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Ceratoconjuntivite infecciosa em ovinos e caprinos

POR ANDRÉ MACIEL CRESPILHO

PRODUÇÃO

EM 08/09/2009

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No dia a dia da produção de ovinos e caprinos freqüentemente nos deparamos com animais apresentando irritação nos olhos. Em muitas situações esses quadros se relacionam simplesmente ao efeito irritante da poeira ou debris, sem relação com nenhuma doença específica. No entanto, em outras situações a irritação pode estar associada a um possível trauma, doenças infecciosas ou enfermidades específicas que acometem os olhos, como a catarata, glaucoma e úlceras (FAERBER et al., 2009).

No caso específico das infecções oculares, a ceratoconjuntivite infecciosa figura como a doença ocular mais comum em ruminantes, segundo citações de Chaves et al., (2008). Em virtude de sua importancia e dos prejuízos econômicos relacionados a essa patologia, esse artigo descreve alguns dos principais aspéctos da doença.

Ceratoconjuntivite

A ceratoconjuntivite infecciosa, também conhecida por "Pynk eye" ou "doença do olho rosado" pode ser definida como a inflamação da córnea e conjuntiva, ambas estruturas internas que compõe os olhos. A principal característica dessa doença representa o caráter infeccioso dos surtos (causados por bactérias que podem ser transmitidas de animais enfermos para sadios), que podem acometer ovinos, caprinos e bovinos (CHAVES et al., 2008).

Ovinos e caprinos de qualquer idade são susceptíveis a doença, embora borregos e cabritos, além dos animais idosos, representam as categorias de animais mais severamente acometidos (HASKELL, 2008).

Uma variedade de microorganismos pode ser isolada a partir das secreções oculares de animais doentes, sendo que alguns desses agentes podem ser considerados como patógenos primários e outros secundários (RADOSTITS et al., 2002).

O principal agente causador da doença representa a bactéria Moraxella spp, embora outros microorganismos como o Mycoplasma conjunctivae, Chlamydia psittaci ovis, Escherichia coli e Stafilococos aureus podem ser isolados a partir de secreções oculares de animais doentes (CHAVES et al., 2008; AKERSTEDT & HOFSHAGEN, 2004; SMITH & SHERMAN, 1994).

A doença pode ser transmitida pelo contato direto entre animais doentes e sadios, por moscas e outros insetos que funcionam como vetores da doença (entram em contato com secreções oculares e transmitem as bactérias de um animal ao outro) e pela mão contaminada de técnicos tratadores (CHAVES, 2004).

A ceratoconjuntivite pode se manifestar em qualquer época do ano, embora uma maior freqüência de casos ocorra nos meses de verão, em assossiação ao aumento na população de moscas (CHAVES et al., 2008). Fatores que predispõe ao aparecimento dos surtos correspondem a introdução de novos animais na propriedade (sem a realização de um período de adaptação ou quarentena), excessiva lotação animal por área de manejo, problemas de ventilação e/ou instalações pouco arejadas, currais sujos e com grande acúmulo de poeira que pode exercer um efeito irritante sobre os olhos, além de problemas de higiêne que favoreçam a multiplicação de moscas que carreiam as bactérias (SCHOENIAN, 2008).

Sinais clínicos

Os animais acometidos exibem inicialmente desconforto ocular e lacrimejamento, que frequentemente evoluem para hiperemia (olhos avermelhados), fotofobia (evitam o contato direto com a luz mantendo os olhos fechados), blefarospasmo (piscar intermitente dos olhos), dor ocular, opacidade e formação de úlceras na córnea que podem, em muitos casos, determinar a perda completa da visão (CHAVES et al., 2008; TROTTER et al., 1977). Freqüentemente a infecção envolve ambos os olhos, embora os sinais clínicos se iniciem em apenas um dos olhos (AKERSTEDT & HOFSHAGEN, 2004).

Na grande maioria dos casos a ceratoconjuntivite infecciosa não leva há formação de úlceras de córnea em caprinos, que geralmente desenvolvem apenas opacidade nos olhos (olhos esbranquiçados) que pode evoluir para a perda de visão (HASKELL, 2008).

Como sintomas gerais freqüentemente se observam a anorexia (interrupção na alimentação causada sobretudo pelo desconforto ocular), perda de peso, prostração e febre. Dificilmente a ceratoconjuntivite infecciosa leva a morte dos animais acometidos (SCHOENIAN, 2008), embora os prejuízos decorrentes da perda de condição corporal e custos relativos ao tratamento dos animais enfermos acarretem grandes prejuízos econômicos às propriedades.

