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Nos ombros de um gigante

POR COOPERIDEAL - COOPERATIVA PARA A INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE LEITEIRA

COOPERIDEAL

EM 02/03/2017

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Esse artigo é dedicado ao Prof. Vidal Pedroso de Faria, ícone de uma geração de leiteiros.

A atividade leiteira tem passado por grandes transformações nas últimas três décadas. Mudanças iniciadas no início dos anos 90, como a não interferência do Estado na formação do preço pago ao produtor, que deu liberdade para que o mercado ditasse as regras do setor, abriu as porteiras para o desenvolvimento da cadeia produtiva do leite. A partir desse novo cenário, cada elo dessa complexa cadeia deveria buscar eficiência para se manter em atividade. E a indústria mostrou-se rápida, apresentando ao consumidor o leite em uma embalagem moderna e que garantia vida longa a um produto até então perecível. O leite longa vida alteraria significativamente o hábito de consumo do brasileiro.

Através de uma bem-sucedida estratégia de marketing, que ia desde comerciais com crianças vestidas de mamíferos que encantavam os consumidores em horário nobre, até grandes investimentos no futebol, o leite se popularizou. Usar o futebol, um esporte até então incompatível com o produto, como ferramenta para divulgar uma marca de leite, parecia uma ideia sem cabimento, tudo levava a crer que a estratégia seria um grande fracasso, porém não foi isso o que se viu. Apesar de arriscada, a iniciativa foi um sucesso, a ponto de que o time patrocinado pela Parmalat, principal marca de leite da época, que amargava um jejum de quase vinte anos sem ganhar nenhum um título significativo no futebol, foi campeão estadual e brasileiro no ano seguinte. Ainda dentro das quatro linhas, a Batavo, outra marca muito conhecida e respeitada, foi a patrocinadora da camisa do Corinthians nos títulos de campeão brasileiro no ano de 1999, do mundial da Fifa de 2000 e da copa do Brasil em 2009, expondo cada vez mais a marca para o Brasil e o mundo.

Foto 1: Utilização eficiente das pastagens: sinal de avanço da atividade



A estratégia de valorização das marcas de leite deu certo, maior prova disso foi o crescimento do consumo de produtos lácteos, apontado por todos como um dos gargalos para o desenvolvimento da atividade no país. No momento do pontapé inicial dado naqueles já distantes anos 90, o consumo per capta do leite estava estacionado ao redor dos 100 kg/hab/ano, e de lá para cá o crescimento do consumo acelerou, chegando a 174 kg/hab/ano em 2014, fazendo do leite um produto cada vez mais comum na mesa do brasileiro. O leite passou ainda por outras transformações nesse período, onde a qualidade, a constância e o volume da matéria-prima produzida passou a interferir no preço recebido pelo produtor e grandes empresas surgiram, brigando por um mercado cada vez mais competitivo e exigente. 

Foto 2: Utilização de animais especilizados na produção de leite 



Grande parte dessas mudanças por que passou a atividade leiteira nos últimos anos foram abordadas pelo corintianíssimo Prof. Vidal Pedroso de Faria nos editoriais da revista Balde Branco. De 1992 a 2015, mensalmente, eram abordados com clareza e profundidade ímpar cada ponto de importância da produção de leite, principalmente aqueles capazes de influenciar a melhoria da renda e da qualidade de vida do produtor rural, esse que sempre recebeu especial atenção nos editoriais escritos pelo professor.

Em 2016 todos esses editoriais foram compilados em uma coletânea de três volumes, intitulada “Pensando o Leite” e que pode ser baixada gratuitamente via internet no site da Faerj – Federação da Agricultura, Pecuária e Pesca do Estado do Rio de Janeiro no endereço http://sistemafaerj.com.br/noticia/download-dos-livros-pensando-o-leite/.

Nos seus mais de 50 anos militando no ensino, pesquisa e extensão, abordando temas de grande importância na produção e gestão da atividade leiteira, o Prof. Vidal contribuiu de maneira decisiva para o estabelecimento de padrões e de conceitos fundamentais para que técnicos e produtores pudessem enxergar a produção de leite pelas lentes da eficiência zootécnica e do sucesso econômico da atividade, nos convidando sempre a deixar para trás a miopia das crendices e da tradição atrelada ao atraso tecnológico de grande parte das fazendas leiteiras no Brasil. 

