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Eficácia de Velactis® na redução do risco de novas infecções intramamárias (IIM)

POR BEATRIZ ORTOLANI

CEVA: JUNTOS, ALÉM DA SAÚDE ANIMAL

EM 20/01/2016

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Foi conduzido estudo de campo multicêntrico, duplo-cego e randomizado para avaliação da eficácia de Velactis® na secagem na redução da incidência de novas infecções intramamárias (IIM) na parição versus grupo de controle negativo.



Animais e desenho experimental

O estudo foi realizado na França, Alemanha e Hungria com um total de 900 vacas leiteiras sadias, na última fase de lactação, oriundas de 63 fazendas.

As vacas foram selecionadas 7 dias pré-secagem e incluídas no estudo se a produção de leite diária fosse igual ou superior a 13 kg no dia anterior à secagem; apresentassem estado geral bom com as últimas 3 CCS 200.000 células/mL e a data de parição estivesse prevista para mais de 5 semanas. As vacas incluídas no estudo não apresentavam patógenos nas amostras de leite do dia 7 e 6 présecagem e a CCS no sexto dia pré-secagem estava abaixo de 200.000 células/mL. Foram excluídas as vacas com mastite clínica ou subclínica a partir da seleção, tratadas com antibiótico sistêmico ou intramamário (terapia da vaca seca com antibiótico) ou medicamento anti-infl amatório.

Não foram permitidos tratamentos com selante interno ou externo dos tetos na secagem. Foi definido como um novo quarto infectado quando identifi cada a presença de patógeno maior nas amostras pós-parto. As amostras foram retiradas dois dias ou sete dias após o parto.

Após a última ordenha antes da secagem as vacas receberam um único tratamento pela via IM de 5 mL de Velactis® (VEL) ou volume equivalente de placebo (PLA: mesmo excipiente utilizado no grupo tratado com Velactis®) como grupo de controle negativo.

Vinte e quatro ou setenta e duas horas pós-parição, foi realizado exame clínico do úbere, da vaca e do leite e coletadas amostras de leite de todos os quartos para bacteriologia. Sete dias após a primeira avaliação pós-parição, foi realizado novo exame clínico do úbere, da vaca e do leite. Foram coletadas amostras de leite de todos os quartos tanto para bacteriologia como para CCS. A unidade estatística foi o quarto (nesse caso atendiam os requisitos apenas quartos sadios sem crescimento bacteriano na secagem). A unidade experimental foi a vaca.

Foi registrada a porcentagem de novas infecções intramamárias (IIM) por quarto e por vaca na parição. Um novo quarto contaminado foi definido pela presença de patógeno de relevância em qualquer uma das duas amostras pós-parição.

Lista dos patógenos maiores:



Resultados

A porcentagem de novos quartos contaminados (por patógenos maiores) na parição foi significativamente menor no grupo tratado com VEL: 20,5% em comparação ao grupo tratado com PLA: 25,9% (p = 0,0163).




Conclusão

Após a parição, as vacas tratadas com Velactis® apresentaram redução de 21,1% de novas IIM nos quartos.

Para saber entre em contato pelo box abaixo:

BEATRIZ ORTOLANI

A Ceva vai revolucionar o manejo de secagem no mundo

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