Esse menor volume de negócios é consequência das recentes quedas nos preços dos derivados lácteos no atacado, o que limitou as margens das indústrias e desencadeou o repasse dos ajustes negativos ao longo de toda a cadeia produtiva em todas as praças acompanhadas.
Nas cotações, a média nacional encerrou o período cotada a R$ 2,512 por litro, acumulando um recuo de R$ 0,074 em relação ao período anterior. O movimento de desvalorização foi unânime nos principais estados produtores: em São Paulo, praça que registrou a maior retração, o preço cedeu R$ 0,105, fixando-se em R$ 2,738 por litro. No Rio Grande do Sul, a cotação apresentou recuo de R$ 0,104, sendo negociada a R$ 2,333 o litro. Minas Gerais também reportou queda expressiva de R$ 0,083, com o litro comercializado a R$ 2,506. Em Goiás, o valor final ficou em R$ 2,409 por litro após um ajuste negativo de R$ 0,081, enquanto o Paraná registrou desvalorização de R$ 0,046, fechando a R$ 2,597 por litro. Diante dos fundamentos de ampla disponibilidade e demanda enfraquecida na ponta final, a tendência de curto prazo sugere a continuidade da pressão sobre as cotações do setor.
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