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Aproveitamento de machos de origem leiteira para produção de carne: Por que o Brasil não usa essa tecnologia com eficiência?

POR JOSE NEUMAN MIRANDA NEIVA

E JOÃO RESTLE

PRODUÇÃO DE LEITE

EM 09/10/2013

7 MIN DE LEITURA

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Prof. Dr. Jose Neuman Miranda Neiva – Universidade Federal do Tocantins
Prof. PhD João Restle – Universidade Federal do Tocantins (Professor Visitante Nacional Sênior – CAPES)


No Brasil os bezerros machos de origem leiteira são considerados como um problema e, na grande maioria das propriedades, são descartados ou sacrificados após o nascimento. Essa situação de descartar os machos leiteiros recém-nascidos contrasta com a realidade mundial que busca nesses animais uma saída para produção de carne de qualidade (OVA, 2003). Embora no Brasil algumas tentativas de produção de vitelos já tenham sido feitas, é certo que foram feitas em épocas com realidades de mercado totalmente diferentes da atual. É importante que essa opção de produção de carne seja repensada e nos últimos anos um grupo de pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal Tropical-PGCAT da Universidade Federal do Tocantins tem se debruçado no estudo de alternativas para melhor aproveitamento dos machos de origem leiteira. No caso do PGCAT a proposta é se trabalhar com a produção do que denominamos vitelo modificado, que seria um animal abatido com no mínimo 10@ de carcaça com idade entre 9 e 10 meses, dependendo do plano nutricional adotado. A seguir relataremos os motivos pelos quais o grupo enxerga no aproveitamento dos machos de origem leiteira como importante opção de geração de renda para a pecuária brasileira.

1- O número de vacas da raça Holandês e seus cruzamentos vêm crescendo no Brasil nos últimos anos. Segundo a EMBRAPA (2012) no ano de 2011 foram ordenhadas 23,5 milhões de vacas no Brasil. Considerando-se que 50% das crias dessas vacas são machos, com taxa de sobrevivência de 90%, estima-se que aproximadamente 10 milhões de bezerros de origem leiteira estariam disponíveis para a produção de carne durante o ano.

2- Assumindo que esses 10 milhões de bezerros poderiam ser abatidos aos 10 meses de idade com 10 @ estima-se que poderia se produzir anualmente 100 milhões de @ a partir de um programa de aproveitamento de machos de origem leiteira. Considerando o preço da @ de R$ 100,00, o volume de capital gerado chegaria a 10 bilhões de reais anualmente.

3- Com o aproveitamento dos bezerros de origem leiteira a abertura de novas áreas para produção de carne bovina poderia ser diminuída. Como a produtividade da pecuária de corte no Brasil é de 3,5 @ por hectare ano, se forem aproveitados todos os machos de origem leiteira teríamos a produção de carne equivalente ao que se produz em 28,5 milhões de hectares (100 milhões de @/ 3,5@).

4- Com o aproveitamento dos machos de origem leiteira haveria grande efeito mitigador na emissão de metano. O primeiro ponto a ser ressaltado é que com o aproveitamento dos machos de origem leiteira haverá menor demanda de vacas de corte para produção de bezerros. Estima-se que para a geração de 10 milhões de bezerros seriam necessárias em torno de 15 milhões de vacas de corte. Assumindo que cada vaca produz 57kg de metano por ano (IPCC, 2007), a redução na emissão desse gás de efeito estufa seria de 855 mil toneladas de metano por ano (15 milhões de vacas x 57kg de metano/ano), o que representa a emissão de aproximadamente 21 bilhões de toneladas de equivalente CO2.

5- Como para a produção de vitelos modificados utiliza-se dietas com alta porcentagem de grãos ou mesmo dietas exclusivas de grãos a emissão de metano será reduzida pelo efeito da dieta e pela redução na idade de abate dos animais. Animais abatidos precocemente passarão menos tempo emitindo metano para o meio ambiente.

6- Como a pecuária leiteira demanda vacas parindo ao longo do ano, o problema de freqüência na oferta de animais será resolvido pois não haverá estacionalidade de produção significativa. Essa freqüência de oferta é o grande gargalo para realização de alianças mercadológicas para produção de animais precoce pois na pecuária de corte se trabalha com estação de monta nas fêmeas e com isso não há distribuição uniforme na parição das mesmas.

