A produção catarinense alcançou 3,43 bilhões de litros em 2025, alta de 4,1% em relação ao ano anterior e maior volume da última década. O avanço ocorreu mesmo com a redução de 3,3% no número de vacas ordenhadas, que totalizou 780,6 mil cabeças. A evolução reflete ganhos de produtividade associados a melhorias no manejo, na alimentação e na genética dos rebanhos. Na comparação com outros estados, o Paraná ocupou a segunda posição, com média de 16,82 litros por vaca/dia, seguido pelo Rio Grande do Sul, com 16,43 litros. Minas Gerais registrou 13,30 litros por vaca/dia.
Os dados evidenciam um dos principais desafios da atividade leiteira: transformar os ganhos de produtividade em rentabilidade. De acordo com o relatório, embora Santa Catarina tenha ampliado a produção com um rebanho menor, a queda recente no preço recebido pelo produtor reforça a importância da eficiência produtiva e do controle dos custos para a sustentabilidade econômica das propriedades.
As informações são do boletim agropecuário EPAGRI/CEPA, resumidas e adaptadas pela Equipe MilkPoint.
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