Foto 3: Prof. Vidal falando a produtores e técnicos


Nesta coluna e no trabalho diário da Cooperideal, temos nos apoiado nos ombros desse gigante, gênio da raça, buscando, dentro das limitações de aprendizes diante de um grande mestre, discutir como tais conceitos se comportam e podem ser manipulados no dia a dia da fazenda produtora de leite. Para tanto, apresentaremos a seguir alguns conceitos e índices relacionados à eficiência econômica e zootécnica da atividade leiteira, já apresentados neste espaço em outras ocasiões, mas que são universais e fundamentais para a gestão eficiente da produção de leite.

  • Estruturação do Rebanho - % de vacas na composição do rebanho: Diagnósticos realizados em várias regiões do Brasil descrevem o excesso de animais improdutivos como um dos principais problemas da atividade leiteira no país. Entende-se por improdutivos todos os animais que permanecem sem produzir leite na fazenda: machos e fêmeas em crescimento, reprodutores e vacas secas. Enquanto fazendas leiteiras de países como a Nova Zelândia possuem 100% de vacas em seus rebanhos, mantendo os animais para reposição em outras propriedades especializadas na recria, no Brasil as fazendas de leite dificilmente possuem mais de 50% de vacas na composição do rebanho e quando se considera a porcentagem de vacas que estão produzindo na fazenda, esta porcentagem cai para menos de 40% do total de animais mantidos na propriedade. Um rebanho pode ser considerado bem estruturado quando possui entre 60 e 70% de vacas em sua composição, sendo que dessas, 80 a 85% deverão estar em produção no decorrer do ano. O restante do rebanho (de 30 a 40%) deverá ser composto por bezerras e novilhas. Uma maior participação de bezerras e novilhas na estrutura aumenta o ritmo de crescimento do rebanho, porém reduz o potencial de geração de renda da propriedade em função da menor participação de vacas no processo produtivo, além de aumentar os custos do sistema pela maior participação de animais em crescimento, que promovem despesas e não geram renda imediata. Nessas condições, com uma taxa de mortalidade de fêmeas nascidas menor que 3% e com novilhas parindo ao redor dos 24 meses, é possível uma taxa de reposição ou de crescimento do rebanho superior a 25%. Tomemos como exemplo um rebanho estruturado com 64% de vacas na sua composição sendo o restante, 36%, composto por bezerras e novilhas. Do total de vacas do rebanho, neste caso, 83% estão em lactação na média do ano, mantendo assim um rebanho com 53% de vacas em lactação em sua composição (83% de vacas em lactação x 64% de vacas no rebanho). Em uma estrutura como esta, com animais tendo o primeiro parto aos 24 meses, os 36% de animais em crescimento permitiriam uma reposição de 28% ao ano (equivalente a 18 animais entrando em produção anualmente em um rebanho com 64 vacas). Vale lembrar que quanto maior a longevidade das vacas do rebanho, normalmente superiores a 5 lactações em propriedades onde os animais são mantidos a pasto na maior parte do tempo, menor será a taxa anual de reposição do rebanho. É importante ressaltar que o trabalho de estruturação do rebanho na propriedade procura ajustar a proporção das categorias animais, de maneira que a propriedade possa priorizar a geração de renda na atividade. É necessário que a propriedade tenha vacas em lactação o suficiente para que a renda gerada possa pagar as despesas operacionais da propriedade, garantir sobra de renda ao produtor, permitir investimentos e ainda disponibilizar recursos para a recria e futura reposição ou aumento do rebanho. O produtor não tem, necessariamente, que manter um rebanho estruturado na fazenda, principalmente em períodos em que se busca a expansão do rebanho, mas ele tem que estar ciente das implicações econômicas que tal estratégia traz sobre a condução da atividade.


