A revolução do trato: misturadores autopropelidos transformam a rotina nas fazendas de leite

Trato consumindo tempo e dinheiro? Com a tecnologia autopropelida, você carrega, mistura e distribui a dieta com uma só máquina. Menos deslocamentos, menos combustível e mais consistência no cocho, com menos dependência de mão de obra. Conheça as linhas KUHN SPV (agilidade) e SPW (alto volume) e veja qual encaixa na sua fazenda.

Publicado por: MilkPoint

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A rotina de trato nas fazendas leiteiras atravessa um período de transformação estrutural.
Historicamente, a operação dependeu de processos lentos e da utilização de múltiplos
equipamentos para realizar tarefas cotidianas, o que resultava em elevados custos operacionais.
Somado a isso, o setor enfrenta o desafio de encontrar mão de obra qualificada e manter a
precisão técnica na formulação das dietas, fatores que impactam diretamente na rentabilidade final.


O que tem feito a diferença nesse cenário para otimizar o desempenho do rebanho e a eficiência
da gestão é a adoção de tecnologias integradas.

Figura 1


A consolidação de etapas na gestão alimentar
A transição para sistemas autopropelidos permite que as funções de carregamento, mistura e
distribuição sejam executadas por um único equipamento. Essa integração técnica elimina etapas
intermediárias, reduz a necessidade de deslocamentos e acelera a operação diária.
Do ponto de vista nutricional, a tecnologia busca assegurar:

  •  Consistência dietética: a precisão no carregamento e a homogeneidade da mistura geramdietas estáveis, reduzindo variações que prejudicam o desempenho animal.
  •  Simplicidade operacional: controles intuitivos e automações reduzem a dependência de operadores com alta especialização, trazendo mais previsibilidade à rotina.
  • Eficiência de recursos: o uso de uma única máquina foca na redução de gastos com manutenção e consumo de combustível.

Linhas SPV e SPW

Atenta às necessidades do produtor rural, a KUHN do Brasil desenvolveu soluções específicas
para diferentes perfis de propriedades, focando em autonomia e rapidez. Ambas as linhas
priorizam a visibilidade e o conforto térmico e ergonômico na cabine para garantir a segurança da
operação.


Sistemas para espaços confinados (SPV)
A linha SPV é projetada para propriedades que demandam alta manobrabilidade.

  • Capacidade: reservatórios que variam de 12 a 17 m³.
  •  Mecânica: equipada com um sem-fim de mistura e motorização de 170 cv.
  • Diferencial: possui um raio de giro de 5 metros, facilitando o trabalho em corredores e espaços reduzidos.

Sistemas de alta escala e robustez (SPW)

Para operações que exigem maior volume e potência, a linha SPW da KUHN do Brasil oferece
maior capacidade de carga.

  •  Capacidade: reservatórios de 14 a 27 m³.
  •  Mecânica: conta com dois sem-fins de mistura e motor de 250 cv.
  • Desempenho: a fresa frontal apresenta uma capacidade de carga de 3.400 kg de silagem de milho por minuto, otimizando o tempo de preparo em grandes rebanhos.

Impacto na sustentabilidade do negócio

A modernização do trato responde às principais dificuldades do produtor ao oferecer maior fluidez
na rotina e economia operacional. Ao simplificar o processo de alimentação, o gestor ganha
disponibilidade para se dedicar a outras áreas estratégicas da fazenda, tornando a atividade leiteira
mais sustentável e menos vulnerável a falhas operacionais.
 

Sobre a KUHN do Brasil (www.kuhnbrasil.com.br)

O Grupo KUHN, que tem como propósito o desenvolvimento de soluções confiáveis para alimentar
a população mundial preservando o meio ambiente, está presente em 110 países e emprega mais
de 5.000 pessoas em 11 unidades de produção e 11 unidades de distribuição em todo o mundo.
De origem francesa, com um know-how e expertise de 198 anos, possui a linha mais completa de
implementos agrícolas para agricultura e pecuária. A KUHN tem 21 anos de atuação no Brasil com
sedes nas cidades de São José dos Pinhais (PR) e Passo Fundo (RS). Conta ainda com quatro
centros de distribuição e treinamentos, localizados em Rondonópolis (MT), Palmas (TO), São José
dos Pinhais (PR) e Passo Fundo (RS).

 

Figura 2

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