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Derrubando barreiras: a história de superação de um produtor de leite

POR COOPERIDEAL - COOPERATIVA PARA A INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE LEITEIRA

COOPERIDEAL

EM 12/02/2016

11 MIN DE LEITURA

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Artigo publicado na Revista Leite Integral número 82, de Janeiro de 2016*

O Estado de Goiás é hoje o 4° maior produtor de leite do país, contabilizando, segundo os dados do IBGE de 2014, uma produção de 3,6 bilhões de litros de leite no ano, o que equivale a 10,47% da produção nacional. Esta colocação no ranking da produção brasileira se explica, em parte, por ilhas de produção elevada em algumas mesorregiões do Estado, incluindo municípios como Piracanjuba com 154,8 milhões de litros – 4,2% da produção estadual – e Jataí, tendo produzido 144,7 milhões compondo 3,9% da produção de Goiás. 

As propriedades dessas regiões se caracterizam pela eficiência na aplicação de tecnologias produtivas, na utilização de raças especializadas, na estabilidade da produção ao longo do ano devido ao manejo de alimentação do cocho no período seco do ano, na elevada oferta de milho e soja oriunda da intensa atividade agrícola local e, principalmente, no perfil dos produtores, que conduzem de perto essa atividade que é tão complexa e que exige cada vez mais a presença constante do proprietário e do responsável técnico pela atividade. 

Grupo de produtores de leite assistidos pelos técnicos do programa Goiás Mais Leite em Portelândia-GO

Mesmo apresentando alguns números interessantes, Goiás, como a maioria dos principais estados produtores brasileiros, possui números médios ainda arcaicos. Observando os dados do Diagnóstico da Cadeia Produtiva do Leite (Quadro 1), realizado em 2009 pela Federação da Agricultura (FAEG) e Senar Goiás, encontramos informações que traduzem, de maneira geral, a situação crítica da atividade no Estado.

Quadro 1 – Diagnóstico da Cadeia Produtiva do Leite em Goiás - FAEG.


Apesar de ser um indicador pouco avaliado, a “Idade média dos produtores” mostra a realidade da produção de leite, principalmente quando se analisa aspectos ligados à tradição e resistência à implantação de novas tecnologias disponíveis. Apenas para efeito comparativo, outro levantamento, nesse caso ligado à agricultura, identificou um perfil de produtor diferente, cuja idade média era de 39 anos, indicando que possivelmente, na agricultura, a transição da atividade entre pais e filhos esteja ocorrendo de maneira mais eficiente; mas o fato é que, em linhas gerais, os agricultores mais jovens têm aplicado mais tecnologia em sua atividade quando comparados aos pecuaristas. Apenas como complemento, nesse mesmo diagnóstico da cadeia do leite em Goiás foi identificado que os produtores com maior escolaridade faziam parte do estrato de produção mais alto, acima de 1.000 litros/dia, demonstrando o efeito positivo do maior nível de escolaridade sobre a condução das fazendas, e o quanto a atividade pode evoluir a partir do momento em que os filhos, mais jovens e de maior escolaridade, passem a se interessar pelo negócio.

Já na área zootécnica, ao analisarmos ainda no Quadro 1 os indicadores “% Vacas em lactação”, “% Vacas em lactação no rebanho” e “Produção por vaca em lactação”, percebemos a enorme distância entre os índices obtidos e os que seriam ideais para a produção de leite. O mais preocupante são os índices relacionados à estrutura e reprodução do rebanho (baixa porcentagem de vacas em lactação em relação ao total de vacas e pequena porcentagem de vacas em lactação em relação ao total do rebanho), pois refletem a falta de conceitos produtivos na condução da atividade, fator que afeta economicamente qualquer sistema de produção de leite, diferentemente do índice relacionado ao potencial de produção da vaca (produção por vaca em lactação), que afeta somente as propriedades com rebanho sem potencial genético. O item “Vacas em lactação”, que no diagnóstico estava em 59%, deveria estar próximo de 83%, ou seja, as vacas teriam que ter um ‘intervalo entre partos’ de 12 meses e manter uma lactação de 10 meses dentro do intervalo. Quando temos uma porcentagem de vacas em lactação de somente 59%, certamente temos tanto uma reprodução deficitária quanto uma duração da lactação inferior a 10 meses, diminuindo, portanto, o potencial de geração de renda da fazenda.

