Xandô aumenta seus lucros com o leite tipo A
Publicado por: MilkPoint
Publicado em: - 2 minutos de leitura
"O leite Xandô já atinge mais ou menos 70% de participação no interior e uns 35% na capital", diz Douglas Abrantes, gerente geral da empresa. A liderança em leite tipo A na capital continua com a marca Fazenda, do empresário Olavo Barbosa, com aproximadamente 50% do mercado.
De acordo com as previsões da Xandô, o faturamento previsto para este ano é de R$ 10,8 milhões, o que significa um aumento de 71% em relação ao desempenho de 2002, que atingiu R$ 6,3 milhões, e que já havia crescido 60%.
A Xandô não compra matéria-prima de terceiros e toda a sua produção vem da Fazenda Colorado, de Araras, onde estão localizadas as vacas da raça holandesa (PO, ou seja, pura de origem). A expectativa da empresa é de que ainda neste ano a produção, atualmente em 620 mil litros de leite por mês, aumente 29%, para cerca de 800 mil litros, segundo prevê Douglas Abrantes. A média de produtividade das vacas em lactação alcança 34 kg/dia, cerca de 10 vezes a média nacional.
Segundo o gerente geral, o maior desafio da empresa é competir com o leite tipo longa vida (UHT), que domina praticamente 90% do mercado brasileiro em relação aos demais tipos de leite fluidos (tipos A, B e C), que representam os demais 10%. "Em países da Europa e Estados Unidos a relação é justamente a inversa", afirma ele.
Outro investimento da Xandô foi no lançamento de leite tipo A light, com um teor de gordura menor, de 1,5%, em comparação aos 3,5% do convencional.
A empresa, que também produz leite tipo A light (com 1,5% de gordura), iniciou a produção de leite tipo A há 21 anos, já com sede na Fazenda Colorado. O fundador e proprietário é o empresário Lair Antonio de Souza, ex-proprietário da Solorrico, importante indústria de fertilizantes, que foi vendida para a Cargill, e também dono da Sucorrico S.A., empresa de suco de laranja congelado e concentrado, destinado à exportação.
Fonte: Gazeta Mercantil (por Paulo Soares), adaptado por Equipe MilkPoint
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PEREIRA BARRETO - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO
EM 10/03/2003
E, mais uma vez, a concorrência desleal com o UHT, PREJUDICA o pasteurizado. Devido ao preço, que é conseqüência da qualidade(A MAIORIA RUIM E BARATO), fica difícil concorrer, porém ainda tenho esperança do consumidor comprar por qualidade e não por preço ou praticidade. Aliás, o pasteurizado de boa qualidade também é prático, pois existem marcas de A, B e C em São Paulo, com 7 dias de validade, podendo ser armazenado em geladeira facilmente, porém com uma diferença, UMA QUALIDADE NUTRICIONAL EXPETACULAR.
QUE BOM QUE CADA VEZ MAIS O PASTEURIZADO VEM GANHANDO MAIS ESPAÇO E QUE ALGUMAS MARCAS DE UHT VEM SE PREOCUPANDO COM A QUALIDADE NUTRICIONAL DO MESMO.
BOM PARA O MERCADO, BOM PARA TODOS.
ATENTEM PARA ISTO.