Figura-1: Ceratoconjuntivite infecciosa em ovinos. Animal presentando fotofobia, secreção e desconforto ocular. Adaptado de Schoenian, 2008.



Figura-2: Evolução do quadro de Ceratoconjuntivite Infecciosa em caprino. Neovascularização (proliferação de vasos sanguíneos em virtude do processo inflamatório), opacidade e úlcera de córnea. Adaptado de Schoenian, 2008.



Embora o diagnóstico da ceratoconjuntivite envolva basicamente a observação dos sinais clínicos e histórico da evolução da doença no rebanho, o agente causador só pode ser determinado através de testes laboratorias de isolamento e identificação dos microorganismos a partir de amostras de secreção ocular dos animais enfermos (CHAVES et al., 2004).

Tratamento e prevenção

A intensidade do tratamento depende do número de animais acometidos e muitas vezes do número de técnicos e funcionários disponíveis para execução dos cuidados.

Tratamentos locais baseados na limpeza dos olhos com solução fisiológica estéril e utilização de colírios e pomadas oftálmicas correspondem às primeiras medidas para o controle da doença. Em muitos casos, especialmente quando um grande número de animais é acometido em uma mesma propriedade, torna-se necessário a utilização de formulações comercias de antibióticos injetáveis, geralmente associados aos cuidados tópicos.

Os animais afetados devem ser isolados do restante do rebanho, preferencialmente em áreas ao abrigo da luz direta (HASKELL, 2008). Provimento de boa alimentação e fácil acesso a cochos e aguadas tornam-se importantes para um mais rápido restabelecimento dos animais (RADOSTITS et al., 2002).

Não existem vacinas específicas para ovinos e caprinos disponíveis comercialmente. Cabe ressaltar que as diferentes formulações disponíveis para bovinos não conferem proteção para ovinos e caprinos, visto que o microorganismo responsável pela ceratoconjuntivite infecciosa em bovinos (Moraxella bovis) é diferente da espécie que acomete os pequenos ruminantes (SMITH & SHERMAN, 1994).

Nesse sentido, a melhor forma de prevenção corresponde a adoção de medidas gerais de higiene (limpeza de currais e instalações de manejo, controle de moscas, conscientização da necessidade de desinfecção das mãos de técnicos e funcionários após o manejo de animais enfermos), realização de um período mínimo de 30 dias de quarentena antes da introdução de novos animais ao rebanho e isolamento e tratamento de ovinos e caprinos enfermos (SCHOENIAN, 2008).

Referências

AKERSTEDT, J., HOFSHAGEN, M. Bacteriological investigation of infectious Keratoconjunctivitis in Norwegian Sheep. Acta Veterinaria Scandinavica, v.45, n.1-2, p.19-26, 2004.

CHAVES, N.S.T.; LIMA, A.M.V.; AMARAL, A.V.C Surto de ceratoconjuntivite infecciosa em ovinos causada por Moraxella spp. No Estado de Goiás, Brasil. Ciência Animal Brasileira, v.9, n.1, p.256-261, 2008.

CHAVES, N.S.T. Olho Rosado. DBO Rural, p.132-133, out., 2004.

FAERBER, C.W.; McNEAL, L.G.; HARDING, R.L. Eye care. IN: Small Ruminant Production Medicine and Management, 2009. Disponível em: www.infovet.com. Acesso em 24/08/09.

HASKELL, S.R.R. Keratoconjunctivitis/Conjunctivitis. In____.: Blackwell´s Five Minute Veterinary Consult: Ruminant. ed.1. Ames: Iowa/USA: Wiley-Blackwell, p.450-453, 2008.

RADOSTITS, O.M.; GAY, C.C.; BLOOD, D.C. Ovine and caprine contagious ophthalmic (ovine and caprine infectious keratoconjuntivities, contagious conjunctivo-keratitis, pinkeye in sheap and goats). In____.: Veterinary Medicine - A textbook of the diseases of cattle, sheep, pigs, goats and horses. ed.9. Rio de Janeiro/Brasil: Guanabara Koogan S/A, v.1, p.1007-1008, 2002.

SCHOENIAN, S. Infectious Keratoconjunctivitis. Small Ruminant Info Series - University of Maryland Cooperative Extension, 2008.

SMITH, M.C.; SHERMAN, D.M. Ocular System. In____.: Goat Medicine. Ed.1. Baltimore/USA: Lippincott Williams & Wilkins, v.1, p.179-190, 1994.