Esses fatores contribuem também para que tenhamos uma baixa porcentagem de animais em produção na fazenda quando analisamos o total de cabeças do rebanho, neste caso o diagnóstico apontou para somente 27% de vacas em lactação nos rebanhos de Goiás quando o ideal seria que as fazendas tivessem ao redor de 50% de animais em produção em relação ao rebanho total da atividade. O mais impactante deste item é a quantidade de animais em recria nas fazendas, explicada pela manutenção de machos, baixa taxa de descarte de bezerras e novilhas, além da idade tardia ao primeiro parto (diagnosticado como 34 meses quando o correto seria em torno de 24), responsável por retardar a entrada do animal em produção a fim de caracterizá-lo como fator gerador de renda na propriedade.

Todos estes dados zootécnicos têm reflexo na situação econômica da atividade e na vida diária dos produtores. Se avaliarmos o índice “Reais investidos por litro produzido”, verificamos o alto capital empatado para se produzir um litro de leite em Goiás (R$ 3.210,00). Fazendas atendidas pela Cooperideal, tanto em Goiás quanto em outros estados do Brasil, empatam de R$ 800,00 a R$ 1.500,00 por litro produzido diariamente, ou seja, são necessários menores investimentos para que se obtenha a mesma produção, principalmente no fator terra, que pela melhoria na fertilidade de solo em sistemas intensificados garante produções condizentes com o capital investido na sua aquisição. Com os índices zootécnicos apresentados, além de não conseguir remunerar o capital empatado na atividade, os produtores dificilmente conseguem arcar com as despesas operacionais do negócio e ainda fazer as retiradas necessárias para a manutenção da sua família, sendo esse um dos motivos da baixa perspectiva que os filhos têm com a continuação à atividade iniciada pelos pais (apenas 43% dos filhos pretendem continuar na atividade - item 2 do Quadro 1).

Agora, imagine-se uma propriedade com a seguinte realidade: com números iguais a esses apresentados, onde há resistência a novas tecnologias e com o proprietário lutando contra uma doença gravíssima... Como promover mudanças nesse quadro? Essa é a história real de garra e superação que vamos apresentar a seguir, cujo cenário foi a Fazenda Nossa Senhora Aparecida, tendo como protagonista o Sr. Cleuzir Miguel Rezende, participante do Programa Goiás Mais Leite do Sistema Faeg/Senar, com a participação não menos importante do técnico André Rezende.

O programa Goiás Mais Leite visa a capacitação prática de agentes da extensão rural no Estado, desse modo os técnicos em agropecuária, zootecnistas, agrônomos e veterinários vinculados aos parceiros do programa são capacitados a oferecer aos produtores uma assistência técnica continuada e consistente, aplicando conceitos de produção intensiva de leite, contribuindo assim para a mudança da realidade das propriedades de Goiás. O programa conta com a consultoria do Engenheiro Agrônomo Carlos Eduardo Freitas, da Cooperideal. O programa atua hoje em 53 grupos de produtores, com 54 técnicos passando pelo processo de capacitação e 671 propriedades sendo atendidas pelo programa em todo o Estado.

Portelândia, onde está localizada a Fazenda Nossa Senhora Aparecida, é um pequeno município do sudoeste goiano, inserido numa região de elevada produção agrícola e de aves. O município de Mineiros, que circunda Portelândia é, segundo o IBGE, o 5° PIB agrícola de Goiás, gerando 266,24 milhões de reais anualmente. Ou seja, as propriedades dessa região, de maneira geral, aplicam as tecnologias disponíveis em busca de elevadas produtividades justamente pelo fato do valor da terra ser considerado alto – em média R$ 25.000,00/ha. Devido ao cenário apresentado da Fazenda Nossa Senhora Aparecida, o produtor Cleuzir já havia pensado diversas vezes em arrendar sua propriedade para a lavoura, pois os valores pagos pelo arrendamento eram atrativos e, além disso, ele estaria “livre do leite”, que até então era para ele, como para muitos produtores, uma atividade penosa e sem retornos financeiros adequados. Após participar de uma palestra do Goiás Mais Leite, no ano de 2012, e aderir ao programa, os conceitos de produção de leite aplicados na fazenda do Sr. Cleuzir começaram a mudar, superando aos poucos a força dos métodos tradicionais até então aplicados na propriedade.

