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Associações Gadolando e Jersey-RS deixam Conseleite por ora

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 22/11/2021

MENOS DE 1 MIN DE LEITURA

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Em reunião realizada na última sexta-feira, 19 , a Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando) e Associação de Criadores de Gado Jersey do Rio Grande do Sul (Jersey-RS), decidiram, conjuntamente, em não participar, por ora, das reuniões do Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite do Estado do Rio Grande do Sul (Conseleite-RS).

Em nota emitida pela assessoria de imprensa da Gadolando e assinada pelos presidentes das duas associações, Marcos Tang (Gadolando) e Cláudio Martins (Jersey-RS), as entidades afirmam que não podem continuar apoiando a metodologia Conseleite, pois favorece apenas o segmento industrial da cadeia.

"Tal decisão deve-se ao fato das entidades não concordarem com o presente modelo de discussão que leva à conclusão do preço base do leite, pois as indústrias trabalham com dados altamente atualizados e não admitem o mínimo prejuízo ou diminuição de lucro enquanto os dados do custo de produção são desatualizados e o produtor não tem paridade de disputa para amenizar o seu prejuízo. Assim, as entidades entendem que não podem continuar endossando um índice que só interessa ao segmento industrial", esclareceu a nota. 

As informações são da assessoria de comunicação da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando).

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ANDERSON PILONETTO

ITAPEJARA D'OESTE - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 24/11/2021

PARABENS PELA ATITUDE ESSES CONSELEITE CITO O PARANA CM EXEMPLO SO PUXAM PARA A INDUSTRIA NADA PARA NOS PRODUTORES
FERNANDO BUENO SIMÕES PIRES

SANTANA DO LIVRAMENTO - RIO GRANDE DO SUL - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 23/11/2021

Bom dia:
Parabéns pela reação. Entretanto, não sei se é a melhor alternativa. Afinal, agora ficaremos à mercê deles. Também não sei se não era isso que eles queriam. A verdade é que trabalhamos, produzimos, e comercializamos um alimento o qual saberemos o preço 4 ou cinco dias após findar o mês da entrega. Fizemos literalmente um "voo cego" durante 30 dias. Em outubro, pelo pagamento do leite entregue em setembro, nos tiraram R$ 0,12/litro. Em novembro, pelo leite entregue em outubro, tiraram mais R$ 0,10, e a previsão para este mês, que será pago em dezembro, a previsão é de nova queda no preço. Como estamos na faixa de 15.000 litros mês, a perda já atingiu os R$ 3.300,00, e os custos para produzir só aumentam. Segundo a Cooperativa houve uma "retração" grande no mercado, é a Lei da Demanda e da Oferta. Entretanto, não se vê ação alguma da indústria no sentido de fazer "marketing" do leite. Sempre somos os primeiros a perder, e depois os últimos a receber quando ocorre uma melhora na demanda. Embora o preço final seja importante, a formatação desse preço não deixa de ser talvez mais importante ainda. O maior componente do preço, é o básico (ou seja, o valor pago pelo "branco"), depois, em segundo lugar, o valor pago pela quantidade, e por último, a "punição" pela qualidade, que não é remunerada, mas o produtor é punido se os valores estão acima da legislação. Entendo que a forma como está estabelecido a remuneração ao produtor ninguém ganha, ou todos perdem. Como não sabemos o preço daquilo que estamos produzindo e comercializando, estamos sempre com um pé na frente e outro atrás. Deixamos de produzir mais, pela insegurança, perdendo também a indústria, e o freteiro. Entretanto, o "mercado" nunca perde pois a margem de lucro dele é sempre segura. Por exemplo, hoje o leite é comprado pelo supermercado a R$ 2,99, e vendido a R$ 3,92. Quais são os riscos? Independente disso, é só parar e observar no caixa, as compras dos consumidores. Refrigerantes, cervejas, sempre estão presente entre as compras. E o leite? Quando está presente, sempre é o que está em oferta, e via de regra o de mais baixa qualidade. E o que a indústria faz? Nada que modifique isso. A preocupação fica no binômio Lucro/Preço. Existem opções nas gondolas dos supermercados. Leite de baixa qualidade e leite de alta qualidade, mas...???
Fernando Bueno Simões Pires
Livramento-RS
DJONATAN MACHADO

EM 23/11/2021

Ao invés de produtor saber o preço do seu produto apenas ao findar os 30 ou mais dias de entrega do leite, o preço deveria ser acordado antes de iniciar o carregamento, permitindo o planejamento financeiro do produtor ao longo do decorrer do mês e das entregas! Essa mudança no modelo de pagamento ao produtor seria um primeiro passo e devendo ser pauta de discussão o mais breve possível.
VALDIR GOERGEN

AUGUSTO PESTANA - RIO GRANDE DO SUL - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 23/11/2021

Meus parabéns pela decisão das duas entidades.
JOSÉ MARCOS DE LUCA

MANGUEIRINHA - PARANÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 22/11/2021

Parabéns pela decisão, o produtor é sempre o primeiro que perde e o último a ganhar nas oscilações do mercado.
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