Bezerras

Comportamento estereotipado em bezerros
Carla Bittar

Comportamento estereotipado em bezerros

Comportamento estereotipado é caracterizado por movimentos repetitivos e sem objetivo ou função aparente, ou seja, comportamentos anormais dentro do repertório da espécie. Mas para detectar tais comportamentos é fundamental que os criadores e técnicos que lidam com os animais conheçam muito bem o comportamento normal dessa espécie. Em um sistema de produção de ruminantes, é necessário compreender as distintas interações dos animais com o ambiente. Esse entendimento irá permitir a fácil detecção de situações negativas que podem resultar em estresse e prejuízos econômicos.

Alimentadores automáticos para bezerras: será apenas um sonho de consumo?
PDPL/PCEPL-UFV

Alimentadores automáticos para bezerras: será apenas um sonho de consumo?

Blog PDPL/PCEPL-UFV: "Alguns pontos como incidência de doenças devido ao agrupamento, necessidade de abrigo coletivo, ocorrência de mamada cruzada, competição, e o custo de aquisição podem ser considerados entraves na implantação dessa tecnologia. Muitos desses pontos já foram assuntos de experimentos, e há muitas variáveis que determinam a ocorrência dessas situações ou não, sendo elas possíveis de serem controladas com ajustes de manejo. Quando se pensa em custo de implantação desse sistema, a primeira pergunta que surge é: é viável para o meu sistema de produção?"

Uso de própolis como aditivo na dieta de bezerros leiteiros
Carla Bittar

Uso de própolis como aditivo na dieta de bezerros leiteiros

Seção Animais Jovens: "Em função de suas propriedades antibacterianas (Saeki et al., 2011), coccidiostáticas (Moura et al., 1998), leishmanicida (Ayres et al., 2007) e antioxidantes (Cabral et. al., 2009), a própolis apresenta um alto potencial para ser utilizada em grande escala nos sistemas produtivos para a prevenção e tratamento de doenças características da fase de desenvolvimento dos bezerros, promovendo a saúde dos animais", por Carla Maris Machado Bittar e Giovana Simão Slanzon, da ESALQ/USP.

Como identificar o agente infeccioso causador da diarreia neonatal?
Viviani Gomes

Como identificar o agente infeccioso causador da diarreia neonatal?

Seção Medicina de Produção: "O cenário encontrado nas fazendas A e B de alta produção, que possuem um sistema de manejo extremamente rigoroso, nos fez pensar onde estamos errando. Na busca por esta resposta, verificamos que o 1o passo para a elaboração de um programa de controle de diarreias neonatais é a identificação do agente etiológico (causador). Somente com esta resposta em mãos podemos corrigir protocolos de tratamento, vacinação e desinfecção do bezerreiro", por Viviani Gomes e Camila C. Martin, da Universidade de São Paulo (USP).

Colostro suplementar e a saúde e desempenho dos bezerros
Carla Bittar

Colostro suplementar e a saúde e desempenho dos bezerros

"Recentemente, a indústria pecuária tem sido encorajada a reduzir o uso de antibióticos na produção animal. É clara a preocupação com o desenvolvimento de bactérias de origem animal que apresentam resistência aos antibióticos utilizados na medicina humana. Entretanto, no manejo sanitário pecuário, a morbidade e mortalidade por doenças infecciosas ainda é uma causa comum de perdas econômicas para os produtores. Portanto, desenvolver alternativas aos antibióticos para minimizar as perdas associadas com doenças infecciosas é uma necessidade evidente da indústria pecuária", por Carla Maris Machado Bittar e Ana Paula da Silva, a ESALQ/USP.

Hidratação de bezerros acometidos por diarreia
Carla Bittar

Hidratação de bezerros acometidos por diarreia

Seção Animais Jovens: "Embora seja comum a ocorrência de diarreias na maior parte dos bezerreiros, o tratamento quase nunca é adequado, pois a administração de antibióticos e anti-inflamatórios não corrige os desequilíbrios hidroeletrolíticos e ácido-base, que são as principais causas da alta taxa de mortalidade. A manutenção do fornecimento da dieta líquida para bezerros que mostram sinais de diarreia leve a moderada é geralmente recomendada para manter o crescimento e apoiar a reparação da mucosa intestinal danificada", por Carla Maris Machado Bittar e Evangelina Miqueo, da ESALQ/USP.

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