FAZER LOGIN COM O FACEBOOK ESQUECI MINHA SENHA SOU UM NOVO USUÁRIO
Buscar

Produção agroindustrial continua em recuperação

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 14/09/2020

1 MIN DE LEITURA

0
0

Depois de registrar variações interanuais negativas desde março, quando o novo coronavírus começou a se espalhar pelo país, o Índice de Produção Agroindustrial Brasileira (PIMAgro) calculado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) voltou ao azul em julho.

O indicador subiu 1,5% ante o mesmo mês de 2019, puxado pelo setor de alimentos e bebidas, que cresceu 10,4%, Em relação a junho deste ano, o avanço foi de 4,4%.

O PIMAgro é baseado em dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) do IBGE e nas variações do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), da taxa de câmbio e do Índice de confiança do Empresário da Indústria de Transformação (ICI) da FGV.

O FGV Agro destaca que, ante julho de 2019, a performance da agroindústria foi melhor que a dos demais ramos industriais pesquisados – a indústria geral recuou 3%, as de transformação caíram 3,6% e as extrativas subiram 0,9%. Mesmo assim, nos primeiros sete meses do ano a produção agroindustrial registrou queda acumulada de 4,7% ante igual intervalo de 2019.

“Mas, de modo geral a agroindústria, apesar de não ter passado ilesa pela crise, na média conseguiu ser impactada de forma menos intensa e vem demonstrando uma recuperação mais acelerada que os demais segmentos industriais. E Isso se deve, sobretudo, à maior essencialidade de seu produtos, principalmente os alimentícios”, avalia o centro.

Na área de produtos alimentícios e bebidas, a reação observada em julho foi determinada pelos incrementos das produções de bebidas alcoólicas (alta de 24,2% em relação ao mesmo mês de 2019) e de alimentos de origem vegetal (17,6%).

No segmento de produtos não-alimentícios, contudo, diversas cadeias ainda enfrentam mais dificuldades. O segmento como um todo caiu 8,2% em julho na comparação interanual, pressionado pelos recuos de têxteis (26,8%), borracha (14,9%) e biocombustíveis (8,9%).

As informações são do Valor Econômico.

0

DEIXE SUA OPINIÃO SOBRE ESSE ARTIGO! SEGUIR COMENTÁRIOS

5000 caracteres restantes
ANEXAR IMAGEM
ANEXAR IMAGEM

Selecione a imagem

INSERIR VÍDEO
INSERIR VÍDEO

Copie o endereço (URL) do vídeo, direto da barra de endereços de seu navegador, e cole-a abaixo:

Todos os comentários são moderados pela equipe MilkPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração. Obrigado.

SEU COMENTÁRIO FOI ENVIADO COM SUCESSO!

Você pode fazer mais comentários se desejar. Eles serão publicados após a analise da nossa equipe.

MilkPoint AgriPoint