Os modelos climáticos continuam a indicar, com base nas temperaturas da superfície do mar (TSM) no Oceano Pacífico, que o atual La Niña pode se fortalecer ainda mais. Embora o La Niña e seus impactos associados sejam únicos [e variem] de evento para evento, normalmente há uma relação entre a força do evento e a força dos impactos na Austrália, como o aumento das chuvas”, diz o escritório.
No Brasil, o fenômeno costuma deixar o clima mais seco, o que já vem acontecendo. Por causa disse e de outros problemas climáticos o plantio da safra de grãos 2020/21, sobretudo de soja, está atrasado.
As informações são do Valor Econômico.