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Resolva esse caso clínico, se puder!

POR BEATRIZ ORTOLANI

CEVA: JUNTOS, ALÉM DA SAÚDE ANIMAL

EM 25/01/2016

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Caso clínico

Uma propriedade está apresentando uma ocorrência muito elevada de quadros de mastite clínica no início da lactação. Todo o manejo de ordenha foi revisado e não foram detectados problemas em nenhum dos procedimentos, incluindo a limpeza e manutenção do equipamento. O ambiente das vacas também está adequado do ponto de vista sanitário.

Pergunta-se: Onde as vacas estão se contaminando? O que pode ser feito para reduzir esse problema?

Envie abaixo sua opinião. Todas as respostas serão publicadas aqui em 10 dias e a melhor solução apresentada será divulgada no Facebook do Velactis. Participe.

BEATRIZ ORTOLANI

A Ceva vai revolucionar o manejo de secagem no mundo

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LUCAS PINHEIRO

PETROLINA - PERNAMBUCO - ESTUDANTE

EM 24/03/2016

Este problema estaria relacionado com a bomba a vácuo mal regulada, pulsando desreguladamente, gerando então uma inflamação e posteriormente a mastite?
THIAGO PEREIRA

SÃO JOÃO DEL REI - MINAS GERAIS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 24/03/2016

Como já dito pelos outros comentários, os animais podem apresentar casos de mastite subclínica apesar das condições positivas da propriedade. O que eu poderia acrescentar é que pode estar havendo algum manejo incorreto ou até mesmo drástico (sem certa adaptação) entre o pré e pós parto que esteja diminuindo a defesa imunológica das vacas e seu "poder" de defesa contra os agentes causadores da enfermidade deixando de ser subclínica e passando a clínica.       
BEATRIZ ORTOLANI

RIO DAS PEDRAS - SÃO PAULO - INDÚSTRIA DE INSUMOS PARA A PRODUÇÃO

EM 11/02/2016

Boa tarde a todos que participaram do nosso desafio.



Várias das respostas recebidas indicaram parcialmente a causa e o que acreditamos ser o mais adequado para solucionar o problema:

Causa: contaminação na secagem ou no período seco.

Soluções: uso da terapia da vaca seca compreendendo antibiótico em todos os tetos na secagem, selante e o uso do único facilitador de secagem - Velactis.

Escolhemos como resposta mais completa, a resposta de Camila Lage, que reproduzimos a seguir:



As vacas podem estar se contaminando no momento da secagem ou durante o período seco. Os antibióticos de vaca seca têm, na maioria das vezes, maior ação contra microrganismos contagiosos, que são os microrganismos adquiridos durante a lactação. O manejo incorreto durante a secagem e na aplicação do medicamento de vaca seca pode favorecer a entrada e colonização da glândula mamária por microrganismos ambientais gram-negativo. Além disso, cerca de 40% dos animais que são secos produzindo mais de 20 kg de leite não têm a formação do tampão de queratina até a sexta semana pós-secagem, o que favorece a entrada de microrganismos durante essa fase crítica. No momento de interrupção da ordenha para a secagem, a produção de leite ainda continua até o estímulo de involução da glândula. Em animais de alta produção, a alta pressão do leite na glândula nessa fase, favorece a abertura do esfíncter e consequentemente maior chance de entrada de microrganismos. Essa fase é crítica uma vez que a fisiologia da glândula mamária favorece a involução da glândula frente à proteção da mesma. As células de defesa como os neutrófilos, estão fagocitando os componentes do leite para essa involução, reduzindo a capacidade de defesa. Além disso, a não retirada do leite reduz a retirada das bactérias de dentro da glândula e a interrupção de pré e pós dipping aumenta a contaminação dos tetos. Para reduzir esse problema, a secagem dos animais deve ser feita abruptamente, porém, quando os animais ainda estiverem produzindo muito leite mudanças no manejo devem ser realizadas para reduzir a produção. Pode-se reduzir o aporte nutricional do animal ou aplicar medicamentos que auxiliem na redução da produção de leite. A aplicação de antibiótico de vaca seca deve ser feita da forma mais higiênica possível e a associação com um selante interno de tetos pode ser uma alternativa. Os animais devem ser mantidos em locais limpos  e secos, e monitorados até uma semana após a secagem pelo menos. Se os animais apresentarem inchaço, vermelhidão ou qualquer outro sinal de inflamação deve ser examiná-lo e se diagnosticada a mastite, o animal deve voltar a ser ordenhado no quarto afetado e tratado como protocolo de animal em lactação.