Foto 4: Recria tercerizada de novilhas: opção para a estruturação do rebanho







  • VL/ha (vacas em lactação por hectare): Esse índice é composto pela participação de uma série de outros índices e seu valor encerra todas as perdas ou ganhos obtidos por eles, tendo grande impacto sobre o resultado econômico da propriedade. Por ser obtido de maneira simples (divisão do número médio de vacas em lactação no período pela área utilizada) esconde sua grande complexidade. A estruturação do rebanho (participação adequada do número de vacas em relação às demais categorias do rebanho), a melhoria na reprodução e qualidade produtiva dos animais (fatores que atuam no aumento da % de vacas em lactação na fazenda) e maior eficiência no uso da terra (aumento da capacidade de suporte na propriedade pela maior produção de forragem), permitem grandes saltos em produção e geração de renda nas propriedades leiteiras. Exemplo disso é o que se viu no Sítio Machado, atendido pela Cooperideal no município de Planalto, na região Sudoeste do Paraná. A manipulação dos fatores citados acima permitiu que a propriedade saísse de 1,48 vacas em lactação por hectare em 2007 (11,9 vacas em lactação ÷ 8,0 hectares da propriedade) para 3,93 vacas em lactação por hectare atualmente (31,5 vacas em lactação ÷ 8,0 hectares). Se considerarmos a diferença de 2,45 vacas entre um período e outro, é possível conhecermos o impacto que esta estratégia teve sobre a geração de renda na fazenda. Com 2,45 vacas a mais por hectare, a renda acrescida no último período de 12 meses no Sítio Machado foi de R$ 170.515,59 (2,45 vacas/ha x 8,0 ha x 22,7 litros/vaca em lactação x R$ 1,05 [preço médio do leite no último período na propriedade] x 365 dias), o que equivale a um acréscimo de R$ 21.314,48 de receitas para cada um dos oito hectares de área total da propriedade, demonstrando o impacto impressionante causado por este índice na geração de renda da propriedade. O gráfico 1, que relaciona a produção de leite com os incrementos no índice VL/ha no Sítio Junqueira, outra propriedade assistida pela Cooperideal no Paraná, dessa vez no município de Santo Antônio da Platina, demonstra claramente os reflexos da melhoria desse índice com o aumento do volume de leite produzido na fazenda. De maneira geral é possível se pensar em mais de 4 vacas em lactação por hectare em sistemas intensificados, desde que se trabalhe com bons índices reprodutivos e rebanhos bem estruturados. O valor obtido por este índice, quando multiplicado pela produção média das vacas em lactação do rebanho resulta na produtividade do sistema.


Gráfico 1: Relação entre o número de vacas em lactação por hectare (VL/ha) e o volume de leite produzido diariamente no Sítio Junqueira no Período 2006 - 2013.





A melhoria dos índices zootécnicos, quando obtida de maneira planejada e coerente, normalmente se traduz em bons resultados econômicos. Os dois índices analisados anteriormente atuam na estrutura produtiva da fazenda, permitindo aumento efetivo da participação de animais produtivos no sistema. Animais em produção é que garantem a sustentabilidade econômica do sistema produtivo, permitindo ao produtor pagar as despesas operacionais da propriedade, fazer os investimentos necessários, gerar sobra suficiente para pagar depreciações, remunerar o capital investido e obter lucro. A avaliação da situação econômica da propriedade pode ser feita pela análise de uma série de indicadores, dois deles são abordados a seguir:

  • Fluxo de Caixa Anual: As palavras do Prof. Vidal Pedroso de Faria evidenciam a importância do fluxo de caixa para a atividade leiteira: “fluxo de caixa é um índice que revela de que maneira o dinheiro é aplicado e quando existe falta de conhecimento do significado de gasto produtivo, gasta-se sem racionalidade em custeio e investimentos e não se obtém alteração no dinheiro que sobra seja na forma de margem bruta ou fluxo de caixa. Muitas vezes os gastos irracionais estão relacionados com aplicação de ‘tecnologia de ponta’ sem retorno em curto prazo. Um bom fluxo de caixa é o sonho de todo produtor porque viabiliza o processo produtivo sob o ponto de vista operacional e, em minha opinião de não economista, é o fundamento para a sustentabilidade da atividade porque permite enfrentar períodos de ‘vacas magras’”. O fluxo de caixa, ou sobra financeira, representa o valor que efetivamente fica no bolso do produtor, sendo calculado pela diferença entre o volume de todas as receitas (venda de leite, venda de animais etc) e todos as desembolsos (pagamento de despesas de custeio e pagamento de investimentos) da atividade na fazenda. Durante a avaliação da situação financeira da fazenda, o produtor pode se deparar com a perigosa situação de falta de recursos suficientes para cobrir o pagamento de despesas e/ou pagamento de investimentos feitos no passado, mas cujas parcelas estão sendo pagas neste momento, caracterizando assim uma situação de fluxo de caixa negativo. Tal situação exige ações que favoreçam o aumento da renda e/ou que reduzam os gastos com despesas operacionais da fazenda. Ações de curto prazo, voltadas para o aumento imediato da renda gerada na fazenda normalmente estão relacionadas à identificação e descarte de animais problemáticos ou improdutivos. Este é um bom momento para a melhoria da qualidade do rebanho através do descarte de vacas com problemas reprodutivos, de baixa persistência de lactação, de baixa produção, com problemas recorrentes de mastite, casco etc. Ações relacionadas à estruturação do rebanho, capazes de promover a adequação da quantidade de animais em crescimento em relação ao total de vacas da fazenda, também permitem a imediata geração de renda pela venda do excesso de animais em crescimento e também atuam na redução de custo de produção pela diminuição de gastos com animais que ainda não geram renda para a atividade. A adequação das despesas operacionais em relação à renda gerada pela atividade permitirá a obtenção de sobra financeira na fazenda; é necessário, porém, que o produtor identifique com precisão quais pontos devem ser atacados e estabeleça uma lista de prioridades nesse processo de adequação de gastos. Em relação à realização de investimentos, que tem impacto direto sobre o valor de fluxo de caixa da fazenda, é preciso que o produtor esteja atento ao direcionamento desses recursos, pois a falta de critério na sua aplicação afeta de maneira significativa o resultado econômico do negócio. Quando o investimento é feito de maneira racional, no sentido de eliminar gargalos e no momento certo, o dinheiro aplicado contribui diretamente para uma maior geração de renda, porém, quando é feito sem critérios específicos, em instalações e maquinário superdimensionados ou pouco utilizados, acabam por aumentar as despesas da fazenda com manutenções e depreciações, além de aumentar o valor do capital empatado na atividade. A eficiência na realização dos gastos é um dos motivos que explicam a melhoria do fluxo de caixa da fazenda. Produtores que têm na atividade leiteira sua única fonte de renda devem trabalhar sempre com fluxo de caixa positivo, sob pena de não obterem recursos suficientes para a manutenção de suas despesas pessoais.


Foto 5: Valorização da terra: exigindo maior eficiência da atividade







  • R$ investidos/litro de leite produzido: Um ponto importante a ser considerado no momento da escolha da atividade a ser implementada ou na avaliação do desempenho da atividade já existente na fazenda é o nível de investimentos necessários para a produção de determinado volume de leite. No cálculo desse investimento devem ser computados os valores investidos em terra, animais, instalações e máquinas. Fazendas com excesso de investimentos em fatores imobilizados e não produtivos, com aproveitamento inadequado do potencial da terra disponível para a atividade e com um rebanho não especializado e/ou desestruturado, tendem a colocar um grande peso sobre os custos de produção da atividade. O índice “reais investidos/litro produzido” pode nos ajudar a avaliar com exatidão como está o nível de investimento feito na atividade em relação ao volume de leite produzido pela fazenda. A divisão do patrimônio da atividade (soma de todos os investimentos com terra, animais, máquinas e instalações) pela produção média diária da fazenda resultará no valor investido para cada litro de leite produzido na atividade. Valores para este índice, quando superiores a R$ 1.500/litro, indicam possíveis excessos de investimentos em relação ao volume de leite produzido (comunicação pessoal, Prof. Vidal Pedroso de Faria), demonstrando haver espaço para melhoria da produção sem necessidade de aumento de investimento. Em regiões onde os preços de terras são mais altos, este fator representa a maior parte do investimento na atividade, havendo uma necessidade maior de eficiência no seu uso, de maneira a propiciar aumentos de produtividade e assim diminuir seu impacto sobre os custos da atividade. Uma das implicações do excesso de investimentos por litro de leite produzido será o alongamento do tempo necessário para que o capital investido retorne para o bolso do produtor; outro ponto negativo poderá ser o aumento nas despesas operacionais pelos gastos com manutenção de máquinas e instalações oriundos destes investimentos. Em regiões onde não ocorre uma valorização tão grande do patrimônio, em especial da terra, e se aplica conceitos de intensificação e estruturação do sistema produtivo, os valores investidos por litro de leite produzido tendem a se estabilizar com valores entre R$ 500,00 e R$ 700,00.