No entanto o maior custo de produção de carne via aproveitamento de machos de origem leiteira com base em dietas de grãos apresenta-se como um fator limitante para sua expansão e consolidação como tecnologia de aplicação prática imediata. Desta forma há que se avaliar, além dos aspectos ambientais, os aspectos bioeconômicos para a produção de carne a partir de machos de origem leiteira.

Em países desenvolvidos como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Holanda, Alemanha, França e Itália praticamente 100% dos machos leiteiros são criados para a produção de carne, destacando-se a produção de vitelos. No Brasil, os machos de origem leiteira ainda não são criados para a produção de carne.

Dessa forma, é importante que se estude formas para melhor aproveitamento desses animais. Dentre as opções destaca-se a produção de “vitelo modificado”. O Brasil não tem tradição na produção de carne de vitelo; inclusive, sendo o termo “vitelo” pouco claro e entendido tanto para produtores quanto consumidores e é usado de forma generalista para descrever diversos tipos de animais abatidos jovens. Mesmo no Sistema Nacional de Tipificação de Carcaças Bovinas (Portaria 193/84), o vitelo é apenas descrito como o bovino (macho ou fêmea) abatido com até 12 meses.

De acordo com relato de Almeida Júnior et al. (2008) na Europa, países como Holanda, França, Itália e Alemanha têm muita tradição na produção e no consumo do vitelo tradicional e, segundo Ribeiro et al. (2001), os sistemas normalmente utilizados incluem o vitelo de carne branca, animal criado com dieta líquida e abatido com 3 a 5 meses de idade pesando de 120 a 210 kg, e o vitelo de carne rosa, animal desaleitado precocemente criado com dieta sólida com elevada proporção de grãos e abatido aos 5-6 meses com 225 a 250 kg de peso vivo-PV. No Canadá, os vitelos (veals) são classificados basicamente como milk-fedveal, animal com carne branca alimentado com dieta líquida à base de derivados lácteos até atingir o peso vivo ao abate de 205-225 kg, ou grainfedveal, animal alimentado com dieta líquida até 6 a 8 semanas de vida, quando passa a ser alimentado com dieta rica em grãos até o abate aos 295-320 kg PV; apresenta carne mais avermelhada que a do milk-fedveal (OVA, 2003).

No Brasil, a maioria das pesquisas voltadas para a produção de vitelos foi desenvolvida numa época onde as dietas de bovinos em confinamento apresentavam baixa proporção de grãos (< 50% da matéria seca) e quando se comparava o custo das dietas utilizadas para a produção de vitelos com aquelas usadas convencionalmente, a sensação era de que tais dietas apresentavam custo muito elevado. Atualmente nos confinamentos brasileiros tem predominado dietas com elevada proporção de grãos e variadas formas de processamento. Com isso a possibilidade de aproveitamento de machos leiteiros utilizando dietas de alto grão surge como opção para alavancar a produção de carne para os próximos anos.

Diversos fatores, incluindo a maior densidade energética, facilidade de transporte, estocagem e misturas de grãos têm conduzido à adoção de dietas de alto concentrado em oposição às dietas de menor densidade energética advindas das forragens, uma vez que, o valor nutricional dos grãos é menos variável do que em forragens, o que permite a terminação de bovinos de maneira uniforme e com logística facilitada (Silva, 2009).

De todas as substâncias contidas na dieta, o amido é a que fornece a maior proporção de energia digestível consumida por bovinos confinados. A maior densidade energética das dietas é obtida com a inclusão de grãos de cereais como o milho, rico em amido, que são grandes fornecedores de nutrientes, especialmente energia para os animais.