Fazemos uma única ressalva no final da solução apresentada, pois achamos melhor não entrar com protocolo de animal em lactação. Recomendamos o uso do antibiótico para vaca seca ou terapia combinada intramamário + injetável.
MARIA INES DIEL

CERRO LARGO - RIO GRANDE DO SUL - ESTUDANTE

EM 04/02/2016

É preciso considerar todo o manejo da propriedade. Quando os índices da doença aumentam, significa que uma ou mais ações dentro do manejo estão sendo executadas de forma inadequada.
FLAVIO SADER CORBUCCI

PENÁPOLIS - SÃO PAULO - ESTUDANTE

EM 04/02/2016

A contaminação das vacas esta vindo da lactação anterior, do próprio animal neste caso, da  flora bacteriana presente.

Eu imagino que este animal está sofrendo uma secagem mal feita, talvez muito longa ou com antibiótico errado quanto ao período de duração e/ou espectro de ação.

Também devemos levar em consideração o escore corporal deste animal onde o ideal é 3/ 3 e pouquinho, se este animal estiver acima disto as chances de retenção de placenta e cetose são maiores oque contribui para maior queda da imunidade oque contribui para a proliferação de bacterias oportunistas presentes na pele.

Para reduzir este problema devemos traçar um perfil das bactérias que estão causando esta mastite, fazer um antibiograma e tratar as vacas doentes. Atentar para o escore do animal no momento do parto para que este entre no pós parto com boa imunidade (existem vários trabalhos sobre isso) e para o padrão de secagem que se preconiza de 60 dias com antibiótico e selante.
ESTEFFANY REIS

NAZARENO - MINAS GERAIS - ESTUDANTE

EM 03/02/2016

Possivelmente os cuidados com os animais antes de entrarem no estágio de lactação estão incorretos ou estão com alguma falha, às vezes os produtores se preocupam muito com o estágio de lactação dos animais e com o manejo da ordenha, limpeza e manutenção dos equipamentos e falham no período de secagem até o período de lactação. Neste caso é possível que o produtor não esteja secando os animais corretamente, aplicando o intramamario em todos os tetos indicado para este período e deixando os animais em piquetes de vacas secas e pré-parto muito úmidos, sujos e em más condições.
RODRIGO BARROSO NUNES

UBERLÂNDIA - MINAS GERAIS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 03/02/2016

O mais provável é que não está sendo respeitado o período de secagem, 60 dias antes do parto. Este período é fundamental para a recuperação da saúde da glândula mamária. Portanto, seria interessante respeitar esse período, e, na secagem, utilizar intramamários vaca seca, uma bisnaga por teto, independente se a vaca apresentou mastite na útima lactação. Para a secagem de vacas com mastite, é interessante a associação com duas doses de amoxilina, sendo uma na secagem e a outra 48hs depois. Para vacas velhas ou aquelas que apresentam mastite frequentemente, a melhor solução é o descarte destes animais.
ANDERSON JUNIOR GALLINA

SANTA CATARINA - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 02/02/2016

O problema está na secagem desses animais. O correto seria fazer a indentificacao desses animais se possuem mastite antes da secagem fazer com o CMT teste mais rápido e econômico, se possuem mastite o correto e tratar com antibiótico para vacas em lactação e após fazer avaca seca juntamente com o selante de teto.Se não possuem incidência de mastite fica a orientação somente de fazer uma Boa secagem desses animais.
WALTER SANTIAGO

MINAS GERAIS - ESTUDANTE

EM 30/01/2016

Compra de animais infectados.