TROTTER, S.L.; FRANKLIN, R,M., BAAS, E.J. Epidemic caprine Keratoconjunctivities: Experimentally induced disease with a pure culture of Mycoplasma conjunctivae. Infection and Immunity, v.18, n.3 p.816-822, 1977.

ANDRÉ MACIEL CRESPILHO

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ROBSON AUGUSTO FAGUNDES STELLATO

CAMPO MOURÃO - PARANÁ - REVENDA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS

EM 14/01/2019

Existe uma vacina comercial chamada Morak que possui as cepas M. ovis porem em bula infelizmente ainda não esta registrada para uso em ovinos e caprinos
FRANCISCO DAS CHAGAS AURELIANO

EM 20/04/2018

Boa noite tem uns quatros dias que no meu rebanho de ovelhas apareceu umas ovelhas ficando com olho branco queria saber um remédio para curar está doença
FRANCISCO DAS CHAGAS AURELIANO

EM 20/04/2018

Boa noite no meu rebanh
LUCAS SILVA

EM 12/03/2018

Boa noite

Queria uma ajuda? Hj pela manhã fui olha os ouvinos e tinha uma com o olho apregado e muita remela queria saber um remédio
LUIZ SANDI

LAGES - SANTA CATARINA - OVINOS/CAPRINOS

EM 13/03/2018

USE TERRACOTRIL
JAIME DE OLIVEIRA FILHO

ITAPETININGA - SÃO PAULO - OVINOS/CAPRINOS

EM 17/11/2017

O que sempre tem resultados positivos ,nas criações que tenho assistido é o uso da oxitetraciclina,se estiver no começo pode  pingar uma gota em cada olho,de preferência 2 vezes ao dia(por 2 dias) e se estiver mais adiantado  aplicar subcutânea ou muscular,conforme bula e não esquecer de desinfetar as instalações e combater o foco das moscas que desiminam o mal.
VICTOR NICOLAU DE OLIVEIRA

LEOPOLDINA - MINAS GERAIS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 16/11/2017

o meu to com  dois bezerros com inflamação no olho um remela  branca q cobriu o olho  qie devo fazer
WALTER DE PAULA

PANAMBI - RIO GRANDE DO SUL - PRODUÇÃO DE OVINOS DE CORTE

EM 08/07/2014

Uma ovelha  com idade de 90 dias apresenta olho totalmente preto e começa apresentar sintomas de visão limitada, tendo dificuldade de acompanhar o rebanho. não tinha esse sintoma mamava e agia com energia no pasto porem agora está bastante parada pasta come no cocho mas muito lenta e em determinadas vezes com desequilibrio.
JAIME DE OLIVEIRA FILHO

ITAPETININGA - SÃO PAULO - OVINOS/CAPRINOS

EM 30/12/2013

Bom dia

O que sempre tem resultados positivos ,nas criações que tenho assistido é o uso da oxitetraciclina,se estiver no começo pode  pingar uma gota em cada olho,de preferência 2 vezes ao dia(por 2 dias) e se estiver mais adiantado  aplicar subcutânea ou muscular,conforme bula e não esquecer de desinfetar as instalações e combater o foco das moscas que desiminam o mal.
LEVI GOMES DE SANTANA

MARANHÃO - OVINOS/CAPRINOS

EM 28/12/2013

Bom dia.

No meu rebanho começou aparecer alguns burregos com lacrimejamento nos olhos e nao sei ainda o que fazer.

Abraço.
JOAO CARLOS

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE OVINOS

EM 26/08/2013

Bom Dia pessoal.

Estou precisando muito da ajuda de vocês.



Estou com um problema na minha propriedade com alguma doença que ainda nao consegui descobrir.

Perdi dois cordeiros porque estavam com os seguintes sintomas...

- Em volta dos olhos deu uma irritação, perda de pelos e ferimentos.

- perderam peso muito rapido

- os olhos ficaram fundos e vermelhos.

- começaram a ter dificuldades para andar e um deles antes de morrer so andava rastejando porque ja nao tinha forças para andar.



Tentei salva-los aplicando alguns remédios mas nao tive sucesso.

Com esse Diagnostico alguém poderia me dizer o que é ?



Abraço
JOÃO CARLOS DE MENEZES

BADY BASSITT - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE OVINOS

EM 02/04/2013

Caro colega Dora. A pomada é de uso humano (conjuntivite humano), comum em farmácias. Tenho outra informação: Um amigo meu teve este problema recentemente e ele usou um anti-biótico por mome de DRAXIN, foi uma maravilha, o problema foi resolvido. abç.
DORA

CARUARU - PERNAMBUCO

EM 02/04/2013

parabens pela materia mim ajudou bastante,continui sempre assim ajudando outras pessoas que Deus te abençoe,por favor mim tire uma duvida a pomada qual o nome dela e se coloca dentro do olho do caprino,mande a resposta para o meu imail,pois estou com este problema com um dos meus animais.obrigado...............
ANDRÉ MACIEL CRESPILHO

BARUERI - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 11/12/2012

Prezado Luiz,

Parabéns pelo sucesso no tratamento de seu rebanho!