Foto 6: Ferramentas para o aumento da produtividade nas fazendas






As mudanças são constantes e necessárias para a evolução de qualquer atividade. Essas mudanças ocorridas na produção de leite nas últimas décadas expurgaram um grande contingente de produtores que se negaram a aceitar e a se adequar às exigências desses novos tempos para a atividade. Porém, para aqueles que perseveraram, que acreditaram e que têm trabalhado incansavelmente por melhorias, o futuro que se apresenta é claro, como um belo dia de primavera!
 

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LONDRINA - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 08/03/2017

Obrigado Antônio, agradecemos sua participação. Conhecemos os resultados do trabalho de vocês na propriedade dos Cazuza, eis aí um grande referencial para o produtor nordestino. O potencial produtivo desta região é imenso e o trabalho de vocês tem ajudado a transformar esse potencial em realidade. Parabéns. Grande abraço!
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LONDRINA - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 08/03/2017

Obrigado Jovani, agradecemos sua participação. Cada vez a atividade leiteira exige gestão, é questão de sobrevivência. Um grande abraço!
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LONDRINA - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 08/03/2017

Olá Daniela, obrigado pelo comentário. Você tem toda razão, as questões econômicas e zootécnicas são negligenciadas pois falta gestão nas fazendas, o produtor ainda não encara sua atividade como um negócio, que necessita de controle e ações objetivas na busca da eficiência. Também concordo que aos poucos a situação vai melhorando. Grande abraço!
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LONDRINA - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 08/03/2017

Caro amigo Eduardo Hara, obrigado pelo comentário. O Leco é o representante de vocês no mundo lactofutebolistico. Um grande abraço!
ANTÔNIO CORDEIRO COSTA JÚNIOR

ÁGUAS BELAS - PERNAMBUCO - REVENDA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS

EM 07/03/2017

Excelente artigo. Esta mais do que na hora de entender que nossa atividade é principalmente econômica. Aqui no Nordeste, a escassez de chuva é a grande limitante para aumentos de produtividade, porem mesmo com chuva se não estivermos de olho no fluxo de caixa a atividade apresenta prejuízos, como é demostrado ai no Sul e Sudeste. A boa notícia é de que alguns produtores no Nordeste já começam a observar isto, e mesmo em um cenário de seca , com uma escrituração zootécnica séria e acompanhando o fluxo de caixa para identificar onde esta se gastando sem retorno, já temos um exemplo de êxito , é o caso dos CAZUZA, na Serra do Uruçú, localizada no Município de Iati em Pernambuco. O sucesso esta baseado na organização contábil e produção da palma forrageira, com produções de um pouco mais de 300 toneladas/ ano por hectare de massa verde ( a palma chega a produzir com ate 200mm de chuva por ano, na propriedade houve 550 mm no ano de 2016 com esta produtividade) . PARABENS PELO ARTIGO.
JOVANIBECKE

JÚLIO DE CASTILHOS - RIO GRANDE DO SUL - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 06/03/2017

PARABÉNS PELO BELO ARTIGO! Mais uma vez verificamos que a atividade tem que ser trabalhada como uma empresa bem administrada, levando em consideração indicadores produtivos X indicadores financeiros. Fluxo de Caixa é chave na administração.
Jovani Becker - ASSISTEC - Júlio de Castilhos - RS.
DANIELA COCO