E ao ordenha vao passando umas pra as outras.

Assim contaminando o rebanho inteiro.
IVON CORRÊA

GOIANÉSIA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 30/01/2016

São primíparas?

Foi realizado protocolo de secagem?

Como é o ambiente do pré parto?

As vacas tiveram histórico de mastite na lactação anterior?

Com ou sem bezerro ao pé?

Qual o percentual de vacas com peito perdido?

As vacas com mastite são as últimas a serem ordenhada?

Quando o operador lida com a vaca doente o mesmo faz a higienização das mãos?

Com que frequência é realizado o CMT?

Já foi feito LQL individual dos animais?

Foi identificada a bactéria?
DANIEL AUGUSTO TELES MEYTRE

GOIÂNIA - GOIÁS - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 30/01/2016

Analisando o caso, sugerimos que fosse revisado o tratamento da vaca seca, pois uma secagem mal feita pode resultar no surgimento de mastite no início da lactação. Sugerimos também que fosse implementado nesta propriedade a linha de ordenha, na qual os animais recém paridos seriam ordenhados primeiro, e as vacas com problemas mais frequentes ordenhadas mais pro final da ordenha, assim diminuiriamos o risco de contaminação de uma vaca para outra. É interessante também ser adotado nesta propriedade o descarte dos animais crônicos, com o mesmo intuito de diminuir o risco de contaminação nos animais recém paridos. Por fim, uma higienização correta por parte dos retireiros também seria ideal, foi mencionado que o manejo estava correto, mas de nada adianta se não tem higiene dos retireiros.



Daniel e José Antônio - Estagiários do UEPE/PDPL-RV (Programa de Desenvolvimento da Pecuária Leiteira). Graduandos em Medicina Veterinária e Agronomia (Respectivamente) na UFV (Universidade Federal de Viçoca).
HELIOMAR VIGIL CHRISTI

FLORESTAL - MINAS GERAIS - ESTUDANTE

EM 30/01/2016

Bom de acordo a situação a mastite clinica pode ser de origem ambiental,bactérias de vida livre agentes cujo reservatório é o próprio ambiente onde há acúmulo de esterco, urina, barro, e camas orgânicas. Possíveis medidas podem ser tomadas: Aplicação de criolina nos locais de transito para a sala de ordenha; Aplicação de bactericida no ambiente; Além de se fazer desinfecção das tetas antes da ordenha e caso se fazer necessária para um melhor tratamento acondicionar os animais sob cobertura (sist.Intensivo) e fazer o trataento individual do lote.
THIAGO PETROLINI

MONTE APRAZÍVEL - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 30/01/2016

Boa noite;

Levando em consideração as informações obtidas temos que avaliar como está sendo realizado o pré e pós parto destes animais, sendo que a maioria dos processos infecciosos ocorrem neste processo de transição, onde temos um animal com baixo estímulo imunológico e propício a doenças infecciosas. Neste período temos animais com grande déficit energético, com baixo consumo alimentar e muitas vezes com grande perda de escore corporal ficando assim susceptível a quadros de mastite, que vem ocorrer claramente em maior número nestes animais com DEL inferior a 30 dias. Separação destes animais pós parto imediato, controle sanitário no ambiente que for deslocado estes animais e ajuste correto de suplementação, promovendo estímulos de imunidade e buscando minimizar ao máximo o desequilíbrio energético dos mesmos.
JUAREZ CABRAL FERNANDES

QUIRINÓPOLIS - GOIÁS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 30/01/2016