As dicas compartilhadas pelo colega João Carlos também são de extrema importância, sobretudo no aspecto da vacinação.

Continue acompanhando os próximos radares técnicos para maiores informações sobre esta e outras doenças de importância na produção ovina e caprina!

Att.,

André M Crespilho
JOÃO CARLOS DE MENEZES

BADY BASSITT - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE OVINOS

EM 11/12/2012

Pois é Luiz,  como já relatei anteriormente, o problema com os meus animais, também aparentemente  foi resolvido e não tive animais com sequelas. Fiz tratamento com o antibiótico Talcin-Max, usei uma pomada oftalmológica (humana) e em seguida utilizei o Terra-cotril, alem de ter vacinado todos os animais e reforçado   (KEVAC CERATOCONJUNTIVITE).  Por enquanto está tudo OK.
LUIZ SANDI

LAGES - SANTA CATARINA - OVINOS/CAPRINOS

EM 11/12/2012

Como tinha prometido de divulgar o resultado ai segue . Os animais foram tratados com

Terra-cotril durante uma semana e agora estao aparentementes sadios. O tratamento resolveu o problema .



Obrigado pela ajuda.
LUIZ SANDI

LAGES - SANTA CATARINA - OVINOS/CAPRINOS

EM 01/12/2012

Parece brincadeira, como é bom  esses radares tecnicos da Fampoint, pois sou criador de ovinos a oito anos e nunca tinha acontecido este problema de  ceraconjuntivite  na minha propriedade.  Alguns animais apareceram com estes sintomas relatados e acabaram ficando cegos. Alguns ainda estao enchergando mas os olhos estao bem brancos e vermelhos. Fiquei varios dias procurando na internet e nada de encontrar qual seria o problema. Ate que consegui ajuda  neste  artigo postado a mais de 03 anos no Farmpoint, agora vou seguir as suas orientaçoes Andre e depois vou postar o resultado. Fiquei muito contente em ler seu artigo, muito obrigado. A Farmpoint e seus colaboradores estao de parabens. A Farmpoint esta se tornando uma ferramenta indespensavel para nos criadores de ovinos.
JOÃO CARLOS DE MENEZES

BADY BASSITT - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE OVINOS

EM 12/11/2012

Estou tendo este problema no meu rebanho em 6 matrizes. Fui recomendado pelo veterinário a aplicar 10 ml por quilo de peso vivo de Talcin- Max e usar uma pomada oftalmológica, desaconselhando-me a usar o Terra-cotril, pois caso o animal tenha uma lesão no olho, o uso do terra-cotril, poderá cega-lo. Fiz o tratamento e a principio o problema parecia estar resolvido, que para minha surpresa, após 10 dias do primeiro tratamento o problema voltou em especial nos animais que já estavam acometidos pela primeira vez. Saliento ainda, que tanto os animais que já apresentavam a doença quanto os que ainda não apresentavam, foram vacinados assim que o problema apareceu pela primeira vez. Voltei a fazer o mesmo tratamento, porem desta vez vou usar o terra-cotril. Vamos ver no dá.
CARLOS AUGUSTO VIANA

BARBACENA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE OVINOS

EM 23/10/2012

Estou começando uma criação de ovinos. E infelizmente tive uns três casos no rebanho, e fiz o tratamento utilizando TERRACOTRIL, e também utilizo uma pomada MASTIFIN que é utilizada contra mastites. Que dá  resultado.
CARLOS GALILEU PORTO

VITÓRIA - ESPÍRITO SANTO - PRODUÇÃO DE OVINOS

EM 01/09/2012

Tenho apenas pequeno número de ovinos, pretendendo aumentar gradativamente. Foi útil a leitura do texto, no momento estou com 1 fêmea acometida e está separada das demais,, apenas com o filhote ao pé. Como não disponho da "vassoura de fogo" limpo as dependências e uso Creolina em pulverização. Correto ou há algo melhor?
FERNANDA LIMA PEREIRA

SINOP - MATO GROSSO - ESTUDANTE

EM 03/11/2010

Olá, gostaria de obter informações sobre o diagnóstico diferencial da ceratoconjuntivite para outras doenças

Agradeço.