Otimismo comercial na organização da Mercoláctea 2008

Mar calmo e céu de brigadeiro. Assim se apresentam as perspectivas do Brasil no mercado mundial do leite para este ano. Os grandes produtores mundiais já alcançaram os índices máximos, mas o Brasil ainda tem muito que crescer e a cada ano bate novos recordes de exportação. Embalada por essas previsões está sendo organizado o primeiro grande evento econômico, técnico e científico do leite do sul, a MERCOLÁCTEA MILK FAIR Feira Internacional do Setor Lácteo, que acontecerá em Chapecó no período de 8 a 11 de abril deste ano, numa iniciativa da Associação Comercial e Industrial, Prefeitura Municipal, Agência T12, Faesc e outras entidades do agronegócio.

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Mar calmo e céu de brigadeiro. Assim se apresentam as perspectivas do Brasil no mercado mundial do leite para este ano. Os grandes produtores mundiais já alcançaram os índices máximos, mas o Brasil ainda tem muito que crescer e a cada ano bate novos recordes de exportação. Embalada por essas previsões está sendo organizado o primeiro grande evento econômico, técnico e científico do leite do sul, a MERCOLÁCTEA MILK FAIR Feira Internacional do Setor Lácteo, que acontecerá em Chapecó no período de 8 a 11 de abril deste ano, numa iniciativa da Associação Comercial e Industrial, Prefeitura Municipal, Agência T12, Faesc e outras entidades do agronegócio.

O presidente da Comissão Central Organizadora e da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc), José Zeferino Pedrozo, mostra que a produção de leite no país vem aumentando desde 2000. Atualmente, ocupa a sexta colocação no ranking dos exportadores. Os produtos lácteos são enviados para mais de 70 países e movimentam R$ 200 milhões por ano. No território nacional, reúnem mais de um milhão de produtores e geram 3,6 milhões de postos de trabalho permanentes.

Alguns países que comercializam mais do que o Brasil, sobretudo França e Alemanha, estão diminuindo a produção porque atingiram o limite máximo de produtividade. O Brasil, no entanto, é o país do mundo que mais pode crescer a produção de forma significativa porque é o único país do mundo que tem 100 milhões de hectares de cerrado disponíveis para serem incorporados à produção.

A Faesc entende que não é necessária a inclusão de nenhum hectare de terra, mas, apenas, recuperar as áreas que já estão no sistema de leite do Brasil. A produção vai crescer muito no Brasil e, conseqüentemente, a participação no mercado internacional

Pedrozo destaca que o crescimento vigoroso da economia global implica aumento da demanda por leite e derivados porque ocorre o ingresso de novos consumidores no mercado e o aumento na renda multiplica o consumo desses produtos. Estudo da OCDE/FAO aponta, para os próximos dez anos, crescimento médio superior a 3% ao ano. Nos países africanos, asiáticos e na América Latina, onde ocorre maior incremento populacional, as projeções indicam crescimento médio anual de 4,3%, 4,1% e 3,8% respectivamente.

Metas

A Mercoláctea reunirá todos os agentes da cadeia produtiva, tendo como expositores as empresas fornecedoras de produtos e serviços para manejo, nutrição, sanidade, qualidade, genética, máquinas, equipamentos, embalagens, etc., atendendo necessidades que vão da granja ao supermercado. A principal clientela visitante e compradora é formada por produtores rurais e indústrias de processamento. A expectativa é de 30.000 visitantes e negócios da ordem de R$ 80 milhões de reais.

As informações são da MB Comunicação.
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