O local onde está o pré parto está contaminado, estou assistindo uma propriedade com aproximadamebte 200 animais em ordenha onde todas as rotinas são execultadas corretamente e o equipamento de ordenha está com todas manutenções em dia, porem alguns animais recem paridos começaram aproresentar mastites clínica, diante destas informações fui verificar onde estavam as vacas do pré parto, em uma area formada por Tifton aparetimente sem muito barro em areas de descaço, porem prrguntando sobre a area descobri que sempre jogavam o chorume da ordenha neste pasto, diante desta informação pedi ao gerente que se retirasem os animais daquela area, pois os indices de contaminação eram muito altos, feito isto os casos de mastites nos animais recem paridos sumiram.
CAMILA LAGE

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - ESTUDANTE

EM 29/01/2016

As vacas podem estar se contaminando no momento da secagem ou durante o período seco. Os antibióticos de vaca seca têm, na maioria das vezes, maior ação contra microrganismos contagiosos, que são os microrganismos adquiridos durante a lactação. O manejo incorreto durante a secagem e na aplicação do medicamento de vaca seca pode favorecer a entrada e colonização da glândula mamária por microrganismos ambientais gram-negativo. Além disso, cerca de 40% dos animais que são secos produzindo mais de 20 kg de leite não têm a formação do tampão de queratina até a sexta semana pós-secagem, o que favorece a entrada de microrganismos durante essa fase crítica. No momento de interrupção da ordenha para a secagem, a produção de leite ainda continua até o estímulo de involução da glândula. Em animais de alta produção, a alta pressão do leite na glândula nessa fase, favorece a abertura do esfíncter e consequentemente maior chance de entrada de microrganismos. Essa fase é crítica uma vez que a fisiologia da glândula mamária favorece a involução da glândula frente à proteção da mesma. As células de defesa como os neutrófilos, estão fagocitando os componentes do leite para essa involução, reduzindo a capacidade de defesa. Além disso, a não retirada do leite reduz a retirada das bactérias de dentro da glândula e a interrupção de pré e pós dipping aumenta a contaminação dos tetos. Para reduzir esse problema, a secagem dos animais deve ser feita abruptamente, porém, quando os animais ainda estiverem produzindo muito leite mudanças no manejo devem ser realizadas para reduzir a produção. Pode-se reduzir o aporte nutricional do animal ou aplicar medicamentos que auxiliem na redução da produção de leite. A aplicação de antibiótico de vaca seca deve ser feita da forma mais higiênica possível e a associação com um selante interno de tetos pode ser uma alternativa. Os animais devem ser mantidos em locais limpos  e secos, e monitorados até uma semana após a secagem pelo menos. Se os animais apresentarem inchaço, vermelhidão ou qualquer outro sinal de inflamação deve ser examiná-lo e se diagnosticada a mastite, o animal deve voltar a ser ordenhado no quarto afetado e tratado como protocolo de animal em lactação.
NATANI REIS

EM 29/01/2016

O manejo dos funcionários está correto? Higiene pessoal do funcionário, pré e pós dipping são realizados? Ao sair da ordenha as vacas precisam permanecer em pé, se fornecido alimento deve ser em altura e condições adequadas para que o animal permaneça em pé por alguns minutos para que o teto se feche e evite entrada de microrganismos contaminantes.
WASIM AL SHEBLI

GARANHUNS - PERNAMBUCO - ESTUDANTE

EM 29/01/2016

No início da lactação os uberes geralmente estão com edema, essa edema é fisiologicamente normal, mas deve ser tratada para evitar a mastite.

Wasim Al Shebli.
ADRIEL PEDRO DOS SANTOS

MINAS GERAIS - REVENDA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS

EM 29/01/2016

Não se fez uma boa terapia de secagem .

O problema não está no início da lactaçao mais sim no fim.
RICARDO SASÍAS

CHAPECÓ - SANTA CATARINA - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 28/01/2016

Seguramente las vacas arrastran mastitis al final de lactancia, crónicas, no identificadas. Posiblemente no realicen CMT al secado, y no usen secado terapéutico. Por allí debe estar la causa.
LUAN CAMPOS DE MOURA SOUZA

IBERTIOGA - MINAS GERAIS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 28/01/2016

leite residual.