Inicialmente foram intensificados, a fim de sanar a deficiência alimentar de parte das vacas em produção no rebanho, 2,0 ha de capim Tanzânia divididos em 26 piquetes, que serviram como base de aprendizado para o manejo intensivo de pastagens. No período da seca as vacas da propriedade se alimentavam de apenas 15 kg de silagem de milho/dia, o que reduzia sua capacidade de produção e ainda exigia um aporte maior de concentrado na dieta dos animais. Para mudar esse cenário foi aumentada a área de produção de milho com recursos advindos do descarte de alguns animais improdutivos, oferecendo suporte para que na seca todas as vacas em lactação tivessem condição de produzir mais e melhor. Em paralelo ao trabalho de intensificação das áreas, foram sendo implantadas as planilhas de gestão utilizadas no programa, que embora simples, são suficientes e eficientes para a avaliação da situação zootécnica e econômica da propriedade. Já no segundo ano de trabalho foi implantado mais um sistema de pastejo, também de 2,0 ha, mas agora de B. Brizantha, que deram suporte para o restante dos animais em lactação e que ajudaram a melhorar também a oferta de forragem para a recria de vacas secas que permaneciam nas áreas não intensificadas.

Produtor Sr. Cleuzir, esposa Zélia e o técnico André Rezende

Avaliando os números da propriedade no Quadro 2, é possível observar que a produção média da fazenda passou de 467 litros/dia de 2012 para 717 litros diários nos últimos 12 meses, um aumento de 53% no período. Este número é explicado pelo aumento da média de produção dos animais (14,2 litros no primeiro período para 15,6 no segundo), e principalmente pelo aumento do número de vacas em lactação (32,8 para 45,8 vacas em 2014/2015). O interessante dessa análise é que parte do aumento do número de vacas em lactação se deu em substituição ao número excessivo de bezerras e novilhas mantidas na propriedade. No primeiro ano avaliado a % de vacas no rebanho era de apenas 51%, ou seja, a participação de animais com potencial de geração de renda na propriedade estava aquém do que poderia, gerando menos receita e consequentemente um menor fluxo de caixa em relação a um rebanho adequadamente estruturado (com mais de 60% de vacas no rebanho). Com o aumento da participação de vacas (após o processo de estruturação, o rebanho da fazenda passou a trabalhar com 62% de vacas), a receita da propriedade aumentou, trazendo uma série de benefícios para os envolvidos no negócio. O primeiro impacto foi no aumento da capacidade de investimento da propriedade, que saiu de R$ 1.600,00 no primeiro período para R$ 25.804,29 no segundo, e ainda assim, mesmo com mais investimentos sendo feitos, o fluxo de caixa (sobra financeira efetivamente embolsada pelo produtor) teve um aumento de 183% (saindo de R$ 25.395,84 no primeiro período para R$ 71.884,40 no período atual).

Se dividirmos o valor do fluxo de caixa atual pela quantidade de ha utilizados, temos um fluxo de caixa de R$ 2.178,31/ha utilizado, resultando em um aumento de 2,8 vezes em relação ao primeiro ano de trabalho, permitindo que a atividade leiteira na propriedade já comece a competir em condições de igualdade com outras culturas da região que, segundo o Estudo de Viabilidade Econômica e Risco das Principais Culturas Anuais do Município de Rio Verde da UFG de 2010 (dado corrigido pelo IGPDi), alcançam como resultado em torno de R$ 1.762,00/ha.

