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Entrada do Japão em negociações comerciais aumenta benefícios à indústria de lácteos americana

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 02/04/2013

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O Conselho de Exportações de Lácteos dos Estados Unidos (USDEC) e a Federação Nacional de Produtores de Leite (NMPF) ficaram satisfeitos com a declaração oficial do primeiro ministro japonês, Shinzo Abe, no começo do mês, sobre o interesse do Japão de se unir às negociações comerciais da Parceria Transpacífica (TPP).

“A adição do Japão, terceira economia do mundo e importante importador de lácteos, aumentaria dramaticamente a significância comercial das negociações”, disse o presidente do USDEC, Tom Suber. “Junto com o recente anúncio do Canadá de que se uniria às negociações, o envolvimento do Japão adicionará um potencial para maiores exportadores de lácteos, o que suplementará as oportunidades nos mercados participantes existentes na TPP, como Vietnã e Malásia”.

Ao mesmo tempo, a participação do Japão traz certos desafios. A entrada do país nesse estágio das negociações gerou preocupações de que poderia haver uma desaceleração nas mesmas, com potencial para atraso ou fracasso dos resultados ambiciosos que os atuais membros estão buscando.

“Como é o caso do Canadá, o Japão é um mercado grande e lucrativo que poderia fornecer benefícios imediatos e mensuráveis para os produtores e processadores de lácteos dos Estados Unidos, mas somente se os negociantes obtiverem um acesso real e tangível de mercado”, disse o vice-presidente de iniciativas, estratégias e política comercial da NMPF e do USDEC, Jaime Castaneda. “O Japão não somente precisaria perder seu esquema restritivo de acesso ao mercado, mas também liberar seu complexo sistema de cotas e resolver preocupações comerciais não tarifarias, como a maneira como seu sistema de aprovação de aditivos alimentícios opera atualmente”.

Desde o começo, as negociações da TPP têm sido muito mais do que simplesmente reduzir as tarifas. O USDEC, a NMPF e outros grupos agrícolas dos Estados Unidos têm visto a TPP como uma oportunidade para defender o direito do uso de nomes comuns de alimentos diante dos esforços agressivos por parte da União Europeia (UE) de confiscá-los através do sistema de indicação geográfica restritiva.

O USDEC e a NMPF também lideraram uma coalizão ampla pedindo por disciplinas efetivas na aplicação de medidas sanitárias e fitossanitárias (SPS) nas negociações da TPP, baseadas em ciência e regulamentações executáveis, enquanto vai além do acordo SPS da Organização Mundial do Comércio (OMC) atuar nesses e em outros assuntos relacionados.

“A indústria de lácteos dos Estados Unidos vê valor real nas negociações da TPP se pudermos abrir novos mercados, como o Japão e o Canadá, e usar o processo da TPP para fortalecer as leis globais de comércio e garantir mudanças políticas de competição significantes no setor de lácteos da Nova Zelândia”, disse Suber.

As exportações de lácteos dos Estados Unidos ao Japão aumentaram em 13%, para US$ 284 milhões em 2012, tornando esse mercado o quinto maior, apesar das tarifas proibitivas e das barreiras não tarifárias em muitas das maiores categorias de lácteos.
A entrada do Japão expandiria o grupo da TPP para 12 países, incluindo Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Cingapura, Estados Unidos e Vietnã. A Tailândia também expressou interesse em se unir. A decisão do Japão sobre sua participação deverá ser tomada logo.

A reportagem é do Dairy Herd, traduzida e adaptada pela Equipe MilkPoint.
 

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