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Como transformar progresso genético em dinheiro no bolso?

A.B.C.B.R.H.

EM 08/03/2021

2 MIN DE LEITURA

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O produtor  de leite sempre quer saber sobre o quanto de dinheiro vai sobrar no bolso após seus investimentos.

Neste gráfico abaixo, podemos demonstrar o ganho real em leite (dinheiro) que os produtores tiveram como incremento no período de 2008 a 2019, ou seja, em média, uma vaca da raça Holandesa aumentou 8kg de leite por lactação ao ano. 

Em 10 anos, isto significa um salto de 80 kg por lactação de cada animal. E isso estamos falando só em genética, não consideramos as melhorias de ambiente. Se considerarmos que ele também trabalhou com excelência no ambiente, comida, bem-estar, instalações etc., ele teve um ganho real de 26,8 kg por lactação. Em 10 anos, temos o montante de 268 kg por lactação e, se multiplicarmos por R$ 1,85 litro leite, Conseleite 12/20/PR, resulta em R$ 495,80 reais a mais, bruto, por lactação. 

Neste exemplo, estamos falando só no progresso genético para leite, mas tem a gordura, proteína, vida produtiva, e outras características reprodutivas e de saúde.

Obs: Herdabilidade para produção de leite é 30% genética, outros 70% restantes, é do ambiente, ou seja, 30% é igual a 8kg, outros 18,7 kg é do ambiente, resultando em 26,8 kg de ganho com genética mais ambiente.

Como comparativo nos EUA, o progresso genético por ano foi de 22kg/ano. (CBCB,2020). 

Fonte: APCBRH/UEPG (2019)

Exemplo de dinheiro no bolso com resultados de investimentos em genética na produção de leite

Este é um exemplo que apresentamos para nossos associados, para mostrar o valor em leite (dinheiro), a questão do melhoramento genético. 

O produtor de leite, que é Associado da Raça Holandesa no Brasil, acessando através do portal WEB+LEITE , ele pode listar os percentuais que quer dos animais superiores e inferiores geneticamente.

Neste exemplo real, os 10% dos animais superiores, tiveram uma Provável Capacidade de Produção (PTA) para leite de 436,7 kg, sendo que, fomos verificar qual era a média de produção destes animais no primeiro parto em 305 dias, neste caso a média foi de 12.160,10 kg, ou seja, um rebanho fantástico em produção de leite.

Fizemos a mesma análise para os 10% inferiores, e demostramos para o produtor associado que a diferença era de 5.085 kg na primeira lactação, ou seja, a diferença dos animais geneticamente superiores na primeira cria, geraram um faturamento bruto superior a R$ 9.407,24 por animal. 

Assim sendo, quando usamos uma boa genética, nós sempre estaremos melhorando nossos animais, agora quando sabemos qual é a genética dos animais (fêmeas e machos), a coisa vai muito mais rápida e com outra rentabilidade.

Quem investe em genética com dados e informações, obtém um retorno mais rápido e mensurável. 

Autores

Altair A Valloto -  Superintendente Técnico administrativo da Associação Paranaense de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa. (APCBRH);

Victor Breno Pedrosa - Prof. Dr. Melhoramento Genético e Estatística UEPG.

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