Vacas em pastejo intensivo de capim Mombaça na fazenda N. S. Aparecida

Além de conseguir colocar mais dinheiro no bolso, o produtor também conseguiu diluir o capital empatado para a produção de cada litro de leite na fazenda, mesmo seu patrimônio tendo sido valorizado em quase duas vezes em relação à situação encontrada no início do trabalho na propriedade (item “r” do Quadro 2). Isso mostra o aumento de eficiência na utilização dos recursos disponíveis, que garantem sobras que possibilitarão no futuro a substituição do seu maquinário/instalações, pois agora a atividade consegue pagar, além dos custos operacionais, também as depreciações dos bens da fazenda.

Quadro 2 – Dados da Planilha de Avaliação Econômica e Zootécnica.



Muitas vezes nos atemos somente às questões da produção, da viabilidade da atividade e em como fomentar o negócio leite de forma a demonstrar sua competitividade e obter, digamos assim, uma cadeia mais consistente e eficiente. Contudo, não imaginamos os impactos que a melhoria e a sustentabilidade na renda gerada têm sobre a estrutura familiar envolvida. No caso do Sr. Cleuzir Miguel, o aumento de renda proporcionou uma sensível melhoria na qualidade de vida da casa, permitiu a aquisição de bens materiais, como uma caminhonete, que sempre foi o seu sonho de consumo; o produtor criou também condições de permanecer no campo, vivendo da atividade que gosta e sem a necessidade de arrendar sua fazenda para a produção de grãos como imaginava antes; seu filho André Rezende, que também é seu técnico, pôde verificar tanto na propriedade de sua família quanto com outros produtores que são assistidos por ele que a atividade leiteira pode ser uma grande promotora de mudanças, de realização pessoal e profissional, despertando nele o interesse por continuar a atividade iniciada pelos pais.

Esse belo filme da vida real teve ainda o final feliz que merecia: com a graça de Deus, o Sr. Cleuzir conseguiu vencer um câncer que o afligia. Obviamente que essa luta não foi vencida pelas melhorias realizadas na atividade leiteira, mas certamente a tranquilidade promovida pela melhoria na renda, pela alegria de ver sua família vivendo em harmonia e de maneira confortável e a satisfação de poder colher os frutos do seu trabalho certamente ajudou no enfrentamento da enfermidade, que pôde ser combatida com a serenidade necessária e tão exigida em momentos como este na vida.

COOPERIDEAL - COOPERATIVA PARA A INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE LEITEIRA

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JULIANO LUCIO FERREIRA

PALMEIRAS DE GOIÁS - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 18/03/2016

Parabéns a todos os envolvidos diretamente e indiretamente no sucesso do sr Cleuzir. Conheço bem a região e sei que as propostas da agricultura são atentadoras. No entanto , a persistência na atividade e o gostar do que faz superaram a lavoura. Acredito fielmente nesse tipo de modelo de exploração, aonde o proprietário anoitece e amanhece junto com as vacas..
REGINALDO CAMPOS

JABOTICABAL - SÃO PAULO

EM 18/03/2016

Parabéns pela perseverança !
COOPERIDEAL - COOPERATIVA PARA A INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE LEITEIRA

LONDRINA - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 21/02/2016

Mário Barbosa, obrigado pelas palavras. Mandaremos um abraço ao Sr. Cleuzir e família!

Athos, Palmeiras de Goiás tem muito ainda a desenvolver com seu trabalho e empenho junto aos produtores. Um abraço

Luizmar, vamos em frente. Um abraço

Fábio Cagnin, seu trabalho contribui e muito para o desenvolvimento da atividade. Obrigado!

Marcos Henrique, parabéns por coordenar e apoiar, através do Sistema Faeg/Senar, o Goiás Mais Leite e assim abrir a porta do conhecimento a tantas pessoas do Estado de Goiás. Um abraço

Wagner Beskow, obrigado pelas palavras. Goiás tem voltado ao destaque da pecuária nacional graças a produtores como o Sr. Cleuzir que não medem esforços para produzir e gerar renda. Esperamos recebê-lo um dia por aqui. Um abraço

Koiti Komura, obrigado pelas palavras. Está fazendo falta por aqui.. Um abraço

Antonio Carlos Assef, o senhor é um dos grandes apoiadores, não só da Cooperideal mas
também do setor rural como um todo. Pessoas como o senhor que fazem a diferença na luta por uma agropecuária pujante, rica e sustentável. Um grande abraço

André Carlos, parabéns por conseguir elevar a auto-estima dos produtores de sua região e pelo belo trabalho realizado. Hoje você e seu grupo de produtores são referência em todo o Estado de Goiás. Um abraço

Caciano Mafioletti, estamos juntos. Um abraço

Lucas Dutra, obrigado pelas palavras. Caçú tem muito a absorver de seu conhecimento. Um abraço

Rafael Narloch, obrigado e um abraço!

