Durante essa época, vacas em lactação estão particularmente expostas. O contato direto dos tetos com superfícies contaminadas após a ordenha, o acúmulo de umidade nas camas e a maior dificuldade em manter as instalações limpas são fatores que aumentam o risco de infecção. A mastite se manifesta em duas formas principais: clínica, com sintomas visíveis, e subclínica, que é silenciosa, mas compromete fortemente a produção e a qualidade do leite.
Os impactos econômicos são expressivos. Um único caso clínico pode custar mais de R$600, somando perdas de leite, descarte de vacas e gastos com medicamentos. Quando o problema se torna recorrente no rebanho, o prejuízo pode ultrapassar milhares de reais por mês.
Para mitigar esse risco, o manejo higiênico e o tratamento correto são indispensáveis.
Durante a lactação, Cobactan® VL e Mastijet® Forte são opções eficazes no combate à mastite clínica, com ação rápida sobre os principais patógenos. Além de tratar, ajudam a reduzir a inflamação, promovendo recuperação mais ágil do tecido mamário.
No momento da secagem, a estratégia deve ser dupla: combater e prevenir. O uso de Cepravin® ou Mastijet® Vaca Seca elimina possíveis infecções subclínicas, enquanto Masti-Seal®, selante sem antibiótico, atua como uma barreira mecânica que impede a entrada de agentes patogênicos até o início da próxima lactação.
Adotar essas práticas no período chuvoso significa proteger o investimento, manter a produção estável e garantir a sustentabilidade do negócio leiteiro. A mastite é um desafio constante, mas com o suporte da MSD Saúde Animal, é possível superá-lo com segurança e eficiência.