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MT: Parceria fomenta pecuária leiteira entre avicultores

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 28/09/2012

1 MIN DE LEITURA

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A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (FAMATO) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR-MT), em parceria com a empresa Brasil Foods e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Agrossilvipastoril), estão desenvolvendo um projeto para fomentar a bacia leiteira de Mato Grosso.

O objetivo é agregar uma nova atividade aos avicultores que trabalham em parceria com a Brasil Foods - empresa que representa a Perdigão e a Sadia e atua nos segmentos de carnes, alimentos industrializados e lácteos. A primeira reunião aconteceu esta semana na sede do Senar-MT.

Em Mato Grosso existem 20,9 mil propriedades leiteiras que produzem uma média de 92,6 litros de leite por dia. O estado responde por 2,3% da produção nacional de leite, ocupando a 10ª posição no ranking brasileiro. Desde 2012, a produção de leite é uma prioridade do Sistema Famato que vem atuando em várias frentes a fim de tornar esta atividade mais vantajosa ao produtor. "Para nós o caminho é investir em tecnologia e capacitação da mão de obra. Este projeto vem para auxiliar o desenvolvimento da pecuária leiteira em nosso estado. É importante mostrarmos ao produtor rural que integrar cadeias, como a produção de leite e a avicultura, pode garantir rentabilidade o ano todo", destaca Seneri Paludo, diretor executivo da Famato.

A previsão é que o programa contemple 200 produtores de Mato Grosso. O gerente de aprendizagem rural do Senar-MT, Marciel Becker, informou que "os trabalhos começarão em breve pela região do município de Campo Verde, depois Nova Mutum e Lucas do Rio Verde. "Cada uma das entidades que participam deste projeto terão um papel bem definido, ao Senar caberá a educação profissional, a Famato atuará na parte institucional, a Embrapa entrará com a tecnologia e a Brasil Foods fomentará o projeto", explica Becker.

A matéria é da Assessoria de Comunicação do Sistema Famato / SENAR-MT, adaptada pela Equipe MilkPoint.

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LUCIANO RENATO CÚPPARI

TIMBÓ - SANTA CATARINA - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 01/10/2012

Primeiramente é necessário que haja garantia de uma efetiva assistência técnica, em segundo lugar uma consistente alocação de recursos para viabilizar a atividade e por último, seria aconselhável que houvesse a livre concorrência entre compradores pois se houver monopólio, a corda sempre rompe do lado mais fraco e esse lado estamos cansados de saber qual é.
PAULA CRISTINA MARCONDES LÁRIOS

MATO GROSSO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 01/10/2012

Espero que dê certo


Pois incentivo no Mt para leite é zero


Aqui só se fala em soja, milho e algodão na  região de rondonópolis


E não adianta incentivar e não ter técnicos capacitados para dar assistência, trabalhar com leite e uma tarefa árdua
GUSTAVO RIBEIRO DA SILVA

NOVA OLÍMPIA - MATO GROSSO - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 01/10/2012

Não tem como  incentivar os produtores num cenário de preços tão baixos. Tem que ser um processo que garanta novos patamares de preço de leite para tornar qualquer iniciativa viável. Ninguém tem poupança para investir. Para fazer investimento com dinheiro de banco, tem que haver capacidade de pagamento. Tem alguém pensando em como melhorar os preços pagos ao produtor? Para que esta iniciativa tenha sucesso tem que olhar a cadeia inteira. Hoje a vontade é de cair fora de vez, com agravante de deixar traumas.
RONALDO GOMES DE RESENDE

ALTO ARAGUAIA - MATO GROSSO - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 30/09/2012

espero que pode chegar ate Alto Araguaia, pois estamos sem alternativa pra vender o nosso leite, só tem um laticínio no município de ponte branca e esta pagando 0,61 por litro e estamos trabalhando no vermelho o tempo todo, se uma empresa como esta fazer investimento cria uma nova alternativa pra nos vender o nosso produto.   
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