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Fonterra visa alcançar emissão zero de gases de efeito de estufa até 2050

postado em 20/11/2017

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A cooperativa neozelandesa, Fonterra, se comprometeu a reduzir as emissões de gases de efeito estufa para zero até 2050, com uma redução de 30% em 2030, com relação aos dados de 2015. O anúncio foi feito à medida que a empresa se associou ao Ministério do Meio Ambiente do país para desenvolver uma iniciativa visando baixas emissões no futuro.

A Fonterra disse que a parceria é um exemplo de como os setores privado e público podem trabalhar juntos para acelerar a transição da Nova Zelândia para uma economia de baixo carbono. O objetivo de zero emissão de gases de efeito estufa será alcançado através de mudanças nas plantas de fabricação da Fonterra e adoção de novas tecnologias.

Tendo estabelecido um objetivo provisório de crescimento neutro do clima até 2030 para emissões nas fazendas da Nova Zelândia, qualquer crescimento na produção de leite da empresa terá as suas emissões de carbono resultantes reduzidas ou compensadas. O diretor de operações da Fonterra Global Operations, Robert Spurway, disse que a última iniciativa identifica ações para reduzir emissões, melhorar a eficiência energética e reduzir custos.

"Esta é uma parceria emocionante e ambiciosa, que terá um impacto significativo nas emissões climáticas. Estamos empenhados em ajudar a Nova Zelândia a alcançar seus compromissos no Acordo de Paris sobre o Clima. É por isso que estabelecemos novos alvos para reduzir nossas emissões nas plantas e nas fazendas. Estamos melhorando a eficiência do nosso uso de energia, além de adotar fontes de energia de emissão mais baixas. Isso inclui a introdução de biocombustíveis em nossa frota de caminhões-tanque e nos comprometemos a ter 100 veículos elétricos dentro de nossa frota de veículos leves até 2019. Também, estamos explorando as opções de fornecimento de energia de baixa emissão para nossas plantas, como eletricidade e biomassa da madeira. Nós só usaremos o carvão como último recurso, com o objetivo de não haver novas caldeiras de carvão instaladas a partir de 2030”.

O diretor executivo do Conselho de Negócios Sustentáveis da Nova Zelândia, Abbie Reynolds, acrescentou: "reduzir as emissões agrícolas será um dos maiores desafios da transição para uma economia de baixas emissões na Nova Zelândia. As emissões líquidas zero até 2050 são um alvo ambicioso e desafiador. Isso mostra uma liderança forte e será bem-vinda por muitos negócios da Nova Zelândia”.

As informações são do FoodBev.com, traduzidas pela Equipe MilkPoint.

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