Longa vida pode puxar recuperação do mercado
Cinco meses já se passaram desde o primeiro e grande sinal de que uma nova crise econômica voltaria a atormentar o mercado mundial: o pedido de concordata do Lehman Brothers - quarto maior banco de investimentos dos Estados Unidos - em 15 de setembro de 2008. Desde então, o cenário tem sido marcado por notícias pessimistas, como demissões em massa, investimentos empresariais cancelados, queda de produção, desaceleração econômica, dificuldade de crédito e desconfiança crescente dos consumidores. Resta saber: todos os setores serão afetados? Há quem se sobressaia com a crise?