O uso de alimentos não processados pode ser vantajoso para a eficiência econômica do sistema de produção, desde que não prejudique o desempenho dos animais. Nesse sentido, em revisão de literatura Owens et al. (1997) concluíram que o potencial do grão inteiro de milho para o ganho de peso é equivalente ao de milho moído seco ou úmido, ainda mais elevado do que a silagem de grão úmido com boas eficiências de conversão. Do ponto de vista nutricional, o uso de grão de milho inteiro baseia-se na hipótese de que este seria incentivo suficiente para ruminação e função ruminal em dietas ricas em grãos para o gado em confinamento, o que elimina a necessidade de fibra longa de forragem (Pordomingo et al., 2002).

Outro aspecto relevante e decisivo para a implantação da técnica de criação de bezerros é a viabilidade econômica e aceitação do mercado consumidor. Por isso é imperativo que essas duas questões sejam esclarecidas para que a técnica possa ser melhor difundida entre os produtores rurais.

Para a avaliação bio-econômica da produção de vitelos modificados a busca de dietas menos onerosas surge como a principal opção para viabilizar a os preços alinhando-os à disponibilidade de pagamento do consumidor brasileiro.

Nos próximos artigos apresentaremos os resultados bioeconômicos das pesquisas já realizadas pelo grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Tocantins.

 

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JOSE RAIMUNDO ALVARENGA

CONCEIÇÃO DO RIO VERDE - MINAS GERAIS

EM 26/02/2020

gostei de ler, quero receber mais comentários. Muito obrigado.
JOÃO JACOB ALVES SOBRINHO

GOIÂNIA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 07/01/2020

Gostaria de continuar recebendo estas informacoes.
Aguardo e obrigado
JOSE RAIMUNDO ALVARENGA

CONCEIÇÃO DO RIO VERDE - MINAS GERAIS

EM 06/01/2020

ADOREI O COMENTÁRIO, E COMO JA CRIEI TOURO HOLANDEZ. ACREDITO MESMO QUE SERÁ UMA OTIMA OPÇÃO PARA TRAZER RENDIMENTOS. OBRIGADO.
JULIAN MICHEL COSTA

EM 09/07/2018

Alguém com maior experiência e conhecimento por favor me diga se estou fazendo certo ou errado na minha recria de terneiros!

Primeiro falar sobre algo muito bom sendo feito na minha região com estes machos da atividade leiteira. As vacas sao inseminadas com sêmen de ABERDIM ANGUS estes sao terneiros muito melhores porem enquanto os holandês sao dados de graça estes tem um custo de 150 reais recém nascido. É com estes que eu trabalho.

Minha duvida é a alimentação. Quanto mais faço conta maus triste fico.. Tenho gasto com a compra até o desmame com 3 meses 540 reais... Dos 3 até os 12 meses mais 500 reais... Pouco provável eu ter lucro.. Mas vamos ao que e estou alimentando e oque poso melhorar

Leite direto nas vacas... Uso jersey vacas medianas 10 litro por dia.. Cada vaca amamenta 3 terneiros (o custo de alimentação da vaca ta enbutido no custo de desmame do terneiro) a vaca come pasto e 10kg por dia de resido de milho ...milho quebrado com uns 20%de sabugo.


E oque tenho maior duvida este milho para os terneiros!! Eles maman voltam para a cabana deles onde mantenho um cocho sempre abastecido de milho.

Oque quero saber é se este milho é bom para eles.. Sei que aparelho digestivo deles não é como o adulto.. Outra questão pasto

Apartir de que idade piso oferecer pasto e milho a eles qual proporção? Eu li muitos artigos que falam em oferecer feno e não pasto verde porém feno aqui não viável então como devo usar oque tenho... Pasto verde milho e tenho também trigo e soja porém estes não tenho dado ao gado... Mas tenho os 3 ao mesmo custo 0,18 centavos o quilo. Por favor com a melhor forma para mim usar os recursos que tenho? A melhor dieta?
THIAGO SOBREIRA

GOIÂNIA - TOCANTINS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 12/05/2017

Caro Professor José Neiva,

Tenho uma propriedade leiteira no município de Araguatins (TO), parte da bacia leiteira do Bico do Papagaio, e gostaria de aprofundar no assunto, pois tenho em mente trabalhar a engorda dos machos gerados na fazenda, e inicialmente pensei em confinamento dos mesmos para venda como carne comum, para os frigoríficos de Araguaína (TO). Gostaria de sua ajuda e me coloco a disposição para abrir a minha propriedade para pesquisa e desenvolvimento.
JOSE NEUMAN MIRANDA NEIVA

