Mastite: como avaliar o custo real da doença?

Na maioria das reportagens sobre mastite, mencionam-se os enormes prejuízos que a mastite causa a nível mundial, onde se mostram milhões de dólares perdidos anualmente devido à doença. Na prática torna-se um pouco difícil visualizarmos o quanto a nossa propriedade e nossos animais colaboram para este número.

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Na maioria das reportagens sobre mastite, mencionam-se os enormes prejuízos que a mastite causa a nível mundial, onde se mostram milhões de dólares perdidos anualmente devido à doença. Na prática torna-se um pouco difícil visualizarmos o quanto a nossa propriedade e nossos animais colaboram para este número. Portanto, buscando facilitar o entendimento deste prejuízo, podemos usar exemplos mais simples no nosso dia-a-dia para avaliar perdas em rebanhos ou até em animais isoladamente. Um cálculo que podemos fazer quando discutimos perdas por mastite é simplesmente pegar a produção média do rebanho e avaliar quanto uma vaca perde de produção após um caso de mastite.

Um animal em pleno pico de lactação que apresenta uma mastite moderada tem sua produção reduzida de 35 litros/dia para aproximadamente 20 litros, e dificilmente retorna a uma produção superior a 30 litros após esta mastite. Se considerarmos que a curva de lactação está sendo alterada, esta diferença de 4-5 litros permanecerá até o final da lactação deste animal. Se multiplicarmos 4 litros/dia pelos dias em leite de uma lactação normal teremos um resultado estimado do prejuízo:

Figura 1

l/dia x No. dias da lactação x Preço= Prejuízo estimado total

Ex.: 4,0 l x 150 dias (meia lactação) x R$ 0,50 = R$300,00 de prejuízo


Se este animal levar uma semana para ser curado, este prejuízo tende a aumentar ainda mais:

Figura 2

Portanto quando é indicado um produto como o Mastijet Forte®, uma associação de 3 antibióticos (o que proporciona uma excelente taxa de cura) mais um anti-inflamatório, temos a certeza de que este animal voltará à produção o quanto antes, diminuindo assim os prejuízos decorrentes à queda de produção após a mastite.

Também devemos considerar as perdas de produção por mastites subclínicas (aquelas detectadas somente pelo CMT ou Contagem de Células Somáticas), sendo o agente mais comum o Staphylococcus aureus, onde o melhor tratamento é a terapia de vaca seca, promovendo um longo período de tratamento com altas doses de princípios ativos.

O Nafpenzal® S (produto Intevet para secagem), também contém uma associação de 3 princípios ativos. Além da benzilpenicilina e da dihidroestreptomicina, contém a nafcilina, droga de eleição a nível mundial para o combate ao Staphylococcus aureus. Portanto, é um excelente produto para controle da mastite subclínica, reduzindo a Contagem de Células Somáticas do rebanho.

Em ambos os casos, também podemos indicar o Cobactan® - produto à base de cefquinoma, uma cefalosporina de quarta geração, atualmente o princípio ativo mais moderno do mercado veterinário para uso na forma injetável (Cobactan® 2,5%) intramamária (Cobactan® VL) ou na terapia combinada.

Sem dúvida nenhuma podemos afirmar que a Intervet tem hoje uma das mais completas linhas de antimastíticos.

E para ajudar o produtor na correta utilização desta linha, desenvolvemos juntamente com vários veterinários de campo alguns protocolos de tratamento de mastite que estão apresentados nas tabelas abaixo, nas quais é possível seguir o tratamento de cada um dos produtos e quais associações podem ser utilizadas nas terapias combinadas. Há também informações sobre os períodos de descarte de leite de cada tratamento, momento no qual muitas vezes um produto com um valor diferenciado mostra ser o de melhor relação custo-benefício, pelo baixo período de descarte. Converse com o seu veterinário e discuta qual a melhor opção para o seu plantel.

Confira abaixo os "Protocolos Intervet para o tratamento de mastites"

Fazendas com 3 ordenhas por dia:

Clique na imagem abaixo para ampliá-la

Figura 3

Fazendas com 2 ordenhas por dia:

Clique na imagem abaixo para ampliá-la

Figura 4


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