O México atingiu a posição de segundo país com maior demanda por produtos lácteos da Argentina, ficando atrás somente do Brasil. De janeiro a agosto deste ano, houve um crescimento nesta demanda, que foi de 10,332 mil toneladas, o que equivale a 15% do mercado de exportação de lácteos argentino. No ano 2000, o México representou somente 5,5% das exportações lácteas argentinas.
O México passou o Chile - que estava em segundo lugar - neste mercado e representa uma boa oportunidade para as empresas argentinas. SanCor, Mastellone e Milkaut já realizaram exportações a esse país.
A Mastellone vendeu 5,116 mil toneladas de leite em pó ao México e, no final de outubro, será feita mais uma venda, de 3,3 mil toneladas, segundo informou o gerente de comércio exterior da empresa, Jorge Ludueña.
Já a Milkaut está exportando queijos duros e semiduros ao México, com expectativa de que, até o final do ano, sejam exportadas 1,4 mil toneladas de queijo, no valor de US$ 4 milhões - valor 4 vezes maior do que as vendas do ano passado.
Essa informações mostram que o Brasil deixou de ser o país mais atraente para as empresas locais, após ter fixado, em fevereiro, um preço mínimo de US$ 1900 por tonelada de leite em pó importado. Além disso, a crise cambial do País provocou uma queda nas importações de lácteos, que se refletiu na indústria de lácteos da Argentina.
Fonte: Infortambo, adaptado por Equipe MilkPoint
México: segundo maior comprador de produtos lácteos argentinos
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