Aline, obrigado pelas palavras. Um abraço.

Frederico, parabéns a você pelo trabalho realizado em Goiás. Um abraço

Diogo da Silva, a credibilidade é um dos fatores mais importantes no desenvolvimento das
pessoas. Um abraço

Grande Manolo, seu trabalho desde a década de 90 em Mineiros e região contribuiu e ainda contribui muito para o desenvolvimento da cadeia. Um abraço e parabéns

Raquel, Caiapônia tem muito a aprender com seu trabalho. Foco sempre. Um abraço

Vilson Baratta, estamos juntos na empreitada do desenvolvimento. Um abraço
VILSON FERNANDO CUBO BARATTA

LARANJEIRAS DO SUL - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 19/02/2016

Um belo exemplo de eficiência na tecnologia aplicada, aliada e vinda de técnicos competentes e comprometidos com o trabalho. Parabéns ao parceiro Faeg/Senar por permitir que outros casos de sucesso possam servir de exemplo ao estado de Goiás e do restante do Brasil. Parabéns aos técnicos Carlos Eduardo e André, os elos da informação que, ao encontrar a batalhadora família Rezende deu nisso: Superação e Sucesso!
RAQUEL FERREIRA GOMES

CAIAPÔNIA - GOIÁS - MÉDICO VETERINÁRIO

EM 19/02/2016

Parabéns a todos, é muito gratificante fazer parte do trabalho Goiás Mais Leite. Trabalho sério e que vem a cada dia lutando pelo homem no campo.
MANUEL RODRIGUEZ CARBALLAL

MINEIROS - GOIÁS - PESQUISA/ENSINO

EM 19/02/2016

Parabéns Cleozir, além de muito trabalho quebrando paradigmas, que santo de casa faz milagre sim. Parabéns André, vocês tem uma história que não começa hoje, sempre acreditando na atividade leiteira e na assistência técnica. É assim que se faz, dando o exemplo. Grande abraço a toda equipe Goiás Mais leite Senar Faeg.
DIOGO DA SILVA REIS

ANÁPOLIS - GOIÁS - REVENDA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS

EM 19/02/2016

Parabéns, ter a confiança em trabalhos resultantes é muito importante!
FREDERICO JUNQUEIRA CANÇADO

GOIANIRA - GOIÁS

EM 19/02/2016

Parabéns a todos, tenho muito orgulho de participar desta família, de pessoas comprometidas e responsáveis. Técnicos parceiros e produtores envolvidos produzir cada vez mais, com qualidade e sustentabilidade. Mais uma vez, parabéns a todos!!
ALINE RADIN

NOVA ALVORADA DO SUL - MATO GROSSO DO SUL - ESTUDANTE

EM 19/02/2016

Um grande exemplo de superação e profissionalismo!! Parabéns à todos, em especial ao sr. Cleuzir e família.
RAFAEL NARLOCH DE ARAUJO

PALMAS - PARANÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 18/02/2016

Parabéns aos produtores e os técnicos da Cooperideal.
LUCAS DUTRA

CAÇU - GOIÁS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 18/02/2016

Parabéns ao técnico e ao grupo de Portelândia do Projeto Goiás mais Leite Metodologia Balde Cheio do SENAR Goías e Cooperideal, que esse caso de sucesso seja um exemplo a todos os produtores de Leite do Brasil.
CACIANO MAFIOLETTI

XANXERÊ - SANTA CATARINA - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 18/02/2016

