalizações por qualidade são consequências diretas.

Diante desse cenário, o produtor precisa agir em duas frentes: tratamento eficaz e prevenção inteligente.

Para casos clínicos, Mastijet® Forte e Cobactan VL, da MSD Saúde Animal são ferramentas essenciais. Ambos oferecem ação rápida e eficaz contra os principais agentes infecciosos. Ambos oferecem ação rápida e eficaz contra os principais agentes infecciosos, além de conterem anti-inflamatório em sua formulação, contribuindo para a redução da dor e da inflamação. o Mastijet® Forte conta com uma associação sinérgica de antibióticos, garantindo alta eficácia terapêutica. O Cobactan® VL, por sua vez, se destaca por sua ação prolongada, permitindo intervalos maiores entre as aplicações, o que facilita o manejo, reduz o estresse do animal e melhora a adesão ao tratamento. Sua formulação é altamente eficaz contra os principais patógenos causadores da mastite clínica, promovendo rápida recuperação do úbere e do animal.

Já para o período seco, a associação de Mastijet® Vaca Seca ou Cepravin®, com o selante interno de tetos Masti-Seal®, oferece um protocolo completo de proteção. Enquanto os antibióticos atuam eliminando infecções subclínicas, o selante cria uma barreira física que impede a entrada de novos microrganismos durante o período de descanso da glândula mamária.

Nos meses de chuva, a mastite não pode ser tratada como algo eventual. Ela é um risco previsível e, portanto, prevenível. Com manejo adequado e o uso das soluções MSD, o produtor mantém seu rebanho saudável e garante leite de qualidade o ano todo.

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