ARAGUAÍNA - TOCANTINS - PESQUISA/ENSINO

EM 24/04/2017

Caro Genécio

Ainda acho que o grande limitante para a difusão da técnica é a falta de organização dos produtores para se agrupar e negociar a venda em sistemas de alianças mercadológicas com os frigoríficos. Acho que vender uma carne tão nobre como carne comum é prejuizo. Mas os frigoríficos não lançam esse tipo de carne por não ter garantia de oferta contínua. Esse ano o milho e sorgo prometem atingir preços compatíveis com o confinamento desses animais e acho que a hora de começar seria agora... Acho que sua ideia é interessante. Vamos relatar as nossas experiências aqui..
GENECIO FEUSER

PARANAVAÍ - PARANÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 20/04/2017

Olá pessoal! já faz bastante tempo que esse assunto foi proposto pelos professores de Tocantins os Srs José Neuman Miranda Neiva e João Restle, aliás bela matéria. Acredito que muitos fizeram confinamento de bezerros e os próprios professores devem ter estudado melhor o assunto. Eis a questão: Quais foram os resultados? Seria importante se os amigos produtores relatassem as suas experiências e resultado de mercado. Como estamos vendo o confinamento de bezerros leiteiros, considerando o mercado atual? Quais são as  perspectivas para um futuro próximo? Não faço confinamento, mas conheço produtores que fazem e sei onde vendem, posso num próximo post, comentar a realidade da nossa região. Abraços.
JOSE NEUMAN MIRANDA NEIVA

ARAGUAÍNA - TOCANTINS - PESQUISA/ENSINO

EM 20/04/2017

Sugiro que leia a parte II desse material aqui no Milk Point..
JOSE NEUMAN MIRANDA NEIVA

ARAGUAÍNA - TOCANTINS - PESQUISA/ENSINO

EM 20/04/2017

Caro Sinval

Com relação à sua área não vejo como limitante pois esses animais são produzidos de forma intensiva e se utiliza pouco volumoso. Nós testamos como voce pode ver nos artigos do Milkpoint dietas exclusivas de grãos. Assim não haveria limitação de área. No entanto entendemos que voce poderia evoluir e utilizar um misto de pastagem com alto nível de suplementação. Para isso te sugiro que levante o preço de grãos na sua região e principalmente deveria ver se há algum subproduto com preço em conta. Após isso pode entrar em contato comigo aqui, ou no meu e-mail araguaia2007@gmail.com . Seria interessante voce buscar um apoio técnico na sua região pois sempre surgirão dúvidas que devem ser suprimidas com certa agilidade.
SINVAL FRIEDRICH CHAGAS

BLUMENAU - SANTA CATARINA

EM 19/04/2017

Outra questão, qual o custo estimado (margem erro de até 20%) para criação engorda destes novilhos, custo percapita.
SINVAL FRIEDRICH CHAGAS

BLUMENAU - SANTA CATARINA

EM 19/04/2017

Sou de Blumenau-SC, possuo um pequeno lote, 2 hectares, pastagem e agua nascente, lagoa, neste espaço consigo criar até quantos novilhos holandês? Estou recebendo 4 no momento, objetivo é para corte. sinval.blumenau@hotmail.com
ALEXANDRE BRAGA MARTINS

OLIVEIRA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 13/04/2017

Alexandre Braga Martins

Tenho uma propriedade em Oliveira - M.Gerais e passo pelos mesmos problemas que a a maioria dos produtores leiteiros passam,que como aproveitar os bezerros machos (holandeses) oriundos da produção leiteira?

Existe um curso com vídeo aula + material impresso que é disponibilizado pela universidade federal de Viçosa MG,que trata deste assunto,eu comprei  este material, achei a mesmo muito bom, e vou tentar por em prática na minha propriedade,acho que o grande entrave para a viabilidade, é a mão de obra que hoje é escassa,mas não me sinto bem em descartar este bezerros,ainda mais quando se sabe que os mesmos serão sacrificados.
ROBSON MACHADO SILVA

GOIÂNIA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 01/01/2017

Professor Neuman, em primeiro lugar parabéns por levantar um tema que a maioria dos produtores não dão muita atenção. gostaria de saber qual seria o tamanho da área para confinamento destes animais?