O exemplo que quando todos querem o resultado cem. Parabéns aos coordenadores do Goiás Mais Leite, ao Consultor da Cooperideal Carlos Eduardo Carvalho. Goiás está de novo no cenário leiteiro nacional graças as pessoas de bem e organizadas!!!
ANDRÉ CARLOS DE REZENDE

PORTELÂNDIA - GOIÁS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 18/02/2016

É com imensa satisfação que vejo a propriedade do meu pai alcançar esses resultados, onde ele não pensa mais em arrendar a propriedade. Com a própria produção do leite conseguimos manter bons resultados financeiros e uma vida digna aos meus pais. Agradecemos muito ao sistema faeg/senar, pelo Goiás mais leite ter chegado em Portelandia onde mudou significativamente a vida dos produtores, e em especial aos meus pais. Tbm ao Carlos Eduardo (ganso), onde vem nos capacitando para poder melhorar a vida dos produtores de todo o estado. E não posso deixa de agradecer ao Marcos Henrique pelo empenho que vem desenvolvendo na coordenação do Goiás mais leite.
ANTONIO CARLOS ASSEF

NOVO HORIZONTE - SÃO PAULO

EM 18/02/2016

É com grande satisfação que participando de dia de campo em uma propriedade no município de Caiapônia-GO, o filho do produtor que estava terminando o curso de Administração de Empresas, comentou que gostou do aumento significativo da produção de leite das vacas de seu pai, depois da Consultoria da Cooperideal, e que após a formatura voltaria a trabalhar com seu pai, dando sequência na sucessão familiar de produtor rural. Isso significa manter no campo, a família produtor rural que é importante para o Brasil no momento e no futuro. Meus parabéns a Cooperideal.
KOITI KOMURA

BARRA DO GARÇAS - MATO GROSSO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 18/02/2016

Que história bacana! Parabéns a todos!
Isso sim é um modelo a se propagar pelo Brasil. Com assistência técnica de qualidade, educação e trabalho podemos transformar nosso país como transformou a vida da família do Srº Cleuzir.
WAGNER BESKOW

CRUZ ALTA - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 18/02/2016

Goiás será o maior produtor de leite do país, a seguir no ritmo atual. Há só um estado capaz de lhe superar que é o MT, mas a coisa lá está muito longe ainda.

A atitude dos produtores goianos que vêm crescendo é positiva e de superação. O goiano é desconfiado como o mineiro (por isso não se joga em roubadas), mas empreendedor e corajoso como o matogrossense (por isso sai do lugar rápido).

Os avanços apresentados no artigo são mais um belo exemplo de "trabalho inteligente". Por muito tempo valorizamos suor na testa, calo na mão, trabalho de sol a sol e não valorizamos "trabalho inteligente" (eu não digo "esperto", disso temos demais).

Parabéns ao pessoal da Faz. Nossa Senhora Aparecida e equipe incansável da Cooperideal. Acompanho com orgulho brasileiro esses avanços.
MARCOS HENRIQUE TEIXEIRA JÚNIOR

ANÁPOLIS - GOIÁS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 18/02/2016

Obrigado! MilkPoint por relatar um dos nossos casos de sucesso! Trabalho esse realizado com muito carinho por toda equipe do GOIÁS MAIS LEITE e SISTEMA FAEG/ SENAR-GO.
FÁBIO ANTÔNIO CAGNIN FILHO

ARARAS - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 18/02/2016

Parabéns Carlos e a todos técnicos do Programa Goiás Mais Leite.
LUIZMAR

GOIÂNIA - GOIÁS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 18/02/2016

E com muito orgulho que faço parte desta equipe,parabéns a todos!
CARLOS EDUARDO FREITAS CARVALHO

GOIÂNIA - GOIÁS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 18/02/2016

É uma satisfação imensa ver a história do Sr. Cleuzir Rezende sendo destacada no Milkpoint. Pra quem conhece sua vida e o trabalho técnico realizado em sua propriedade. Parabéns ao técnico André Rezende, treinado pelo Goiás Mais Leite, ao Sindicato Rural de Portelandia pela abertura do trabalho e ao Sistema Faeg Senar por realmente impulsionar, através do conhecimento e de ações, a atividade leiteira tendo como foco as pessoas!
MilkPoint AgriPoint