SÃO PAULO - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 06/03/2017

Parabéns pelo artigo e pelo trabalho de vocês. Vejo que um dos grandes desafios para o produtor de leite no Brasil é entender sua atividade como um negócio, com índices que vão além da produtividade animal ou por área, abraçando questões econômicas e financeiras. São conceitos complexos mas que precisam fazer parte do dia a dia, tanto quanto conceitos como vacas em lactação, taxa de reposição, taxa de lotação e etc. Esses conceitos de negócio, com apoio da indústria nacional, fazem parte da vida do produtor neo zelandês, são mais que produtores de leite, são homens de negócio. Aos poucos e com profissionais capacitados vamos aprendendo, ensinando e melhorando. Abrs
EDUARDO HARA

OUTRO - GOIÁS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 06/03/2017

Tirando o aspecto futebolístico muito questionável! O artigo é excelente e faz justiça a pessoa do professor Vidal, com quem tive o prazer de ser aluno e estagiário no CPZ em Piracicaba.
Parabéns pela iniciativa!
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LONDRINA - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 04/03/2017

Obrigado, Brandoli! Você sempre foi um grande incentivador do nosso trabalho aí no RS, nos abriu as portas do Estado e somos imensamente gratos por isso. Um grande abraço ao amigo!!!
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LONDRINA - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 04/03/2017

Obrigado pelo comentário, Vanderlei! Um grande abraço, caro amigo!
COOPERIDEAL - COOPERATIVA PARA A INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE LEITEIRA

LONDRINA - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 04/03/2017

Obrigado, Prof. Wagner! Aos poucos vai sendo construída a nova pecuária brasileira. Os fundamentos parecem corretos e isso nos deixa animados. Grande abraço! Nos vemos em Chapecó, no Interleite Sul!!!
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LONDRINA - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 04/03/2017

André, obrigado pela participação! Seu comentário representa a nossa visão também. Os frutos do grande trabalho do Prof. Vidal certamente estão sendo colhidos. Grande abraço!
COOPERIDEAL - COOPERATIVA PARA A INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE LEITEIRA

LONDRINA - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 04/03/2017

Caro Marlucio, obrigado pelo comentário. O texto procurou citar o clube mais representativo do futebol brasileiro, o fato do autor ser corintiano, nesse caso, é apenas uma feliz coincidência. Na Cooperideal existem outros clubes representados também. Grande abraço!
MARCELO ANTONIO ARALDI BRANDOLI

PORTO ALEGRE - RIO GRANDE DO SUL - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 04/03/2017

Parabéns Marcelo de Rezende Cooperideal pelo texto e também ao trabalho do professor Vidal em prol da Bovinocultura Leiteira.
VANDERLEI TAVARES

PRESIDENTE FIGUEIREDO - AMAZONAS - TÉCNICO

EM 03/03/2017

Um show de artigo! Parabéns a Cooperideal e ao grande profissional da pecuária leiteira prof. Vidal Farias.
WAGNER BESKOW

CRUZ ALTA - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 03/03/2017

Excelente, pessoal. Não fazemos coisa alguma sozinhos. Costumo comparar com uma parede de tijolos. Colocamos o nosso tijolo, mas abaixo tem várias "fieiras" dos que nos precederam e acima haverá outras, se formos felizes em ver uma continuidade de nosso esforço. Parabéns a todos da Cooperideal !!!
ANDRÉ GONÇALVES ANDRADE

ROLIM DE MOURA - RONDÔNIA - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 03/03/2017

Parabéns à Cooperideal pelo artigo.
Um "VIVA" ao professor e mestre Vidal Pedroso de Faria! Figura ímpar na atividade leiteira de nosso país.
Semeou em solo árido, sementes que começam a germinar. Isso mesmo. Creio que toda a mudança sonhada por ele, começa a germinar nos tempos atuais.
Uma pecuária leiteira que utiliza as ferramentas zootécnicas e de gestão para o seu fortalecimento.
Cabe aos envolvidos na cadeia produtiva, em todos os elos, zelar pelo seu crescimento, de forma sustentável.
Nossa gratidão ao Professor Vidal!

MARLUCIO PIRES

EDEALINA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 03/03/2017

Belo artigo. Mas me chamou atenção o fato do autor ser corintiano, já que se recusou a citar o nome Palmeiras no início do artigo. Mas parabéns, muito explicativo