Abraços,
GERSON VICENTE KUHN

CURITIBA - PARANÁ - ESTUDANTE

EM 07/08/2016

bom dia a todos.estou pensando em fazer engorda de bezerros pois conheco produtores de leite de minha regiao que estao descartondo os machos. sou do sudoeste do parana.alguen de voces ja estão neste ramo? preciso de informações.

meu email é gerso.kuhn@yahoo.com.br

obrigado
JOSE JOSELI DA SILVA

SURUBIM - PERNAMBUCO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 06/05/2016

Trabalho com Extensão rural, sou médico veterinário, e ainda não conheço um manejo alimentar dos lactantes, que venha a reduzir os custos de produção dos bezerros, através de um sucedâneo do leite. O prof. José Neuman alegou que tem alguns artigos que serão publicados recentemente sobre a alimentação de bezerros com seus respectivos custos de produção. Seria muito útil para nosso trabalho conhecer o manejo alimentar dos bezerros, com grãos de milho, principalmente até os 60 dias de idade. Pretendo fazer umas Unidades demonstrativas de criação/aproveitamento dos bezerros machos leiteiros para corte. Trabalho numa Empresa de Pesquisa e Extensão Rural no Estado de Pernambuco. Solicito portanto ao nobre professor que se puder, mande este trabalho para o meu e-mail que é: joseli.silva@ipa.br que ficarei muito agradecido. Com certeza essa informação muito irá contribuir para melhorar a produção de carne em nossa região através da utilização dos bezerros machos leiteiros. Assim sendo gostaria de conhecer o manejo alimentar do bezerro de zero a sessenta dias de idade com alimentos substitutos do leite.



Atenciosamente,



Jose Joseli
LAWRENCE MÜLLER

MORRINHOS - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 04/03/2016

Por favor, alguém sabe me falar qual a composição da "ração"  (15%)  que é colocada no milho grão inteiro (85%) para nutrir os vitelos?  Vou fazer o teste  lawrencemso@hotmail.com
RÔMULO WENDELL DA SILVA FERREIRA

TRÊS LAGOAS - MATO GROSSO DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 02/03/2016

Bom dia. Alguém sabe me dizer onde posso encontrar bezerros leiteiros. Pois na minha região interior de São Paulo não encontro. Gostaria de fazer a experiencia.

Caso alguém possa me informar. Meu telefone, é 67 99 112085
LUCAS FREIRES ABREU

MINEIROS - GOIÁS - ESTUDANTE

EM 08/02/2014

Olá boa tarde, tudo bem com vocês? bom sou academico do 5º periodo de veterinaria, na instituição de ensino UNIFIMES em MINEIROS - GO e tenho interesse em trabalhar na area da Bovinocultura leiteira, e acho o tema que vocês estão publicando muito importante e que realmente o Brasil deveria usar a esta tecnologia, e gostaria de saber mais sobre o tema, e se possível um Estagio relacionado a isto para eu entender melhor sobre o " Aproveitamento de machos de origem leiteira ". Att Lucas Freire.
GRASI

SEARA - SANTA CATARINA - PESQUISA/ENSINO

EM 24/01/2014

Gostaria de que se possível ter acesso a este estudo para fazer uma analise de custo.

Acredito ser uma excelente ideia, moro no oeste catarinense, somos um estado com grande quantidade de leite produzida, e com muitos bezerros machos sem destino, estou com idéias, mas preciso de mais números pra poder dar o ponta pé inicial.



Pode me passar seu e mail de contato, ou um oi pro e mail grasigaluppo@hotmail.com pra eu poder dizer melhor qual linha quero seguir.

Aguardo.
VÂNIO DE BETTIO FILHO

XAXIM - SANTA CATARINA - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 02/01/2014

Excelente matéria, temos uma grande dificuldade em saber oque fazer com bezerro macho de leite
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