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Colômbia pagou quase 1 milhão de dólares por animais brasileiros

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 23/10/2002

1 MIN DE LEITURA

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Mais de 800 animais estão em quarentena no interior de São Paulo e Minas Gerais sendo preparados para embarcar para a Colômbia no início de dezembro. A compra, que deve atingir a cifra de 1 milhão de dólares, foi feita pela CGR Biotecnologia, empresa colombiana do setor pecuário, que identificou no rebanho brasileiro grande potencial genético.

Dos 800 animais que serão embarcados no Porto de São Sebastião, 600 são bovinos das raças Gir Leiteiro, Guzerá Leiteiro, Girolando, Pardo-Suiço (corte) e Senepool, e 200 são búfalos da raça Murrah. Os bovinos foram comprados de mais de 30 fazendas das regiões Sudeste e Centro-Oeste e todos os búfalos sairão da Fazenda Betel, de Ibitinga, interior de São Paulo.

"Vendi os animais por mais de 100 mil dólares e já estou negociando outras exportações com a Colômbia, Venezuela, Argentina e Itália", comemora Fábio Pinto da Costa, proprietário da Fazenda Betel e expositor da 11a Expomilk (Exposição Nacional da Pecuária Leiteira e Feira Internacional da Cadeia Produtiva do Leite), que acontece até o dia 26 (Sábado), das 10 às 19 horas, no Centro de Exposições Imigrantes.

Segundo ele, depois que os problemas sanitários (como a febre aftosa) foram eliminados, surgiu a oportunidade de exportar e de fechar grandes negócios.

O protocolo firmado entre o Brasil e a Colômbia possibilita a exportação e importação entre os paises, garantindo que ambos seguirão as normas sanitárias. Um técnico do grupo CGR Biotecnologia está no Brasil acompanhando a seleção dos animais.

A primeira etapa de seleção acontece na pré-quarentena, onde os bovinos e os búfalos fazem exames de febre aftosa, tuberculose, brucelose, língua azul, diarréia viral bovina e estomatite vesicular. Os animais que não apresentarem problemas entram na quarentena final, onde ficam isolados e são submetidos a novos exames sanitários.

Neste último período o animal deve ser adaptado a uma nova dieta e um sistema de confinamento, para que ele possa viajar 14 dias de navio.

Fonte: S2 Comunicação Integrada

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